TJ-BA conquista, pela terceira vez consecutiva, a posição de Tribunal mais transparente do país, segundo ranking do CNJ

Pelo terceiro ano consecutivo, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) alcançou o 1º lugar no Ranking da Transparência do Judiciário, desta vez, com um percentual superior a 100%. O resultado preliminar da 7ª edição do ranking foi publicado, na sexta-feira (14), pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). De acordo com os dados apresentados, o Tribunal baiano obteve 102%, ocupando a 1ª colocação, não apenas entre os Tribunais Estaduais, mas também no quadro geral, que incluiu 89 Tribunais e 3 Conselhos do país. A possibilidade de se obter um percentual superior a 100% é uma novidade. Nessa edição, foi concedida pontuação extra ao órgão avaliado por organizar adequadamente, em temas, os itens componentes do Ranking da Transparência, que deveriam constar em local específico denominado “Transparência” e separados em dez temas. Dessa maneira, o TJ-BA, além de atender a 100% dos itens exigidos, realizou um trabalho que envolveu as mais diversas áreas administrativas, organizando todas as informações em seu portal e mantendo-as devidamente atualizadas, gerando mais facilidade e usabilidade para todos. Este é o melhor percentual já alcançado pelo TJ-BA na série histórica do Prêmio, iniciado em 2018. Conquista celebrada pela desembargadora presidente Cynthia Resende, cuja gestão tem como uma de suas diretrizes: “garantir governança que promova a transparência com o uso de linguagem simples, a gestão de custos, a prestação de contas, a equidade e a responsabilidade corporativa, buscando a eficácia na gestão e o alcance dos objetivos estratégicos, com foco no cidadão, disponibilizando informações de modo claro e acessível ao público”. Nos anos anteriores, 2022 e 2023, o desembargador Nilson Soares Castelo Branco, então presidente, igualmente festejou o bom desempenho do Tribunal baiano. Durante a cerimônia da última premiação, fez questão de ressaltar que “esse é um prêmio coletivo, do qual todos do TJ-BA participam”. A 7ª edição do Ranking da Transparência do Judiciário está organizada em seis categorias: Justiça Estadual; Justiça Federal; Justiça do Trabalho; Justiça Militar Estadual; Justiça Eleitoral; e Tribunal Superior e Conselho. Os itens sob avaliação estão distribuídos em dez temas e buscam identificar se os órgãos do Judiciário publicam, por exemplo, o Planejamento Estratégico Institucional; o calendário das sessões colegiadas; as passagens e as diárias concedidas; a remuneração de membros e servidores; entre outros pontos. É avaliada, também, a acessibilidade do portal institucional. Promovido anualmente, o Ranking da Transparência busca estimular os órgãos do Judiciário a disponibilizarem suas informações de forma mais clara e padronizada à sociedade, tornando mais fácil e transparente o acesso aos dados de gestão. créditos: políticalivre.com

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Deputados trocam empurrões e sessão é suspensa na Assembleia Legislativa da Bahia após debate sobre PL do Aborto; assista

Deputados estaduais trocaram insultos e empurrões em meio ao debate sobre o PL do Aborto no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) nesta terça-feira (18). A sessão foi suspensa por 15 minutos para colocar fim ao embate. A confusão começou ao final de um pronunciamento forte da deputada Olívia Santana (PCdoB) ao citar a posição favorável de bolsonaristas à matéria que está em pauta no Congresso Nacional. Diego Castro (PL) reagiu ao discurso, trocou farpas com Olívia e com os demais petistas. A temperatura subiu, atraiu outros parlamentares e o plenário da Casa virou um ringue. Foi preciso os seguranças da Assembleia intervirem para apartar os brigões. Créditos: políticalivre.com

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PL do aborto perde apoio do Centrão e não deve ser aprovado

O projeto de lei (PL) do deputado Sóstenes Cavalcanti que equipara o aborto ao crime de homicídio, inclusive no caso de mulheres estupradas que fiquem grávidas, não deve ser aprovado pela Câmara dos Deputados. A ampla repercussão negativa da proposta me deu o apoio que ela tinha além das fronteiras da bancada evangélica. As Lideranças do Centrão afirmaram que a aprovação para que o projeto tramite em regime de urgência, quando ele for desenvolvido diretamente pelo plenário da Casa, fez parte de um acordo com a bancada evangélica. A intenção era que ela pudesse “criar um fato”, segundo uma das principais lideranças do Centrão afirmou à coluna. O apoio à urgência, no entanto, não significa que os parlamentares de outras bancadas assumam o compromisso de aprovar o projeto. E, por isso, ele não deve ser levado ao plenário. Segundo essa mesma liderança de um dos principais partidos do Centrão, “do jeito que está, não tem como aprovar essa proposta.” E a bancada evangélica se recusaria a modificar o texto “para não perder o discurso” de que é contra ao aborto em todas e quaisquer circunstâncias. O projeto do deputado Sóstenes limita o aborto a até 22 semanas de gestação. E prevê pena de 20 anos de prisão para a mulher e quem auxiliar na interrupção da gravidez. Com isso, uma mulher que fizer o procedimento, se for condenada, cumprirá pena de 6 a 20 anos de prisão. Ou seja, a ela será imposta uma pena maior do que a de seu próprio estuprador. A pena prevista para estupro no Brasil é de 6 a 10 anos. Quando há lesão corporal, de 8 a 12 anos. Cerca de 61% das vítimas de estupro no Brasil em 2021 eram crianças e adolescentes com 13 anos ou menos. A repercussão negativa do projeto surpreendeu até mesmo seus apoiadores e dificulta a tramitação. Nem mesmo a própria bancada evangélica estaria disposta a levar adiante a votação do projeto, já que ele corria o risco de ser derrotado. Ainda assim foi aprovado na Câmara por margem apertada, uma proposta não seria endossada no Senado, onde encontra grande resistência. O governo Lula já se posicionou contra o projeto e afirmou que fará todo o esforço para que ele seja barrado. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que o projeto jamais tramitará em regime de urgência na Casa, explicitando a dificuldade do debate de um tema tão sensível e polêmico. creditos: politicalivre.com

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Duas pessoas morrem e prefeito de cidade da BA fica ferido após carros baterem de frente em rodovia; veículo ficou destruído

Prefeito de Remanso Marcos Palmeira (PC do B) sofreu ferimentos e foi socorrido para um hospital da cidade de Petrolina, no estado de Pernambuco. Acidente aconteceu neste domingo (16), na BR-235, próximo ao município de Casa Nova Duas pessoas morreram e o prefeito do município de Remanso, cidade do norte do estado, ficou ferido após dois carros baterem de frente na BR-235, no trecho do município de Casa Nova, no norte do estado. Por causa do impacto, o veículo ficou destruído. A assessoria de comunicação da Prefeitura de Remanso informou ao g1 que uma das vítimas era motorista do carro do prefeito Marcos Palmeira (PC do B). O homem se chamava Michel Mendes e morreu ainda no local no acidente. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a outra pessoa que morreu conduzia o outro veículo e também não resistiu aos ferimentos. Não há detalhes sobre a identidade dela.   O prefeito Marcos Palmeira sofreu ferimentos e foi socorrido para um hospital da cidade de Petrolina, no estado de Pernambuco, a cerca de 65 km do local da colisão. Ele teve fraturas no braço esquerdo e no tornozelo direito. Ainda não há previsão de alta médica. Também estavam no veículo o vereador Alair Paes Landim (PT) e o assessor Laio Araújo. O vereador quebrou a clavícula, enquanto Laio ficou com o ombro deslocado e teve um corte na cabeça. Ambos estão no município de Casa Novapara realização de exames médicos, mas não precisaram ficar hospitalizados. Os corpos de Michel Mendes e do condutor do outro veículo foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) de Juazeiro, onde devem passar por necropsia. Conforme a assessoria da prefeitura, o outro carro vinha no sentido contrário, invadiu a faixa e bateu de frente com o veículo do prefeito Marcos Palmeira. A informação foi confirmada pela PRF. Marcos Palmeira lamentou, através das redes sociais, a morte do motorista Michel Mendes. “Nosso amigo, seu sorriso e sua alegria serão lembrados para sempre. Sua luz permanecerá acessa em nossos corações”, escreveu o gestor municipal. créditos: g1.globo.com

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Juíza nega indenização a filhos de Lula por áudios de Marisa na Lava Jato

A juíza federal Rosana Ferri negou pedido de indenização por danos morais ao espólio da ex-primeira dama Marisa Letícia Lula da Silva em função de áudios de telefonemas liberados pelo então juiz Sergio Moro durante a Operação Lava Jato. Em decisão publicada nesta quinta-feira (13), a magistrada da 24ª Vara Cível Federal de São Paulo entendeu que Moro não agiu de forma ilegal ao ordenar ou divulgar interceptações de conversas telefônicas entre Marisa, que morreu em 2017, e familiares. Isso porque o processo não corria em segredo de Justiça e porque a decisão à época teria decorrido do “livre convencimento” do juiz, conforme escreveu a juíza em sentença. Procurado, o escritório Zanin Martins Advogados, que representa a família de Lula na ação, afirmou que recorrerá da decisão. “Foram graves os prejuízos causados à honra da autora […], tornando públicas conversas estritamente privadas, mantidas entre a falecida Autora, seus familiares e amigos”, escreveu, em nota. A juíza Ferri entendeu que, embora possa ter havido constrangimentos à ex-primeira dama, “a situação de desagrado íntimo relatada não caracteriza um sentimento de ofensa e humilhação” que pudesse ensejar a indenização pedida. A defesa de Marisa argumentou, no processo movido em 2016, que a ex-primeira-dama se sentiu constrangida com a divulgação de conversas e que a própria interceptação era ilegal. Ré, a União rebateu afirmando que a gravação se deu porque Marisa era investigada pela Polícia Federal, e não apenas porque ela era esposa de Lula. Moro, quando ainda era magistrado, escreveu que entendia que sua medida pudesse ter causado “polêmicas e constrangimentos desnecessários”, mas que sua intenção jamais foi “provocar tais efeitos”. Após a morte de Marisa, o processo foi assumido pelos seus filhos com o hoje presidente Lula (PT). Na mesma ocasião em que liberou os áudios das conversas de Marisa Letícia, Moro também tirou o sigilo de conversas de Lula com a então presidente Dilma Rousseff (PT), o que inflamou o clima político no país em meio ao processo de impeachment que tramitava no Congresso. O ex-juiz hoje é senador pelo União Brasil-PR. Em 2022, a Justiça Federal, em primeira instância, determinou que a União pagasse R$ 60 mil de indenização por danos morais a Fábio Luís Lula da Silva, filho de Lula e de Marisa Letícia, e à mulher dele, Renata de Abreu Moreira, por conversas deles com amigos e familiares terem sido divulgadas no âmbito da Operação Lava Jato. Créditos: politicalivre.com

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Lula dispara contra primeiro-ministro de Israel: ‘Quer aniquilar palestinos’

O presidente Lula (PT) voltou a criticar a atuação do primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, na guerra contra o grupo terrorista Hamas e afirmou que político não quer  resolver o conflito, mas sim ‘aniquilar os palestinos’. A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa, no sul da Itália, neste sábado (15). “O que eu falei na União Africana sobre o que acontecia em Israel, eu mantenho 150% do que eu falei, porque o primeiro-ministro de Israel, ele não quer resolver o problema. Ele quer aniquilar os palestinos em cada gesto dele, em cada ato”, disse o presidente.   O petista também desafiou o ministro a cumprir a resolução de cessar-fogo inicial de seis meses aprovada pelo Conselho de Segurança na ONU na última segunda-feira (10), onde poderá liberar reféns em troca de prisioneiros palestinos. No evento Lula ainda criticou a Organização das Nações Unidas por não atuar de maneira enérgica para resolver o conflito no Oriente Médio. “Por isso que nós defendemos uma mudança na ONU, porque a ONU quando tomar uma decisão, ela tem que ser cumprida. E eu quero dizer em alto e bom som: só será resolvido o conflito no Oriente Médio, entre o governo de Israel e o povo palestino, no dia que a ONU tiver força para implementar a decisão que demarcou o território em 1967 e deixar os palestinos construírem sua pátria livremente e viver harmonicamente com o povo judeu”. Créditos: Bnews.com.br

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Avião que transportava prefeito de Camaçari apresenta falha na turbina

Apesar do susto, Elinaldo Araújo (União Brasil) garante que está “bem” O avião que transportava o prefeito de Camaçari, Elinaldo Araújo (União Brasil), em direção a Brasília, apresentou um problema na turbina nesta terça-feira, 11. Apesar do susto, o chefe do Executivo municipal garantiu que passa “bem” e que foi remanejada para uma outra aeronave PUBLICIDADE “Passando para avisar que estou bem e já estou em Brasília. A aeronave na qual eu iria embarcar para a capital federal apresentou um problema na turbina e imediatamente eu e minha equipe fomos remanejadas para outro voo”, contou Elinaldo, em um post nas redes sociais. Na capital federal, o gestor municipal se reuniu com o deputado Paulo Azi, do mesmo partido, para tratar sobre projetos e emendas destinadas à cidade, localizada na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Na quarta, 12, Elinaldo cumprirá uma outra agenda em Brasília. “Já me reuni com o nosso deputado federal Paulo Azi na Câmara dos Deputados, e nesta quarta-feira, 12, irei participar da cerimônia Prêmio Prefeito Amigo da Criança da Gestão 2021-2024”, acrescentou. No encontro com Azi, Elinaldo conseguiu destravar R$ 10 milhões em emendas positivas, de acordo com uma publicação no Instagram. “Fizemos muito agora em 2024 e até o final do ano vamos seguir com a conclusão de muito trabalho que já está em andamento”, conclui. créditos: Atarde.com.br

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O que é o “PL do Aborto”? Entenda a proposta e equiparação a homicídio

Proposta tramita na Câmara dos Deputados e despertou polêmica durante a semana O PL 1.904/24, também conhecido como PL da Vida, ou PL do Aborto, é um Projeto de Lei apresentado na Câmara dos Deputados em fevereiro de 2024 pelo deputado Eli Borges (PL-TO). O objetivo principal do projeto é criminalizar o aborto após 22 semanas de gestação, equiparando-o ao crime de homicídio simples O tema, apoiado por parlamentares da bancada evangélica, propõe pena de 6 a 20 anos de prisão para as mulheres que interromperem as gestações com mais de 22 semanas, mesmo em casos autorizados por lei, o que gerou grande repercussão ao longo da semana.  Pontos principais do PL: Criminalização do aborto: O PL propõe a inclusão de um novo artigo no Código Penal que define o aborto realizado após 22 semanas de gestação como crime de homicídio simples, com pena de reclusão de 2 a 5 anos. Exceções: O PL prevê algumas exceções à criminalização do aborto após 22 semanas, como em casos de risco de vida para a mãe, anencefalia fetal e estupro. Assistência à gestante: O PL também prevê a criação de um programa de apoio à gestante que deseja levar a gravidez a termo, com acompanhamento médico, psicológico e social. Controvérsia: Caso seja aprovado, o texto daria um tempo maior de prisão para a mulher do que o que está previsto para condenados para estupro atualmente, por exemplo, já que a legislação prevê seis a 10 anos de prisão para violações sexuais. Tramitação do PL: O PL 1.904/24 ainda está em fase inicial de tramitação na Câmara. Em abril de 2024, o projeto recebeu pedido de urgência para sua análise, aprovado na última quarta-feira, 12, o que significa que poderá ser votado em plenário sem passar pelas comissões competentes. No entanto, ainda não há data definida para a votação do texto. Em resumo, o que o PL 1.904/24 realmente faz? O que muda: O PL 1.904/24 quer tornar o aborto ilegal após 22 semanas de gestação, mesmo em casos de estupro. A pena seria a mesma do homicídio simples: de 2 a 5 anos de prisão. Situação atual: O PL ainda está em análise na Câmara dos Deputados e ainda não há data para votação. Ponto de discórdia: Há muita discussão sobre o tema, com defensores do PL argumentando que ele protege a vida do feto e críticos argumentando que criminaliza o aborto em um momento crucial para a mulher e que há falta de apoio à gestante na proposta. créditos: Atarde.com.br

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Lei que obriga estabelecimentos a oferecerem sacolas gratuitas é sancionada

Bruno Reis confirmou a decisão da Câmara Municipal e material terá que ser reciclável A lei que obriga estabelecimentos comerciais de Salvador a oferecerem sacolas recicláveis gratuitamente (Lei 9.817/2024) foi sancionada pelo prefeito Bruno Reis (União Brasil). O projeto foi aprovado pela Câmara Municipal na terça-feira (11), e a sanção foi publicada na edição desta sexta-feira (14) do Diário Oficial do Município. A nova legislação altera a Lei Municipal 9.699, de 18 de maio de 2023. O artigo 4º da nova norma diz que “os estabelecimentos comerciais devem ofertar gratuitamente aos clientes alternativas para as sacolas plásticas não recicláveis, tais como sacolas de papel e/ou sacolas plásticas recicladas pós consumo”. A lei vale também para estabelecimentos atacadistas em relação aos produtos comercializados no varejo. A legislação determina que “os estabelecimentos disciplinados por esta Lei deverão afixar placas visíveis com as disposições do art. 4º, a fim de cientificar, inequivocamente, a respeito das alternativas conferidas por esta Lei, bem como da referida gratuidade”. créditos: Atarde.com.br

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Presidente da Câmara deve segurar votação do PL do aborto

Deputados já aprovaram o regime de urgência para apreciação do projeto em plenário Em meio às críticas, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), decidiu segurar a votação do projeto de lei que equipara o aborto após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio. Em plenário, os deputados decidiram por aprovar o regime de urgência da proposta na quarta-feira, 22, de forma simbólica. A princípio, o documento não estava na ordem do dia para apreciação dos parlamentares. Com o aval para a urgência, o PL não precisará passar pelos debates nas comissões e vai direto para votação. Nesse sentido, o chefe do Legislativo deseja atuar para acalmar os ânimos dos deputados a favor da proposição. Aos seus interlocutores, o progressista tem dito que escolherá uma parlamentar de centro que esteja fora do circuito de polêmicas entre bolsonaristas e petistas para capitanear as discussões. Em plenário, os deputados decidiram por aprovar o regime de urgência da proposta na quarta-feira, 22, de forma simbólica. A princípio, o documento não estava na ordem do dia para apreciação dos parlamentares. Com o aval para a urgência, o PL não precisará passar pelos debates nas comissões e vai direto para votação. Nesse sentido, o chefe do Legislativo deseja atuar para acalmar os ânimos dos deputados a favor da proposição. Aos seus interlocutores, o progressista tem dito que escolherá uma parlamentar de centro que esteja fora do circuito de polêmicas entre bolsonaristas e petistas para capitanear as discussões. Lira ainda quer esperar o assunto esfriar para colocá-lo em votação, podendo ser votada em julho. A decisão já foi comunicada ao deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), autor da proposta. Isso porque, em junho, a Câmara deverá ter apenas mais 1 semana de votação. Entre os dias 24 e 28 de junho, a Casa deve funcionar em ritmo lento, devido às festas juninas e um fórum jurídico em Lisboa com a participação de Lira. Sóstenes ainda deve propor mudanças ao projeto, entre elas, a inclusão de um artigo para aumentar a pena para o crime de estupro dos atuais 10 anos para 30 anos. Outra emenda deve prever que o juiz poderá “mitigar a pena” ou “até mesmo deixar de aplicá-la”, “se as consequências da infração atingirem o próprio agente de forma tão grave que a sanção penal se torne desnecessária.” Créditos: Atarde.com.br

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