Evento reuniu grandes nomes da literatura nacional e internacional no Centro de Convenções
Uma queda de energia foi registrada no último dia da Bienal do Livro Bahia, nesta quarta-feira (1º), no Centro de Convenções Salvador, na orla da Boca do Rio. A situação afetou a Arena Jovem, espaço dedicado a bate-papo de autores.
De acordo com a organização do evento, a queda aconteceu devido a uma falha interna na distribuição parcial de energia.
Ainda de acordo com a organização, o problema foi corrigido pela equipe de manutenção do Centro de Convenções Salvador e a programação seguiu normalmente.
Em nota, a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba) confirmou que a queda de energia foi um defeito interno e que a “rede elétrica e o fornecimento de energia na região segue normalizado”.
A situação atrasou o do bate-papo “A insustentável leveza do ser”, com a participação da jornalista Rita Batista, do poeta, escritor e compositor Allan Dias Castro e com mediação de Gabriela Almeida. Prevista para começar às 11h, a palestra chegou a ser anunciada diante de um rápido retorno do fornecimento de energia, mas foi novamente adiada após uma nova queda. Em seguida, a mesa foi transferida para o espaço “Café Literário”, onde o fornecimento não foi afetado.
Último dia da Bienal discute desafios da literatura infantil
“O desafio da manutenção da literatura infantil em tempos digitais” foi um dos principais painéis do último dia da Bienal. O evento reuniu o escritor e jornalista da TV Bahia, Ricardo Ishmael, as escritora para infâncias Emília Nuñes e Renata Fernandes e o pedagogo Marcos Cajé.
No centro do debate, os desafios enfrentados pelos autores para manter vivo o interesse das crianças pelo livro. De acordo com dados do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic), 9 em cada 10 crianças brasileiras estão na internet.
Foram seis dias de evento, mais de 170 autores, personalidades e artistas em mais de 100 horas de conteúdos que passearam pela literatura infantil, trouxeram o jeito indígena de contar histórias, reverenciaram a ancestralidade e a força feminina, a cultura africana e a sabedoria popular.
O evento, que começou na última sexta-feira, 26 de abril, termina nesta terça-feira, 01 de maio.
créditos: g1.globo.com


