Camarão azul gigante assusta pescadores e até peixes no Pará

A espécie não é brasileira e pode chegar até a 32 cm Neste fim de semana, registros de um camarão gigante capturado por pescadores no Pará viralizaram nas redes sociais e chamou atenção pelo tamanho incomum do animal. Em vídeo, é possível ver os pescadores comparando o crustáceo com o tamanho de suas cabeças. O animal é um Camarão-Gigante-da-Malásia (Macrobrachium rosenbergii), com tamanhos que podem chegar a 32 cm de comprimento. Segundo o pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) e ictiólogo, Kleber Mathubara, essa espécie não é brasileira, sendo nativa do Indo-Pacífico, comum no sudeste asiático, norte da Austrália e ilhas do Oceano Índico e Pacífico. “A espécie foi introduzida no Brasil há mais de quatro décadas para cultivo comercial, principalmente no Nordeste”, explica o pesquisador em entrevista ao Uol. Com o tempo, o camarão se espalhou por outras regiões, incluindo a costa amazônica, onde tem sido alvo de pesca. Como se trata de uma espécie exótica, sua captura não é proibida no Brasil. “A remoção desta espécie de águas brasileiras pode ter um impacto ambiental positivo”, afirma Mathubara. Espécies exóticas podem competir com as nativas por alimento e espaço, desequilibrando o ecossistema. “A introdução de espécies exóticas é uma das grandes causas de perda de fauna no nosso país. Já que essas espécies podem se tornar competidoras das nativas e não há predadores que sejam eficientes para controlar as suas populações”, destaca especialista. Ainda de acordo Kleber Mathubara, o camarão pode viver tanto em água doce quanto em água salgada, ocupando desde rios e estuários até regiões oceânicas a 200 km da costa. Essa capacidade de sobrevivência e versatilidade em diferentes ambientes contribuiu para a sua disseminação no norte e nordeste do país. créditos: correio24horas

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Traficantes expulsam moradores do Minha Casa Minha Vida

Imóveis são sublocados ou vendidos para comprar armas e drogas No início, um sonho. Mas com a chegada do crime organizado, a casa própria virou um pesadelo para alguns beneficiários do “Minha Casa Minha Vida”, programa do governo federal que atende milhões de famílias baianas. Muitos contemplados já foram expulsos ou já foram ameaçados para abandonarem os imóveis. Isso porque, traficantes não querem a permanência de parentes ou amigos de policiais e as unidades desocupadas são vendidas em sites de compra. Em Salvador, o problema acontece há pelo menos oito anos em cinco conjuntos habitacionais. Já fora da capital, os relatos dão conta de que a situação acontece em Simões Filho, Feira de Santana, Santo Amaro da Purificação e Jequié. “Eles entraram em meu prédio batendo em porta em porta, falando que aqueles que são policiais, que têm parentes policiais ou que tenham amigos policiais civis ou militares deveriam sair. Estavam fortemente armados, com fuzis e pistolas. Era um grupo enorme”, diz um ex-morador do Conjunto Residencial Fazenda Grande II, localizado em frente à Avenida Assis Valente e da Pedra de Xangô.  “O tráfico alugou o meu apartamento para um traficante chamado de ‘Menor’. E não estou trabalhando. Faço ‘bicos’ e pago R$ 540 de aluguel”, complementa a fonte, que hoje não reside mais em Salvador. Vazios, os imóveis são sublocados ou vendidos. “Tem muitos anúncios de venda no Facebook e no site OLX, apartamentos por R$10mil, R$ 15 mil, R$ 20 mil, que foram de pessoas expulsas. Esse dinheiro provavelmente deve ser investido na compra de drogas em armas”, diz a fonte. A reportagem esteve no Conjunto Residencial Fazenda Grande II, nesta terça-feira (28). A moradia é formada por 27 prédios, cada um com 20 apartamentos. As pessoas ouvidas concordaram falar no anonimato.  Segundo elas, a maioria das unidades hoje é ocupada por pessoas ligadas ao Bonde do Maluco (BDM).  “Estou aqui há dez anos e a cada dia que passa, o problema só aumenta. Logo no início, não havia isso. Mas depois, a coisa foi piorando de uma forma, que sabe da fama, não vem pra cá”, conta uma moradora. Os relatos apontam que líderes comunitários, síndicos, administradores nesses conjuntos sofrem ameaça diariamente. “Somos proibidos a ter qualquer tipo de contato com órgãos públicos. Se não tiver autorização prévia do crime organizado, não podemos solicitar um serviço de campinagem, roçagem ou qualquer outra atividade da Prefeitura sem antes comunicá-los. Se tiver algum problema familiar ou desentendimento entre vizinhos, ninguém pode chamar a polícia, caso contrário, a paga com a vida”, conta um morador. Mas estas não são as únicas determinações do tráfico. “Os moradores são obrigados a deixar a porta aberta ou então abrir a qualquer hora que for preciso, sempre que tiver uma operação policial no local ou quando eles (traficantes) estão fugindo”, relata outra fonte do local. Bromélia  A expulsão de moradores ocorre também no conjunto do MCMV do Bosque das Bromélias, às margens da rodovia Cia-Aeroporto.  Lá, o silêncio impera no centro do bairro, mas já na saída, longe do campo de visão dos “olheiros”, algumas pessoas detalham a opressão sofrida pela comunidade.  “Inocentes taxadas de ‘x-9’, caguete são ameaçadas com frequência. Minha filha, por exemplo, saiu, foi embora daqui, depois que a pegaram e levaram para a ‘boca’. Bateram, mas pouparam a vida dela, porque eu fui lá explicar tudo. Achavam que ela ligava para a polícia, quando, na verdade, falava comigo. A gente se falava quase todos os dias, tarde da noite, porque trabalho no Centro de Salvador”, relatava uma diarista. A mulher disse ainda que vai embora. “Estou deixando aqui, porque não dá pra viver assim, nessa tensão. Vou para o interior, para a casa de parentes, recomeçar. Já contratei o carreto. Já ameaçaram a minha filha. A gente fica com trauma”, diz ela, que emendou um pedido de socorro. “Precisamos de ajuda. Não dá pra ninguém viver. Aqui tem gente de bem, que não tem pra onde ir”, diz. Durante apuração, outra mulher, acompanhada de uma adolescente, veio em direção ao CORREIO e perguntou do que se tratava a reportagem. Ao saber do teor da apuração, ela negou a denúncia. “Aqui sempre foi um lugar pacífico. Acho estranho as pessoas falarem isso. É uma paz. Tem pessoas querendo vir para cá”, declara, antes de ir embora. A declaração dela vai de encontro a alguns episódios no bairro, mas o mais marcante aconteceu m janeiro de 2019, quando o corpo do estudante Jonas Ribeiros dos Santos Neto, 17 anos, foi encontrado no porta-malas de um carro. Na ocasião, um vídeo mostrou o rapaz retirado de um ônibus por homens armados no Bosque das Bromélias. O Planeta dos Macacos, em São Cristóvão, onde Jonas morava, é uma localidade dominada pela facção Comando Vermelho (CV), adversária do BDM, que atua no Bosque das Bromélias. Bate Coração  A situação não difere no MCMV de Bate Coração, em Alto de Coutos. Um homem relatou que, recentemente, uma família inteira teve que deixar o imóvel às presas. “Eles souberam que uma das crianças estuda ou estudava, não sei ao certo, num Colégio Militar. Só que ele veio passar uns dias aqui, com o pai e a madrasta, e a viram fardadas. O pai tentou justificar, mas não teve jeito. No mesmo dia, providenciaram o caminhão para a mudança”, relata. Ele disse ainda que o crime organizado “está vendendo a ‘área comum’ dos prédios”. “É uma área dos moradores, para o nosso benefício, mas estão anunciando por de R$ 10 mil a R$ 50 mil. Como é que pode? Já colocaram bar, salão e até depósito de reciclagem, mas ninguém fala nada porque tem medo de morrer”, declara. Em Salvador, problema é encontrado ainda em unidades do MCMV do Retiro e São Cristóvão. O tráfico está também sublocando ou vendedo imóveis na comunidade de Bate Coração, no Subúrbio Crédito: Arisson Marinho/CORREIO Posicionamentos   As pessoas ouvidas nesta reportagem disseram que já fizeram inúmeras denúncias anônimas a diversos órgãos, entre eles o Ministério Público Federal (MPF), mas sem sucesso. Procurado, o MPF respondeu que  atuação no MCMV

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Calor: acompanhantes levam ventiladores para pacientes em enfermaria do HGE

Relatos apontam que o ar-condicionado fica no mínimo e não refrigera o local As temperaturas na capital baiana estão elevadas. Enquanto o termômetro marcou 35,2°C, no domingo (2), segundo o Centro de Monitoramento de Alerta e Alarme da Defesa Civil de Salvador (Cemadec), acompanhantes de pacientes do Hospital Geral do Estado (HGE) precisaram levar ventiladores para a unidade de saúde para amenizar o calor. É o que revelaram familiares de pacientes ouvidos pela reportagem na manhã desta segunda-feira (3). “Na área de enfermaria, o ar não está gelando. Fica no mínimo, no 22ºC, mas parece que está mais quente. Por questão de conforto, algumas pessoas trouxeram ventilador para deixar os pacientes mais à vontade”, disse uma familiar de um paciente que está na enfermaria, que preferiu não se identificar. Outra acompanhante narrou a mesma situação. “Só na área de enfermaria mesmo que parece estar mais quente, mas não é algo absurdo. Vi algumas pessoas com ventilador, mas onde estou, que é na espera de cirurgia para o meu tio, tudo está normal. Ouvi os boatos da UTI [Unidade de Terapia Intensiva], mas não sei se é verdade porque parece algo muito sério”, contou, também sem se identificar. Procurada, a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) informou, em nota, que “todas as enfermarias do HGE dispõem de aparelhos de ar-condicionado. Os equipamentos estão funcionando normalmente. Não há recomendação para que familiares levem ventiladores”. A pasta não comentou, no entanto, sobre o aparelho permanecer no mínimo de acordo com os relatos dos acompanhantes. Sobre os boatos de que o ar-condicionado da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) estaria quebrado, a Sesab afirmou que “não aconteceram óbitos nem agravamento do estado de pacientes devido a um problema pontual no sistema de ar-condicionado do HGE2”. Ainda de acordo com o órgão, houve uma falha nesta área do hospital, que foi solucionada. “Destacamos ainda que durante o curto período em que a manutenção estava sendo feita, climatizadores provisórios foram instalados e todos os cuidados assistenciais foram rigorosamente seguidos, com acompanhamento da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)”. créditos: correio24horas

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Cadeiras e sombreiros dobram de preço no Porto da Barra após restrições

Banhistas criticam valores e permissionários culpam limitação de sombreiros na faixa de areia A faixa de areia do Porto da Barra voltou a registrar a presença massiva de sombreiros e cadeiras nesta segunda-feira (3). Uma semana após a limitação dos serviços, a sensação dos banhistas é de que a redução foi pequena, mas, em compensação, tudo aumentou de preço. Em média, o aluguel dos itens passou a custar R$ 60, mas teve gente pagando R$ 120 só para se abrigar do sol. “Um cara saiu daqui xingando o nome da ‘laela’ porque teve que pagar esse valor”, contou um banhista, que preferiu não se identificar. O porteiro Tiago Assunção, 32 anos, escolheu passar o dia de folga na praia com a companheira e foi surpreendido pelo alto custo dos serviços. “Paguei R$ 60. Foram R$ 15 de cada cadeira e R$ 30 do sombreiro. O preço está salgado, mas a mulher me disse que está fazendo esse valor ‘no amor’, porque para outras pessoas o valor é R$ 20 pela cadeira e R$ 40 pelo sombreiro. Como eu sou velha guarda, ela tirou R$ 5 de cada cadeira”, conta. Segundo Tiago, antes da limitação dos sombreiros no Porto da Barra, ele costumava pagar R$ 7 pela cadeira e R$ 20 pelo sombreiro. O aumento de preço é explicado por um dos auxiliares de barraca, que não se identificou. “Só querem prejudicar os barraqueiros, então temos que aumentar o preço para pagar as contas. Vou fazer por mais de R$ 1 mil, se puder”, afirma. Quem paga mais caro são os turistas. A funcionária pública carioca Carolina Cosme, 35, que aproveitou o sol desta segunda para ir à praia com o marido, padrinho e a tia, relata que pagou R$ 40 no sombreiro e R$ 10 por cada cadeira, ou seja, R$ 80 no total. Só que, para ela, nada chamou tanto a atenção do que o valor da cerveja. “Eles dobraram o preço de tudo. Pagamos R$ 27 em uma long neck”, diz. O carioca Everaldo Cruz, 60, disse que não tem planos de voltar ao Porto da Barra diante dos preços altos. “É uma experiência, mas eu não volto mais. Se eu voltar, ou compro cerveja antes de vir ou trago de casa. Está tudo caríssimo”, critica. Exceções à regra Embora raro, há quem ainda mantenha preços em conta. Esse é o caso do permissionário Eliomar, que não quis identificar o sobrenome. Antes, ele trabalhava com 100 cadeiras na faixa de areia do Porto e, agora, tem se desdobrado com 30. Por conta disso, aumentou em 50% o valor do kit praia, que saiu de R$ 15 para R$ 30. Apesar do aumento, o valor ainda é bem mais barato do que o praticado pelos colegas. Quando perguntado sobre isso, ele respondeu que a decisão se dá por questão moral. “O que eu posso dizer é que cada um age de uma forma. Eu preferi agir na legalidade. Mantenho o preço, inclusive, aos finais de semana”, frisa. O auxiliar de barraca Márcio Lima, por sua vez, está cobrando R$ 10 pela cadeira e R$ 25 pelo sombreiro. Ele afirma que não faz negociação porque o preço foi o mais justo que a responsável pelos itens conseguiu fazer diante da limitação de materiais. “Trabalhávamos com 80 cadeiras e tínhamos três funcionários. Agora, só ficou eu. Eu tirava R$ 160, agora estou tirando R$ 90 e trabalhando o dia todo”, fala.   créditos: correio24horas

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Bruno Reis fala sobre Plano de Segurança e anuncia câmeras nos uniformes da Guarda Municipal

Durante discurso, o prefeito soteropolitano disse que a prefeitura vai aumentar a participação na segurança pública Apesar da segurança pública ser de responsabilidade do governo estadual, o prefeito Bruno Reis (União Brasil) disse, durante discurso na abertura das atividades legislativas da Câmara de Salvador, que a gestão municipal vai aumentar a participação na área. De acordo com o prefeito, entre as ações previstas, está a criação do Plano Municipal de Segurança, que está em fase de construção e deve ser concluído até o final do primeiro semestre. Ele também anunciou que a Guarda Civil Municipal (GCM) passará a usar câmeras nos uniformes. “Ele (o plano) traz um diagnóstico da situação da segurança, os problemas e como a prefeitura, que tem limitações operacionais e constitucionais, pode atuar para ajudar no enfrentamento a essa questão. A partir desse plano, por exemplo, nossa Guarda Municipal, que já é armada, terá o sistema de câmeras corporais”, explicou Bruno Reis, durante entrevista coletiva. “Por esse plano, poderemos reforçar a parceria federal e a participação de Salvador no Sistema Único de Segurança Pública (Susp). Vamos poder aumentar as iniciativas bem-sucedidas e inovar em investigação, integração com as demais forças e modernização dos equipamentos. Eu vou comandar diretamente o Plano Municipal de Segurança. E nossas principais armas serão treinamento e inteligência, com o auxílio poderoso da infraestrutura digital soteropolitana, que não para de avançar”, acrescentou. O mandatário soteropolitano também comentou sobre projetos realizados nos últimos quatro anos para a área de segurança. Foram citadas ações como a Patrulha Escolar e a Patrulha Guardiã Maria da Penha. Neste último, agentes da Guarda Civil Municipal atuam na prevenção e no atendimento dos casos de violência doméstica e familiar contra as mulheres. Também foram citadas a criação da Casa da Mulher Brasileira e de unidades de acolhimento à mulher em situação de violência, além da instalação de 1900 câmeras e do aumento da presença da GCM no Centro Histórico.   créditos: correio24horas

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Jovem morre após ser perseguido e baleado durante ação policial em Salvador

PM alega que Iuri dos Santos estava armado, porém familiares e amigos negam. Eles dizem que rapaz com deficiência intelectual era trabalhador e acusam militares de assassinato. Protestos marcaram o dia. Um jovem de 28 anos morreu após ser perseguido e baleado por policiais militares dentro de uma casa, na terça-feira (28), no bairro do Acupe, em Salvador. Familiares, amigos e vizinhos do rapaz acusam os agentes de assassinato, enquanto a Polícia Militar (PM) alega que ele foi atingido após trocar de tiros com os militares. Em nota, a PM informou que Iuri Almeida Conceição dos Santos estava armado, invadiu o imóvel e atirou contra oa agentes da Rondesp Atlântico, em uma tentativa de fuga. Segundo a corporação, o rapaz foi atingido na suposta troca de tiros, sendo socorrido e levado para o Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu. Com ele, conforme a ocorrência feita pelos policiais militares, foram apreendidos uma arma, drogas e dinheiro em espécie. Material que foi levado para uma delegacia da região, onde o caso foi registrado. A família, no entanto, diz que Iuri não tinha envolvimento com a criminalidade. Segundo moradores da região, ele tinha deficiência intelectual, era funcionário de uma borracharia e fazia pequenos serviços na comunidade. Pouco antes de ser morto, conforme detalham moradores da região, o jovem tomava café na casa de vizinhos e, ao sair, se assustou com a presença dos policiais na rua, retornando para o imóvel. Neste momento, conforme os amigos de Iuri, ele foi seguido até o terceiro andar do prédio, onde foi baleado. As marcas dos tiros ficaram em uma parede e em uma porta da casa. “Ele estava aqui de manhã e a força policial entrou [no bairro]. Como ele já tem medo, porque ele toma remédio controlado. Ele pegou e entrou. O policial já venho entrando, subiu e já foi matando o menino”, disse o entregador de gás Valdinei Santos, vizinho de Iuri.   Marcas de tiros ficaram na casa onde jovem foi baleado durante ação policial em Salvador — Foto: Reprodução/TV Bahia Ao longo do dia, moradores protestaram por causa da morte do rapaz. Pela manhã, logo após a ação, eles queimaram objetos em um trecho da Avenida Vasco da Gama, uma das principais da cidade. Já à noite, um grupo se posicionou em frente à pista, voltando a fechar a via. “Um menino direito, trabalhador e a Polícia chega e mata o menino. Como mata um menino inocente assim?”, afirmou o pai de Iuri, Adailton Conceição O caso será apurado pela Polícia Civil (PC). Leia nota da PM na íntegra 👇   “Na manhã desta terça-feira (28), policiais militares da Rondesp Atlântico apreenderam arma de fogo e drogas na Avenida Caetano, no Acupe. Durante policiamento na região, os militares avistaram vários elementos armados que, ao perceber a presença policial, atiraram e fugiram em direção a um beco. Em ato contínuo, os agentes continuaram em diligência, quando encontraram uma residência com um grupo de pessoas, nas proximidades, alegando que teve a casa invadida por um indivíduo armado. Os policiais progrediram no imóvel e foram surpreendidos com disparos, sendo necessário o revide. Após o cessar-fogo, o ferido foi encontrado caído com uma arma de fogo, sendo socorrido para o HGE, onde não resistiu aos ferimentos. No local, foram encontrados um revólver calibre 38 com três munições do mesmo calibre, 28 recipientes de maconha, 400 pinos de cocaína e dinheiro em espécie. Todo material apreendido foi encaminhado à Polícia Civil, pra medidas cabíveis”. créditos: g1.globo.com

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Crise no Planserv : Governo negligência plano de saúde dos servidores baianos

Crise no Planserv: usuários chegam a esperar meses por consultas  e denunciam descaso O Planserv é um sistema de assistência à saúde subsidiado que o Estado coloca à disposição dos servidores. Por meio do Planserv, o Estado, na condição de grande empregador, garante atendimento médico aos servidores, seus dependentes e agregados. Entretanto, não é de agora que o Planserv enfrenta crise. No dia 7 de novembro de 2024, o Hospital da Bahia, que é um dos maiores e mais conceituados hospitais do estado, suspendeu o atendimento de urgência, emergência, consultas e exames para os usuários do Planserv, o que serviu como agravante para a atual crise que o sistema enfrenta. veja a matéria abaixo:   

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Prefeita de Lauro de Freitas ressalta descaso da gestão anterior ao vistoriar ambulâncias paradas em pátio na Deman

” Parece um cemitério de carros”, afirma a prefeita. Débora Regis, a recém eleita prefeita de Lauro de Freitas denunciou essa semana, o abandono de ambulâncias, ônibus escolares e máquinas paradas por falta de manutenção. Durante a vistoria a prefeita constatou o abandono de veículos que são de uso essencial para toda população da cidade, segundo a prefeita as máquinas estariam paradas há meses. ” Infelizmente, a deman hoje parece um cemitério de carros. Esses veículos seriam de grande eficiência nas ruas e estão aqui parados por falta de manutenção” ressaltou a prefeita. A prefeita ressaltou que a sua prioridade é o atendimento à população e garantiu que encontrará meios para que esses veículos voltem a circular e servir a população.

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Pagodeiro ligado ao PCC é preso em praia da Bahia

Vagner Borges Dias, conhecido como ‘Latrell Brito’ estava foragido há nove meses O cantor de pagode, Vagner Borges Dias, conhecido como ‘Latrell Brito’, teve o cerco fechado em flagrante nesta segunda-feira, 27, na praia de Arembepe, no município de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. Foragido há nove meses, ele foi encontrado após apresentar um documento falso. A prisão é resultado de uma operação conjunta entre o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo (MPSP), o Ministério Público da Bahia (MPBA) e a Polícia Militar baiana (PMBA). Latrell Brito é apontado como o principal alvo da Operação Munditia, que investiga fraudes em contratos públicos realizados em benefício de empresas ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Fraudes em contratos públicos Segundo as investigações, empresas relacionadas a Latrell participaram de esquemas de corrupção para obter contratos com prefeituras, câmaras municipais e o governo estadual. O esquema incluía o pagamento de propinas a autoridades e a simulação de concorrências em processos licitatórios. O alvo tinha mandado de prisão emitido em São Paulo. Latrell Brito, conhecido no meio do “pagode proibidão”, tem quase 1 milhão de seguidores no Instagram. É lá que ele divulga vídeos de músicas autorais e covers, além de compartilhar sua rotina pessoal e familiar, frequentemente exibindo roupas de grife. Operação Munditia   A Operação Munditia é uma iniciativa do Gaeco paulista para desmantelar esquemas fraudulentos que favorecem organizações criminosas em contratos públicos. Após a prisão, Latrell foi encaminhado a uma delegacia em Salvador e deverá ser transferido para São Paulo, onde responderá às acusações de fraude, corrupção, uso de documento falso e associação com organização criminosa.   créditos: Atarde.com

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“Tremendo criador de tarifas”, diz Trump sobre Brasil

“Vamos colocar tarifas em outros países e pessoas de fora que realmente querem nos prejudicar”, disse o presidente dos Estados Unidos O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou o Brasil como um “tremendo criador de tarifas” e voltou a ameaçar taxar outros países que, segundo ele, querem prejudicar os EUA.   “Vamos colocar tarifas em outros países e pessoas de fora que realmente querem nos prejudicar. Eles querem nos prejudicar, mas eles basicamente querem tornar seu país bom. Olhem o que os outros fazem. A China é um tremendo criador de tarifas e a Índia e Brasil, tantos países”, listou Trump durante discurso, feito em um encontro com republicanos na Flórida, na segunda-feira, 28. Após ser reeleito, Trump ameaçou, em dezembro de 2024, taxar os produtos brasileiros. “A Índia taxa muito, o Brasil nos taxa muito. Se eles querem nos taxar, tudo bem, mas vamos taxá-los da mesma forma”, declarou ele à época. Havia expectativa de que logo ao assumir o governo, Trump iniciasse a emissão de ordens para taxar os parceiros comerciais. No entanto, pelo menos em um primeiro momento, isto não aconteceu. A conjuntura levou a uma queda do dólar, que voltou a operar abaixo dos R$ 6. Há expectativa de que estas medidas possam começar a ser colocadas em prática, mas a partir de fevereiro. Técnicos estariam estudando os registros estatísticos para a elaboração das medidas.   créditos: Atarde.com

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