Grupo é investigado por simular perda de encomendas para receber dinheiro dos Correios em Salvador

Esquema consistia na simulação de envios de objetos de alto valor, como joias e equipamentos eletrônicos A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (2), a segunda fase da Operação Registro Frágil, que investiga um grupo suspeito de simular a perda de encomendas para obter indenizações indevidas dos Correios. A ação ocorre em Salvador e conta com o apoio da Polícia Militar da Bahia. Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão na capital baiana. A Justiça também determinou o bloqueio de bens dos investigados para garantir o eventual ressarcimento dos prejuízos causados à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). Segundo a PF, as investigações apontam que o esquema consistia na simulação de envios de objetos de alto valor, como joias e equipamentos eletrônicos. Após o suposto encaminhamento das encomendas, os envolvidos registravam de forma fraudulenta o extravio das cargas junto aos Correios para receber indenizações pagas pela estatal. As apurações indicam ainda que parte dos investigados é formada por funcionários terceirizados dos Correios, que teriam utilizado suas funções para facilitar a execução das fraudes. De acordo com a Polícia Federal, a nova fase da operação foi desencadeada após a análise do material apreendido na primeira etapa da investigação. Os documentos e equipamentos recolhidos permitiram identificar novos suspeitos envolvidos no esquema. As medidas foram autorizadas pela 17ª Vara Criminal da Seção Judiciária da Bahia e têm como objetivo aprofundar as investigações, reunir novas provas e identificar a extensão dos prejuízos causados. A PF informou que as investigações continuam para localizar outros possíveis participantes da fraude e esclarecer completamente o funcionamento do esquema. Os investigados poderão responder pelos crimes apurados, cujas penas somadas podem ultrapassar dez anos de prisão.

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FEMINICÍDIO NO BARBALHO Condenado por matar corretora de imóveis é preso quase 9 anos após crime que chocou Salvador

Aidilson Viana de Sousa foi condenado em 2023, mas recorria em liberdade até novo mandado de prisão ser expedido Um homem condenado pelo assassinato da corretora de imóveis Janaína Silva Oliveira foi preso na segunda-feira (1º) no bairro do Caji, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. Aidilson Viana de Sousa, de 52 anos, era considerado foragido havia quase dois meses e foi localizado por equipes da Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter), que cumpriram o mandado de prisão expedido pela Justiça. Janaína foi morta a facadas em 2017 dentro do apartamento onde morava com o então companheiro, no bairro do Barbalho, em Salvador. O crime teve grande repercussão na época e voltou ao centro das atenções após a captura do condenado. Aidilson chegou a ser preso poucos dias depois do assassinato, ainda em 2017. No entanto, após o término do período de prisão temporária, em dezembro daquele ano, ele foi colocado em liberdade. Anos depois, em 2023, o acusado foi levado a julgamento e condenado a 12 anos de prisão em regime fechado pelo homicídio. Apesar da sentença, ele obteve o direito de recorrer em liberdade após recurso apresentado pela defesa. A decisão foi contestada pela família da vítima e pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). Agora, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) expediu um mandado de prisão contra Aidilson em abril de 2026 e desde então ele era considerado foragido. A Polícia Civil informou que ele está custodiado e à disposição da Justiça. Após a prisão, a Justiça marcou para esta terça-feira (2), às 10h, uma audiência de custódia. O ato deverá ocorrer em formato híbrido, com possibilidade de participação virtual das partes. Relembre o caso Janaína Silva Oliveira mantinha um relacionamento com Aidilson havia cerca de cinco anos. O casal morava junto em um apartamento no Barbalho, local onde ocorreu o crime. Na madrugada de 11 de novembro de 2017, Janaína foi atacada a facadas. Mesmo ferida, ela conseguiu se arrastar e trancar o agressor do lado de fora do imóvel. Vizinhos relataram que ouviram uma discussão naquela noite, algo que, segundo testemunhas, era frequente no relacionamento. O corpo da corretora foi encontrado pela filha dela, que tinha 27 anos na época. Sem conseguir contato com a mãe ao longo do dia, a jovem decidiu ir até o apartamento e encontrou Janaína já sem vida. Poucos dias após o crime, Aidilson foi preso temporariamente. O Ministério Público chegou a pedir a conversão da prisão em preventiva, mas o pedido foi negado pela Justiça, permitindo que ele respondesse ao processo em liberdade. Histórico de agressões Familiares e pessoas próximas da vítima afirmaram que o relacionamento era marcado por episódios de violência. Segundo os relatos, Aidilson era extremamente ciumento e Janaína sofria agressões físicas e verbais com frequência. A vítima chegou a denunciar o companheiro e ele foi preso por agressão em 2015. Mesmo assim, após ser liberado, os dois retomaram o relacionamento. De acordo com parentes, Janaína compartilhava sinais das agressões sofridas. Em uma das ocasiões, enviou à família uma fotografia em que aparecia com um dos olhos completamente machucado. Após o assassinato, familiares também mostraram marcas de violência no apartamento. Segundo a prima da corretora, havia sinais de golpes de faca na porta do imóvel, resultado de uma tentativa de arrombamento atribuída ao companheiro.  

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Estudante de jornalismo é preso por pornografia infantil após denúncia do Bahia

Danrley Souza Lessa, 27, foi preso no bairro de Brotas, em Salvador Um estudante de jornalismo e designer gráfico foi preso por armazenamento de pornografia infantil após denúncia feita pelo Esporte Clube Bahia. Danrley Souza Lessa, de 27 anos, é torcedor conhecido do time e, segundo a polícia, aproveitava disso para cometer os crimes contra crianças e adolescentes. Ao menos quatro vítimas, que têm entre 14 e 17 anos, denunciaram o homem à polícia. As investigações tiveram início em 2024 e apontaram que Danrley aliciava os jovens para fins libidinosos, incluindo a produção e o armazenamento de material envolvendo cenas de nudez. Durante a prisão, os policiais apreenderam dois celulares com vasta quantidade de vídeos e fotografias. A ação foi conduzida por equipes da Delegacia Especializada na Repressão aos Crimes contra a Criança e o Adolescente (Dercca). Em nota, o Bahia informou que, ao tomar conhecimento das denúncias, adotou imediatamente as medidas no âmbito interno do clube e encaminhou os relatos à polícia. “O caso foi devidamente apurado e encaminhado às autoridades competentes, com total colaboração com o poder público. O Bahia aguarda a devida solução do caso e segue atento aos desdobramentos”, informou.  

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Quem era a motociclista que morreu em acidente ao fugir de assalto em Salvador

Camila dos Santos Souza estava a caminho do trabalho quando o episódio ocorreu A motociclista que morreu em um acidente na Avenida Magalhães Neto, na Pituba, em Salvador, foi identificada como Camila dos Santos Souza. A mulher tinha 31 anos e trabalhava em um supermercado no Caminho das Árvores. De acordo com testemunhas, Camila estava fugindo de uma tentativa de assalto quando acabou sofrendo um acidente nesta sexta-feira (8). Ela estava a caminho do trabalho quando o episódio ocorreu. Camila era funcionária da rede Hiperideal e havia mudado o horário de trabalho para o turno da manhã recentemente. Ela não deixa filhos. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública da Bahia informou que a Polícia Civil adotará todas as medidas investigativas para esclarecer as circunstâncias da ocorrência. Acrescentou que câmeras na região serão analisadas e testemunhas serão ouvidas. A SSP-BA se solidarizou com familiares e amigos da vítima e disse que a motivação do acidente ainda é desconhecida.

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Ex-PM suspeito de liderar milícia é morto a tiros na Pituba

Homem resistiu a mandado de prisão e entrou em confronto com a polícia   Um ex-policial militar suspeito de chefiar uma milícia morreu na manhã desta sexta-feira (17), no bairro da Pituba, em Salvador. As informações são da TV Bahia. O homem foi identificado como Uibira de Cerqueira Barbosa, de 41 anos. Ele era alvo de mandado de prisão e suspeito de envolvimento em crimes como extorsão mediante sequestro e homicídios. Durante o cumprimento da ordem judicial, Uibira teria reagido à abordagem e houve troca de tiros. Ele foi baleado, socorrido e encaminhado ao Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu aos ferimentos. O suspeito possuía dois mandados de prisão em aberto por extorsão mediante sequestro e era apontado como líder de um grupo criminoso com atuação na região. A reportagem entrou em contato com a Polícia Militar e Civil para ter mais detalhes da ocorrência e aguarda retorno. créditos; correio24horas.com

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Mulher é vítima de violência sexual em condomínio residencial de Camaçari

Vítima foi abordada ao sair para o trabalho; caso é investigado pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher da cidade Uma mulher de 43 anos foi vítima de violência sexual na manhã desta sexta-feira, 10, no Condomínio Algarobas, localizado no bairro Santa Maria, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. De acordo com relatos de moradores, a vítima seguia para o trabalho quando foi abordada por dois homens. Ela foi levada para uma área mais isolada do conjunto residencial, onde o crime teria ocorrido. Após o episódio, a mulher procurou atendimento e foi encaminhada à delegacia para registro da ocorrência. O caso gerou forte repercussão entre os moradores do condomínio, que se mobilizaram ao longo do dia para discutir medidas de segurança e cobrar providências diante da violência. Em nota, a Polícia Civil informou que o crime é investigado pela Delegacia Especial de Atendimento à Mulher de Camaçari. Segundo o órgão, diligências estão em andamento com o objetivo de identificar e prender o autor. Há ainda a informação de que a vítima conseguiu reconhecer ao menos um dos suspeitos, que seria morador da região, o que pode auxiliar no avanço das investigações. créditos: correio24horas.com

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Professor e diretor da Ufba brigam dentro de universidade e caso vai parar na delegacia

Em nota, Ufba lamenta o ocorrido nesta sexta-feira Uma briga envolvendo agressões físicas entre um professor e o diretor da Faculdade de Economia da Universidade Federal da Bahia (Ufba), em Salvador, foi registrada na manhã desta sexta-feira (10). Os docentes estavam dentro da faculdade, no bairro Dois de Julho, quando tiveram a discussão. A briga teria tido início por conta de desentendimentos sobre uma reforma que acontece dentro da sala da Faculdade de Economia. Uma outra docente, que é esposa do professor, também estaria envolvida na discussão. Os professores foram até a delegacia para registrar boletim de ocorrência. Procurada, a Ufba informou que tomou conhecimento dos fatos e lamentou o ocorrido. “A instituição entende que divergências devem ser resolvidas pelo diálogo, pelos processos administrativos disponíveis e não pela violência. A Ouvidoria da Ufba já está em contato com os envolvidos”, disse. A reportagem entrou em contato com a Polícia Civil, que confirmou o registro da ocorrência na Delegacia dos Barris como lesão corporal envolvendo três professores. “Oitivas são realizadas para o devido esclarecimento do caso”, diz, em nota. A Faculdade de Economia é vizinha da sede da Polícia Civil da Bahia, em frente à Praça da Piedade. créditos: correio24horas.com

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Justiça manda Estado e clínica pagarem tratamento de idosa que ficou cega após mutirão na Bahia

Paciente de 62 anos deverá ter tratamento custeado após perder a visão do olho direito A Justiça da Bahia determinou que o Centro de Especialidades Odonto – Médicas (Hospital Ceom), responsável por um mutirão oftalmológico realizado em Irecê, no norte do estado, custeie integralmente o tratamento de uma idosa que perdeu a visão de um dos olhos após o procedimento . A decisão liminar também obriga o Estado da Bahia a arcar com os custos de forma solidária. Isso significa que ambos são igualmente responsáveis pelo cumprimento da obrigação. A medida foi proferida pela 3ª Vara Cível de Irecê, na quinta-feira (9), e atende ao pedido de tutela de urgência feito pela paciente de 62 anos, que relatou ter desenvolvido uma infecção grave após receber uma aplicação intraocular do medicamento bevacizumabe (Avastin). Segundo o processo, a complicação levou à perda completa e irreversível da visão do olho direito, justamente o que tinha melhor capacidade visual. De acordo com a decisão, há indícios consistentes de falha na prestação do serviço. A juíza Gabriella de Moura Carneiro destacou que o caso não foi isolado, já que outros pacientes atendidos no mesmo mutirão também apresentaram complicações semelhantes, o que pode indicar um problema sistêmico no procedimento realizado. Como mostrou o CORREIO, mais de 20 pacientes relataram problemas de visão após o mutirão realizado entre os dias 28 de fevereiro e 1º de março. Ao analisar o pedido, a magistrada entendeu que estão presentes os requisitos para concessão da liminar, como a probabilidade do direito e o risco de dano irreparável. Ela ressaltou que a paciente, identificada como Maria de Fátima Santana Melo, necessita de tratamento especializado urgente para evitar o agravamento do quadro e preservar o olho ainda saudável. Com isso, foi determinado que a clínica e o Estado autorizem e custeiem, em até 72 horas, todo o tratamento médico necessário. A decisão inclui consultas, exames, cirurgias, medicamentos, além de despesas com transporte, alimentação e hospedagem da paciente e de um acompanhante, caso o atendimento ocorra em Salvador. A Justiça também fixou multa diária de R$ 2 mil em caso de descumprimento, limitada inicialmente a 30 dias. A Justiça negou outros pedidos feitos pela defesa da paciente, como o pagamento de pensão mensal, a interdição da clínica e o bloqueio de bens. Segundo a decisão, essas medidas exigem uma análise mais aprofundada e produção de provas ao longo do processo. Procurado, o centro médico informou à reportagem que vai cumprir a decisão judicial e que segue prestando apoio aos pacientes que relataram complicações. “O Centro Especializado em Oftalmologia informa que recebeu a decisão liminar recentemente proferida no âmbito das apurações em curso, a qual será integralmente cumprida, em estrita observância às determinações judiciais e ao devido processo legal”, diz. “O Ceom tem atuado de maneira transparente e colaborativa, prestando todos os esclarecimentos solicitados e mantendo integral disponibilidade para contribuir com a adequada apuração dos fatos […] O Ceom reitera sua confiança de que, ao término das investigações, restará devidamente demonstrada, inclusive nos âmbitos administrativo e judicial, a inexistência de conduta irregular por parte da instituição”, acrescenta (veja abaixo o posicionamento completo). créditos: correio24horas.com

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Justiça decide manter presa mulher que participou de sequestro de vítimas no Salvador Shopping

Emile Quessia é companheira do traficante Pedro Vitor Lima Sena Souza, que ordenou e coordenou crime de dentro da prisão A Justiça baiana decidiu converter a prisão em flagrante de Emile Quessia Oliveira da Silva Sena em prisão preventiva. Ela é investigada por participação no sequestro de três mulheres, no último domingo (15), no Salvador Shopping. Emile Quessia passou por audiência de custódia nesta quarta-feira (18). Na decisão que manteve a investigada presa, à qual a reportagem teve acesso, a juíza Mariana Alvariño Britto ressalta que Emile Quessia teria participado do sequestro por videochamada, fornecendo os dados de uma conta para receber R$ 10 mil via Pix das vítimas. O Ministério Público da Bahia (MP-BA) deu parecer favorável para que ela continuasse presa. A defesa de Emile Quessia, por outro lado, alegou que a polícia teria forjado a prisão em flagrante. Inicialmente, a Polícia Civil divulgou que a mulher teria sido localizada em atitude suspeita. Porém, a defesa afirma que Emile estava dormindo em casa quando foi surpreendida pela presença dos policiais. Ao analisar o caso, a juíza declarou que o flagrante foi legal. “A tese defensiva de flagrante forçado ou ilegal, sob a alegação de que a investigada estava dormindo em sua residência, não encontra respaldo jurídico. Pelos relatos dos policiais, no momento em que a polícia chegou à residência da custodiada, as vítimas ainda estavam privadas de liberdade no cativeiro, tendo a autuada tentado fugir e destruir o seu próprio celular ao perceber a presença policial, o que evidencia o estado de flagrância e a tentativa de ocultação de provas”, diz a decisão. A reportagem entrou em contato com a defesa de Emile Quessia e aguarda retorno. O mandante do crime de sequestro, segundo as investigações, é Pedro Vitor Lima Sena Souza, companheiro de Emile, que está preso. Ele revelou o  cativeiro das mulheres sequestradas em uma chamada de vídeo de dentro da cela. O casal Em novembro do ano passado, a Justiça baiana negou o pedido de Emile Quessia, que solicitou a devolução de um celular apreendido com Pedro Vitor durante uma investigação de tráfico de drogas. O juiz entendeu que o aparelho ainda é relevante para o andamento do inquérito. A apreensão do celular, modelo Iphone Pro Max, foi realizada durante uma operação policial realizada com mandado de busca e apreensão. Emile Quessia apresentou nota fiscal e outros documentos para comprovar a propriedade do aparelho. A Polícia Civil disse, no curso do processo, que o celular apresentava grande quantidade de conversas com indicativos de comercialização de drogas. Por isso, defendeu que a custódia do aparelho ainda era necessária para as investigações. O crime Uma idosa de 77 anos e suas duas filhas foram abordadas por criminosos e obrigadas a entrar em um carro, no estacionamento do Salvador Shopping, no Caminho das Árvores. O trio foi mantido em cativeiro em Plataforma durante 12 horas. Durante as buscas, os policiais localizaram o veículo utilizado na ação criminosa, mas sem ocupantes. No local, peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizaram exames para coletar vestígios que possam ajudar na identificação dos envolvidos. Imagens de câmeras de monitoramento também estão sendo analisadas. Ainda durante as diligências, Emile Quessia teria sido abordada e o marido, preso, indicou o imóvel onde as vítimas estavam sendo mantidas em cativeiro através de chamada de vídeo. Em nota, o Salvador Shopping informou que a administração foi acionada por um cliente que relatou não ter localizado três familiares com quem havia combinado de se encontrar no local, na noite de domingo (15). “Imediatamente após o relato, foi iniciada uma apuração interna e as autoridades competentes foram acionadas, passando a conduzir a investigação. A administração permanece colaborando com as autoridades para a apuração do caso”, informa. Outros dos suspeitos são procurados. créditos: correio24horas

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Servidor público é preso após desviar R$ 156 mil de conta bancária do próprio tio no interior do estado

Investigação aponta que suspeito usou aplicativo de banco para zerar economias do agricultor de 66 anos Polícia Civil atua em operação Crédito: Divulgação/SSP Um servidor público do município de Ubaitaba, no sul da Bahia, foi preso pela Polícia Civil, nesta terça-feira (3), acusado de furtar R$156 mil de seu tio, um agricultor de 66 anos. O homem, que confessou o crime após ser detido pela Delegacia Territorial (DT), é investigado por furto qualificado mediante fraude e abuso de confiança , agravado pelo fato de a vítima ser idosa. De acordo com o inquérito, o servidor aproveitou a relação de parentesco para obter as credenciais bancárias do tio. Com os dados em mãos, ele instalou o aplicativo do banco em seu próprio celular, passando a administrar a conta da vítima sem o seu consentimento. A fraude e permitiu que o suspeito realizasse dezenas de transferências via PIX. A análise técnica dos extratos bancários revelou que os desvios ocorreram de forma contínua entre agosto de 2025 e janeiro de 2026, período em que a reserva financeira do agricultor foi completamente zerada. A investigação detalhou que o montante de R$156 mil não foi investido ou guardado, mas dissipado rapidamente. O suspeito utilizou os valores em diversas modalidades de apostas esportivas online, além de realizar repasses de dinheiro a terceiros e pagamentos a agiotas. Após a confissão e o cumprimento do mandado de prisão, o servidor foi submetido a exames legais e permanece custodiado à disposição da Justiça. Devido à natureza do crime, praticado contra pessoa idosa e em contexto de continuidade delitiva (várias vezes ao longo de meses), a pena pode ser ampliada. A prefeitura de Ubaitaba ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação administrativa do servidor ou sobre um possível processo de exoneração em decorrência da prisão. créditos: correio 24 horas

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