PEC do Aborto volta à pauta da CCJ da Câmara e pode ser votada nesta terça-feira

De autoria do então deputado federal Eduardo Cunha (Republicanos-RJ), cassado em 2016, projeto garante a inviolabilidade do direito à vida “desde a concepção” A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados colocou na pauta desta terça-feira, 18, a proposta de emenda à Constituição (PEC) do Aborto, que pode acabar com as possibilidades de aborto legal no Brasil. A pauta é uma das principais bandeiras promovidas pela presidente do colegiado, Caroline de Toni (PL-SC), que deseja aprovar o texto antes de encerrar seu mandato, no final deste ano. A PEC, protocolada em 2012 e de autoria do então deputado federal Eduardo Cunha (Republicanos-RJ), cassado em 2016, garante a inviolabilidade do direito à vida “desde a concepção”. “A vida não se inicia com o nascimento e sim com a concepção”, justificou Cunha à época. Na prática, se esse texto for aprovado pelo Congresso Nacional, serão abolidas as autorização, hoje previstas em lei, para a interrupção da gestação. Atualmente, o aborto pode ser realizado se houver risco à vida da mulher, se o feto tiver anencefalia (mal desenvolvimento do cérebro) ou se a mulher for vítima de estupro. A relatora é a deputada Chris Tonietto (PL-RJ), uma das maiores ativistas antiaborto do Legislativo federal. “Existe um ódio à criança. Eles estão querendo aniquilar o futuro da nação e os nascimentos”, argumentou Tonietto, na última quarta-feira, 13, após ler o relatório. Os recursos para o governo – contrário à proposição – impedir a votação são escassos no momento. Deputados do grupo pediram vista (mais tempo para análise) do projeto, e o prazo se encerra na terça-feira. O aborto já tinha entrado na pauta do Legislativo federal neste ano, quando bolsonaristas promoveram um projeto de lei que equiparava o aborto feito após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio, estabelecendo penas de seis a 20 anos de prisão para a mulher que realizasse tal procedimento. A Câmara acelerou a tramitação desse texto no plenário em uma votação que durou cinco segundos. Após fortes críticas de movimentos populares e de organizações da sociedade civil, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), decidiu, em junho, criar uma comissão representativa para discutir o projeto e afirmou que essa proposição ficaria para o segundo semestre do ano. Até então, essa comissão não teve nenhum avanço.   Créditos: correio24horas.com.br

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Não houve transparência’, analisa advogado sobre concurso suspenso da Ufba

Decisão liminar já havia suspendido o processo seletivo no ano passado A decisão da Justiça Federal de anular a banca de um concurso para o cargo de professor da Universidade Federal da Bahia (Ufba) foi tomada pela falta de transparência no processo seletivo. É o que diz o advogado Israel Mattozo, que representa um dos participantes que se sentiram prejudicados. No dia 6 de novembro, o juiz Avio Mozar Jose Ferraz de Novaes determinou a suspensão da banca pela relação de amizade entre a candidata aprovada e examinadores. O concurso estava suspenso por decisão liminar desde junho de 2023. Por isso, a candidata aprovada não tomou posse como professora da Faculdade de Educação da Ufba. A ação movida contra a universidade defende que, além da proximidade entre a participante escolhida e membros da banca examinadora, o edital não previa recursos em caso de discordância do resultado – o que é inconstitucional. “Como não houve transparência em nenhuma etapa do processo, não tem como a banca justificar a aprovação desta candidata. Por coincidência, quando fizemos o levantamento, identificamos uma relação muito próxima entre examinadores e a candidata”, explica o advogado Israel Mattozo, do escritório Mattozo & Freitas, que tem sede em Belo Horizonte (MG). Ele representa o candidato Inácio dos Santos, que se sentiu prejudicado após a divulgação do resultado da prova teórica. Segundo o advogado, o concurso não previa possibilidade de interposição de recurso e nem disponibilizou espelho de correção. “A lei determina que existam fases específicas de questionamento do gabarito, do conteúdo cobrado e de todas as outras etapas. Nesse concurso, da Ufba, não havia espaço para se questionar as etapas”, completa. A Ufba informou que ainda não recebeu a intimação da sentença definitiva. “Assim que isto ocorra, a Ufba deverá tomar as medidas para sanar o motivo da sentença”, pontua. O prazo para a universidade recorrer é de 15 dias, a partir da publicação da decisão. A reportagem tentou contatar a direção da Faculdade de Educação, mas não obteve retorno até a publicação. Mais do que amigos A decisão do juiz Avio Mozar reconheceu que a relação da candidata com membros da banca fere o princípio da impessoalidade e contraria o item 9.5 do edital do concurso, que exige isenção dos avaliadores. “A existência de amizade entre a examinadora e a candidata, nos termos do art. 20 da Lei nº 9.784/99, implica a suspeição da citada componente da banca examinadora, e, por conseguinte, macula de nulidade o concurso público”, pontuou o magistrado. A candidata aprovada, Catarina Cerqueira, teria, segundo o juiz, amizade com dois examinadores: Luciana Marques e Rodrigo da Silva Pereira. No primeiro caso, a relação foi evidenciada por interações em redes sociais e por participação em eventos científicos. No outro, há vínculo acadêmico: o examinador foi orientador da candidata em projetos anteriores. Ambos os professores foram procurados pela reportagem, mas não se manifestaram até esta publicação. Luciana Marques é docente do Departamento de Políticas e Gestão da Educação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Rodrigo Silva Pereira integra o Departamento de Educação I da Ufba. O CORREIO tenta contatar Catarina Cerqueira, aprovada pela banca. Créditos: correio24horas

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Conheça a única vinícola brasileira em lista de 100 melhores do mundo

Vinícola de Bento Gonçalves, na Serra, aparece em seleção do World’s Best Vineyard. Além do vinho, jurados analisam aspectos como hospedagem, gastronomia, degustação, custo-benefício e reputação do local. 🎖️ A Casa Valduga, de Bento Gonçalves, na Serra do Rio Grande do Sul, é a 58ª melhor vinícola do mundo, de acordo com o World’s Best Vineyard. É a única marca brasileira presente na lista que reuniu as 100 melhores de 2024. “Estamos fazendo história. Somos a primeira vinícola do Brasil a estar entre as 100 melhores do mundo. Nossa marca transmite diferentes significados, como imigração, tradição, legado e inovação”, celebra o superintendente Eduardo Valduga.   A seleção é elaborada por uma empresa inglesa especializada em rankings gastronômicos a partir das avaliações de quase 500 jurados. Além da qualidade do vinho, os especialistas analisam aspectos como hospedagem, gastronomia, degustação, custo-benefício, equipe e reputação do local. Melhores vinícolas do mundo 🍷   Bodegas De Los Herederos Del Marqués De Riscal (Espanha) VIK (Chile) Creation (África do Sul) Bodegas Ysios (Espanha) Domäne Schloss Johannisberg (Alemanha) 🍾 Com quase 150 anos de história — desde a chegada do primeiro imigrante da família Valduga, vindo da Itália, à região conhecida como Vale dos Vinhedos — a marca produz vinhos, espumantes, licorosos e destilados. A Casa Valduga também possui uma cave – espaço subterrâneo que armazena garrafas – com capacidade para mais de 6 milhões de unidades. A empresa exporta os produtos para os cinco continentes e possui rótulos premiados. “Desde 1875, quando seis gerações anteriores à minha chegaram ao Sul do Brasil, desbravando novas terras e buscando manter um sentido de existência, a meta sempre foi a de nutrir e desenvolver famílias, laços e bandeiras a partir do trabalho de plantar vinhedos, cultivar uvas e elaborar vinhos”, afirma Eduardo. Conforme o executivo, os esforços, nos próximos anos, serão voltados para tornar a Casa Valduga a marca brasileira mais importante da cultura sul-americana em relação à produção e à experiência do enoturismo. créditos: g1.globo.com

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Salário mínimo pode chegar a R$ 1.521 em 2025, se confirmadas projeções da equipe econômica

Valor está acima da estimativa dos R$ 1.509 previstos na proposta de orçamento do ano que vem. Aumento maior pode ocorrer em razão da inflação. Hoje, mínimo está em R$ 1.412. O salário mínimo pode ser elevado para R$ 1.521 em 2025, segundo indicam as últimas projeções sobre inflação e crescimento do PIB da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda. O valor foi calculado pelo g1, considerando os números do Ministério da Fazenda, e está acima dos R$ 1.509 que constam na proposta de orçamento do próximo ano, enviada em agosto ao Congresso Nacional. Atualmente, o salário mínimo está em R$ 1.412. Com isso, se confirmadas as previsões e o cálculo feito nesta segunda-feira (18), haveria uma alta de R$ 109, ou de 7,71% a partir de janeiro de 2025, com primeiro pagamento em fevereiro. A estimativa de que o salário mínimo deve subir mais do que o previsto anteriormente considera uma inflação maior. Nos últimos meses, os índices de preços vieram mais altos, entre outros, por conta de fatores climáticos. Pelo formato adotado, o reajuste corresponde à soma de dois índices: a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 12 meses até novembro – como prevê a Constituição; o índice de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores. No caso de 2025, vale o PIB de 2023 — que cresceu 2,9%.   O valor, entretanto, ainda pode mudar. O salário mínimo definitivo só será conhecido em dezembro deste ano — quando será divulgado o INPC de novembro. Referência para 59,3 milhões de pessoas Novo salário mínimo deve chegar a R$ 1.509 em 2025 De acordo com nota técnica divulgada em dezembro do ano passado, e atualizada em janeiro de 2024 pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o salário mínimo serve de referência para 59,3 milhões de pessoas no Brasil. Além dos trabalhadores que, por contrato, recebem um salário mínimo (ou múltiplos do mínimo), há também as aposentadorias e benefícios como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) vinculados ao mesmo valor. O salário mínimo também gera impactos indiretos na economia, como o aumento do “salário médio” dos brasileiros e a elevação do poder de compra do trabalhador. Impacto nas contas públicas   Ao conceder um reajuste maior para o salário mínimo, o governo federal também gasta mais. Isso porque os benefícios previdenciários, assim como o valor do abono salarial e do seguro-desemprego, entre outros, não podem ser menores que o valor do mínimo. De acordo com cálculos do governo, a cada R$ 1 de aumento do salário mínimo criou-se uma despesa em 2024 de aproximadamente R$ 392 milhões. Um aumento de R$ 107 ao salário mínimo em 2025, portanto, corresponde a um crescimento de R$ 42,7 bilhões nas despesas obrigatórias. O aumento maior do salário mínimo é um dos itens que eleva as despesas obrigatórias. Com isso, sobrarão menos recursos para os gastos “livres” do governo, chamados de “discricionários” – o que pode afetar políticas do governo federal. Créditos: g1.globo.com

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Escritório de advocacia demite estagiária acusada de praticar atos racistas em jogos universitários no interior de SP

Jovem é estudante de Direito da PUC-SP. Ela e outros quatro colegas foram identificados em vídeos e fotos como sendo autores de ataques a alunos cotistas da USP, no último sábado (16). O escritório de advocacia Pinheiro Neto informou na manhã desta segunda-feira (18) que demitiu uma estagiária apontada por estudantes como uma das autoras de ataques racistas e classistas contra alunos cotistas da Universidade de São Paulo (USP), que ocorreram durante jogos universitários no último sábado (16). Por nota, a empresa lamentou o episódio e disse que repudia qualquer tipo de preconceito. “Informamos que a estagiária envolvida nesse episódio não integra mais o escritório”. A jovem é Tatiane Joseph Khoury, aluna de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). O g1 tenta contato com a defesa dela. Tatiane e outros quatro colegas foram identificados por uma “força-tarefa” de estudantes em vídeos e fotos feitos durante uma partida de handebol masculino realizada em Americana, no interior do estado. Enquanto as equipes das duas instituições se enfrentavam, torcedores uniformizados da PUC gritavam frases de cunho pejorativo contra estudantes cotistas da USP. Ao mesmo tempo, faziam sinal de dinheiro com as mãos, se referindo a situação socioeconômica das vítimas (veja vídeo acima). Segundo uma estudante que presenciou a cena, os ataques foram dirigidos a um grupo de estudantes negros. Dentre as ofensas proferidas, os autores teriam dito frases como “cotista filho da p***”, “manda o Pix da esmola”. Outros dois escritórios de advocacia, onde estudantes identificados estariam estagiando, também se manifestaram sobre o caso. O Machado Meyer informou que “fará as apurações necessárias e avaliará as medidas a serem tomadas”. Disse ainda que tem a diversidade como um de seus pilares essenciais e se empenha em garantir um ambiente profissional pautado pela ética e pelo respeito às diferenças. Já o Castro Barros Advogados informou que não admite atos discriminatórios praticado por qualquer um de seus integrantes, dentro ou fora do escritório. “Qualquer pessoa que ignore ou despreze esse fato não tem condições de fazer parte do Castro Barros”. Todos os identificados apagaram seus perfis profissionais na rede LinkedIn. O g1 apurou que, ao tomarem conhecimento do caso, as parlamentares Luana Alves (vereadora na capital), Letícia Chagas (codeputada estadual) e Sâmia Bomfim (deputada federal), todas do PSOL, fizeram uma denúncia ao Ministério Público de São Paulo pedindo a abertura de um inquérito para apurar os atos racistas praticados. Em nota conjunta, as diretorias das Faculdades de Direito e os centros acadêmicos de ambas as instituições repudiaram o que chamaram de “lamentáveis episódios” e se comprometeram a investigar o caso, visando responsabilizar os envolvidos. “Essas manifestações são absolutamente inadmissíveis e vão de encontro aos valores democráticos e humanistas, historicamente defendidos por nossas instituições. Diante disso, as entidades signatárias comprometem-se a apurar rigorosamente o caso, garantindo a ampla defesa e o devido processo legal, e a responsabilizar os envolvidos de maneira justa e exemplar”, diz a nota.   A reitoria da PUC também repudiou o episódio e disse que os fatos serão apurados “com o rigor necessário, a partir das normas universitárias e legais, promovendo a responsabilização e conscientização dos envolvidos”. Nota conjunta das faculdades de Direito   “As Diretorias das Faculdades de Direito da USP e da PUC-SP e os Centros Acadêmicos XI de Agosto e 22 de Agosto das duas instituições vêm a público manifestar repúdio aos lamentáveis episódios ocorridos nos Jogos Jurídicos de 2024. Durante o evento, um grupo de alunos da Faculdade de Direito da PUC-SP proferiu manifestações preconceituosas contra estudantes da Faculdade de Direito da USP, utilizando o termo “cotistas” de forma pejorativa. Essas manifestações são absolutamente inadmissíveis e vão de encontro aos valores democráticos e humanistas, historicamente defendidos por nossas instituições. Diante disso, as entidades signatárias comprometem-se a apurar rigorosamente o caso, garantindo a ampla defesa e o devido processo legal, e a responsabilizar os envolvidos de maneira justa e exemplar. Reconhecemos que a segregação social ainda é um desafio no Brasil, mas entendemos que o ambiente universitário deve atuar como um espaço de reparação e transformação. Incidentes como este reforçam a urgência de combatermos todas as formas de hostilidade no meio acadêmico. Festas e jogos universitários devem ser momentos de integração, congraçamento e solidariedade, não de ódio, violência e intolerância, como não raramente se vê. A luta pela superação de uma cultura de violência nesses espaços depende do engajamento de todos e todas. Além da responsabilização dos envolvidos, é indispensável avançarmos na direção de políticas preventivas e de acolhimento. Planejamos implementar protocolos que fortaleçam ouvidorias, promovam a prevenção e a educação antirracista e assegurem um ambiente inclusivo e respeitoso para todos os alunos e alunas. Essa é uma demanda frequente da comunidade acadêmica, que exige ações concretas e eficazes. Estamos determinados a transformar este episódio em um marco para o fortalecimento de uma cultura de respeito, equidade e inclusão em nossas instituições. As Diretorias das Faculdades de Direito da USP e da PUC-SP e os Centros Acadêmicos XI de Agosto e 22 de Agosto das duas instituições vêm a público manifestar repúdio aos lamentáveis episódios ocorridos nos Jogos Jurídicos de 2024. Durante o evento, um grupo de alunos da Faculdade de Direito da PUC-SP proferiu manifestações preconceituosas contra estudantes da Faculdade de Direito da USP, utilizando o termo “cotistas” de forma pejorativa. Essas manifestações são absolutamente inadmissíveis e vão de encontro aos valores democráticos e humanistas, historicamente defendidos por nossas instituições. Diante disso, as entidades signatárias comprometem-se a apurar rigorosamente o caso, garantindo a ampla defesa e o devido processo legal, e a responsabilizar os envolvidos de maneira justa e exemplar. Reconhecemos que a segregação social ainda é um desafio no Brasil, mas entendemos que o ambiente universitário deve atuar como um espaço de reparação e transformação. Incidentes como este reforçam a urgência de combatermos todas as formas de hostilidade no meio acadêmico. Festas e jogos universitários devem ser momentos de integração, congraçamento e solidariedade, não de ódio, violência e intolerância, como não raramente se vê. A luta pela superação de uma cultura de violência nesses espaços depende do engajamento de

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Saiba quem era o apóstolo Rina, fundador da igreja Bola de Neve que morreu em acidente

Pastor perdeu a vida em estrada de Campinas (SP) na noite desse domingo (17) Fundador da Bola de Neve, o apóstolo Rina morreu em um acidente na noite de domingo (17) em São Paulo, mas deixou um legado no âmbito religioso. Rinaldo Pereira Seixas fundou a igreja em 1994 e chamou atenção por usar uma prancha de surfe como púlpito. Ele, no entanto, estava afastado da liderança após polêmicas envolvendo agressão contra mulher. O homem, que era conhecido como Apóstolo Rina ou AP, nasceu em São Paulo e tinha 52 anos. O surgimento da igreja aconteceu após ele passar por problemas de saúde envolvendo hepatite e fortes dores. A causa da morte do pastor foi um acidente de moto em uma estrada em Campinas (SP). O perfil do Instagram da igreja publicou um texto lamentando a perda. “Neste momento de grande tristeza, nos colocamos em oração por sua família, amigos e toda a igreja que foi tão abençoada por seu ministério, deixando um legado que jamais será esquecido”, escreveu. Apóstolo foi acusado de violência doméstica Neste ano, o pastor passou a ser investigado por suspeita de violência doméstica contra a esposa. Em junho, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) concedeu uma medida protetiva para a pastora e cantora gospel Denise Seixas contra Rina. O nome “Bola de Neve” faz referência ao efeito de uma bola na neve, que começa pequena, mas, quando começa a rolar, cresce e toma grande proporções. “Virava uma avalanche”, diz a descrição do site da igreja. Atualmente há 560 igrejas em 34 países. Famosos, como Gabriel Medina, já chegaram a visitar uma das unidades. Os cultos são muito conhecidos por serem mais liberais e descolados. A denúncia envolve lesão corporal, violência psicológica, ameaça, injúria e difamação. O apóstolo deveria manter ao menos 300 metros de distância de Denise, seus familiares ou testemunhas do processo e chegou a ter uma arma apreendida por ordem da Justiça. Ele negava as acusações. Após as denúncias de agressão, a igreja Bola de Neve decidiu afastar o líder religioso de suas funções. Crédito: correio24horas.com

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Milionário! Apostador da Bahia acerta a Lotofácil e fatura R$ 1 milhão

Apenas duas apostas no Brasil acertaram as 15 dezenas sorteadas A Bahia ganhou mais um milionário! Uma aposta baiana acertou todas as dezenas sorteadas na Lotofácil no último sábado (16) e faturou R$ 1 milhão. O sortudo é de Prado, no sul do estado, e ganhou R$1.013.825,20 sozinho, uma vez que a aposta foi simples e de cota única. SORTE GRANDE Milionário! Apostador da Bahia acerta a Lotofácil e fatura R$ 1 milhão Apenas duas apostas no Brasil acertaram as 15 dezenas sorteadas Esther Morais Publicado em 18 de novembro de 2024 às 10:39 Lotofácil Crédito: Arquivo / Agência Brasil A Bahia ganhou mais um milionário! Uma aposta baiana acertou todas as dezenas sorteadas na Lotofácil no último sábado (16) e faturou R$ 1 milhão. O sortudo é de Prado, no sul do estado, e ganhou R$1.013.825,20 sozinho, uma vez que a aposta foi simples e de cota única. Outro apostador, de Jataí (GO), também adivinhou os 15 números do sorteio. Mais 185 apostas ganharam R$ 2.298,13 porque tiveram 14 acertos e 7.054 apostas conseguiram R$ 30,00 por 13 acertos. O resultado do jogo foi: 04, 06, 07, 08, 10, 14, 15, 16, 19, 20, 21, 22, 23, 24 e 25. O próximo sorteio será nesta segunda-feira (18) com prêmio estimado em R$ 1,7 milhão. Na Lotofácil, o apostador marca entre 15 e 20 números, dentre os 25 disponíveis no volante, e fatura prêmio se acertar 11, 12, 13, 14 ou 15 números. A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,00. Créditos: correio24horas.com

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Mpox: entenda o que a OMS vai avaliar em reunião marcada para o dia 22

Neste ano, quase 20 mil casos foram confirmados globalmente A Organização Mundial da Saúde (OMS) convocou seu Comitê de Emergência para reavaliar a situação da mpox (antes chamada de “varíola dos macacos”) em escala global. A reunião, marcada para o dia 22 de novembro, discutirá se o aumento de casos da doença, declarada “Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional” em agosto, ainda configura uma crise desse patamar. A emergência de saúde pública internacional é o mais alto nível de alerta da OMS para uma doença em circulação. Em agosto, a mpox recebeu esse status devido ao aparecimento de uma nova cepa do vírus na República Democrática do Congo (RDC) e à alta propagação da doença entre países vizinhos no continente africano. A nova cepa, o clado Ib, tem maior taxa de letalidade Neste ano, quase 20 mil casos foram confirmados globalmente, independentemente da cepa. A maioria deles está concentrada na África, com a RDC com o maior número de registros: 9.457. Incluindo os pacientes com suspeita da doença, o país ultrapassa 40 mil casos. No mundo, desde o primeiro surto, em 2022, até outubro de 2024, foram 115.101 casos e 255 mortes, com registros em 126 países. A virologista Clarissa Damaso, chefe do Laboratório de Biologia Molecular de Vírus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), integra o comitê da OMS que avaliou a emergência do surto de mpox. Ela explica que a reavaliação geralmente ocorre três meses após uma declaração de emergência, como parte de um processo padrão. “Ela é convocada justamente para reavaliar a situação e saber se a emergência continua ou não”, destaca Clarissa, que compõe o comitê junto a outros 15 especialistas. A cientista também reforça que a declaração de emergência em agosto foi voltada à situação específica dos países do continente africano, e não devido ao contexto global. Segundo ela, embora existam casos de mpox no Brasil e em diversos outros países, esses casos estão relacionados ao vírus que circula desde 2022, que é menos agressivo. “Na África, o vírus atualmente em circulação possui uma taxa de letalidade maior. Por isso, a situação motivou a convocação do Comitê de Emergência”, explica. Primeiros casos fora da África Embora continue sendo observado predominantemente em países da África, o clado Ib também foi identificado em casos importados em outros países, incluindo Tailândia, Suécia, Índia e, mais recentemente, nos Estados Unidos. Recentemente, a autoridade de saúde do Reino Unido confirmou três casos de transmissão local da nova cepa, os primeiros fora da África. As infecções ocorreram após o contato dos pacientes com uma pessoa que havia retornado de uma viagem pela Tanzânia, Ruanda e Uganda e testara positivo para o vírus. Apesar da transmissão local, o diretor regional da OMS para a Europa, Hans Henri Kluge, afirma em nota que o risco para a população no Reino Unido e na Europa continua baixo. Mas acrescenta que a transmissão local do clado Ib deve mobilizar os sistemas de saúde para que estes aumentem suas medidas de vigilância. Novas cepas De acordo com a OMS, o vírus mpox possui dois grandes clados, o I e o II, sendo este o responsável pelo surto global iniciado em 2022. Atualmente, acredita-se que o clado I esteja associado a quadros mais graves e a um maior risco de mortalidade em regiões onde é endêmico. No entanto, diferenças em surtos anteriores, como o perfil das populações afetadas, dificultam conclusões sobre a gravidade relativa de cada clado. O clado Ib, oriundo do clado I, foi identificado pela primeira vez na RDC e tem se propagado por meio do contato próximo com pessoas infectadas. Estudos para entender as propriedades dessa nova cepa ainda estão em andamento. Desde o seu surgimento, no ano passado, a nova cepa se espalhou para países que não haviam relatado mpox anteriormente e tem sido associada à ocorrência de casos em uma gama mais ampla de faixas etárias, incluindo crianças, segundo informações da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).   créditos: correio24horas.com

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Confira a íntegra do discurso de Lula na abertura do G20

Presidente conclamou os líderes globais a agirem contra a fome Como anfitrião da Cúpula de líderes do G20, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi o primeiro a discursar na manhã desta segunda-feira (18), no lançamento da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. A iniciativa do Brasil já conta com 81 membros, segundo balanço apresentado nesta manhã Em sua fala, proferida no Museu de Arte Moderna (MAM), no Rio de Janeiro, o presidente conclamou os líderes globais a terem a coragem de agir e ressaltou que a fome não é um fenômeno natural, mas um produto de decisões políticas que perpetuam a exclusão de grande parte da humanidade. Confira a íntegra do discurso: Minhas amigas e meus amigos, Primeiro, eu quero agradecer a generosidade da presença de vocês, transformando o Rio de Janeiro na capital do mundo, neste dia 18 de novembro, dia 19 de novembro. É muito importante o que vamos discutir aqui e eu tenho certeza que, se nós assumirmos a responsabilidade com esses assuntos, da fome e da pobreza, nós poderemos ter sucesso em pouco tempo. Por isso, eu queria dizer a todos vocês: sejam bem-vindos ao Rio de Janeiro. Aproveitem esta cidade que é conhecida como a Cidade Maravilhosa. Esta cidade é a síntese dos contrastes que caracterizam o Brasil, a América Latina e o mundo. De um lado, a beleza exuberante da natureza sob os braços abertos do Cristo Redentor. Um povo diverso, vibrante, criativo e acolhedor. De outro, injustiças sociais profundas. O retrato vivo de desigualdades históricas persistentes. Estive na primeira reunião de líderes do G20, convocada em Washington no contexto da crise financeira de 2008. Dezesseis anos depois, constato com tristeza que o mundo está pior. Temos o maior número de conflitos armados desde a Segunda Guerra Mundial e a maior quantidade de deslocamentos forçados já registrada. Os fenômenos climáticos extremos mostram seus efeitos devastadores em todos os cantos do planeta. As desigualdades sociais, raciais e de gênero se aprofundam, na esteira de uma pandemia que ceifou mais de 15 milhões de vidas. O símbolo máximo na nossa tragédia coletiva é a fome e a pobreza. Segundo a FAO, em 2024, convivemos com um contingente de 733 milhões de pessoas ainda subnutridas. É como se as populações do Brasil, México, Alemanha, Reino Unido, África do Sul e Canadá, somadas, estivessem passando fome. São mulheres, homens e crianças, cujo direito à vida e à educação, ao desenvolvimento e à alimentação são diariamente violados. Em um mundo que produz quase 6 bilhões de toneladas de alimentos por ano, isso é inadmissível. Em um mundo cujos gastos militares chegam a 2,4 trilhões de dólares, isso é inaceitável. A fome e a pobreza não são resultado da escassez ou de fenômenos naturais. A fome, como dizia o cientista e geógrafo brasileiro Josué de Castro, “a fome é a expressão biológica dos males sociais”. É produto de decisões políticas, que perpetuam a exclusão de grande parte da humanidade. O G20 representa 85% dos 110 trilhões de dólares do PIB mundial. Também responde por 75% dos 32 trilhões de dólares do comércio de bens e serviços e dois terços dos 8 bilhões de habitantes do planeta. Compete aos que estão aqui em volta desta mesa a inadiável tarefa de acabar com essa chaga que envergonha a humanidade. Por isso, colocamos como objetivo central da presidência brasileira no G20 o lançamento de uma Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. Este será o nosso maior legado. Não se trata apenas de fazer justiça. Essa é uma condição imprescindível para construir sociedades mais prósperas e um mundo de paz. Não por acaso, esses são os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 1 e 2 da Agenda 2030. Com a Aliança, vamos articular recomendações internacionais, políticas públicas eficazes e fontes de financiamento. O Brasil sabe que é possível. Com a participação ativa da sociedade civil, concebemos e implementamos programas de inclusão social, de fomento da agricultura familiar e da segurança alimentar e nutricional, como o nosso Bolsa Família e o Programa Nacional de Alimentação Escolar. Conseguimos sair do Mapa da Fome da FAO em 2014, para o qual voltamos em 2022, em um contexto de desarticulação do Estado de bem-estar social. Foi com tristeza que, ao voltar ao governo, encontrei um país com 33 milhões de pessoas famintas. Em um ano e onze meses, o retorno desses programas já retirou mais de 24, 5 milhões de pessoas da extrema pobreza. Até 2026, novamente sairemos do Mapa da Fome. E com a Aliança, faremos muito mais. Aqueles que sempre foram invisíveis estarão ao centro da agenda internacional. Já contamos com a adesão de 81 países, 26 organizações internacionais, 9 instituições financeiras e 31 fundações filantrópicas e organizações não-governamentais. Meus agradecimentos a todos os envolvidos na concepção e no funcionamento desta iniciativa, que já anunciaram contribuições financeiras. Foi um ano de trabalho intenso, mas este é apenas o começo. A Aliança nasce no G20, mas seu destino é global. Que esta cúpula seja marcada pela coragem de agir. Por isso quero declarar oficialmente lançada a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. Muito obrigado. Bem, meus amigos, daremos agora o início à discussão entre os membros do G20, começando pelos países da troika. Por isso, eu quero passar a palavra para o primeiro-ministro Narendra Modi, da Índia, última presidência do G20. créditos: correio24horas.com

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Saiba quais são as profissões que vão desaparecer com a IA

Especialistas também afirmam que a consolidação da IA em nosso cotidiano traz um leque de outras possibilidades À medida que a inteligência artificial (IA) avança, automatizando tarefas repetitivas e realizando funções analíticas, vem à tona a preocupação com seu potencial de substituir cargos ocupados por humanos. Especialistas, inclusive, já apontam as profissões que poderão deixar de existir em um futuro próximo. O medo pode ser válido, mas os especialistas também afirmam que a consolidação da IA em nosso cotidiano traz um leque de outras possibilidades, especialmente na área da tecnologia, o que pode ser um desafio para muitos, já que o mercado exige alta qualificação. “Qualquer sistema de IA tem por trás um humano, alguém que se dedicou a áreas como tecnologia e ciência de dados. Então, de certo modo, se algumas profissões serão extintas, outras ocupações irão surgir. A grande preocupação, no entanto, é que nem todos conseguem se especializar. Isso pode contribuir para uma certa desigualdade”, diz Hugo Montes, mestre em Sociologia Digital. A análise de Montes é reforçada por um estudo do Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgado neste ano, que concluiu que dois em cada cinco empregos no mundo poderão ser afetados por essa tecnologia, o que pode agravar as desigualdades sociais. O FMI apontou que, no Brasil, 22% dos empregos seriam afetados de forma negativa, mas, em contrapartida, 19% seriam beneficiados. Na visão de Faustino da Rosa Junior, investidor em tecnologia e CEO de startups, o impacto da IA em muitas dessas áreas é “inevitável e acelerado”. Ele acredita que estamos entrando em uma nova era em que as máquinas assumem tarefas de forma não apenas eficiente, mas em uma escala que o ser humano não pode competir. Segundo uma pesquisa da IBM, 41% das empresas brasileiras utilizam alguma forma de IA em seu dia a dia. “Isso significa que, em vez de depender de profissionais para tarefas específicas, as empresas preferem investir em tecnologias que operam 24 horas por dia, com poucos ou nenhum erro”, afirma Faustino. Ainda conforme Rosa, a IA já está sendo amplamente adotada em diversos setores, e as mudanças no mercado de trabalho devem afetar principalmente funções repetitivas e previsíveis. “A tecnologia está assumindo as tarefas mais repetitivas, e quem não se atualizar e adaptar rapidamente será ultrapassado por essa revolução digital”, alerta. O especialista indicou algumas profissões que podem deixar de existir com o avanço da tecnologia. Entre elas estão os atendentes de call center, ameaçados pelos chatbots e assistentes virtuais; motoristas de entrega, pois empresas estão testando drones e veículos autônomos; e caixas de supermercado, com a popularidade de tecnologias de self-checkout e lojas automatizadas (confira a lista completa abaixo). Arthur Iperoyg, AI Manager na Blip, plataforma de inteligência conversacional em aplicativos de mensagens, ressalta que é necessária uma adaptação significativa, com a educação e requalificação contínuas se tornando essenciais para o mercado tecnológico. Ele, por outro lado, listou os cargos que estão em alta com a expansão da IA. Iperoyg destacou as posições de AI Teacher (instrutor de IA), profissionais de atendimento ao cliente capacitados em IA, cientistas de dados e engenheiros de machine learning com foco em produto, além de engenheiros e analistas de dados, como as mais demandadas. “Precisamos preparar as pessoas para as novas funções que ainda estão surgindo e garantir que todos tenham acesso a oportunidades de desenvolvimento. Além disso, devemos enfrentar os desafios éticos e sociais que essa integração traz, incluindo a privacidade, a desigualdade e a redefinição de nosso papel em um mundo dominado pela inteligência artificial. A verdadeira integração entre aprendizado de máquinas e capital humano dependerá de nossa capacidade de equilibrar inovação com uma visão ética e inclusiva do futuro”, avalia. Profissões ameaçadas Atendentes de call center Redatores de conteúdo Analistas financeiros assistentes Motoristas de entrega empresas Caixas de supermercado . Auxiliares administrativos Consultores de viagem . Operadores de máquinas em Fábricas Profissionais de telemarketing Corretores de imóveis de Baixa créditos: correio24horas

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