Fornecedor de armas é preso em Salvador por modificar armamentos para ocultar origem

Na operação, policiais também apreenderam ecstasy, haxixe, cocaína, balanças de precisão, celulares e máquinas de cartão Um homem apontado como fornecedor de armas foi preso na quarta-feira (27) por suspeita de modificar armamentos para ocultar sua origem. A prisão ocorreu em Periperi, no Subúrbio Ferroviário de Salvador, em meio a uma operação policial para desarticular um esquema criminoso. As informações são da Polícia Civil. A iniciativa teve como foco imóveis localizados nos bairros de Itapuã e Periperi, ligados a uma organização criminosa atuante na capital baiana. Após um trabalho de inteligência, os policiais identificaram uma mulher, esposa de uma das lideranças do tráfico na região. O homem está atualmente preso. No imóvel, localizado em Itapuã, foram encontradas drogas e materiais utilizados para armazenamento e venda, mas a proprietária ainda não foi localizada. Na operação, os policiais ainda apreenderam porções de ecstasy, haxixe, cocaína, balanças de precisão, celulares e máquinas de cartão. A operação foi conduzida pelas Coordenações de Repressão a Crimes Contra Instituições Financeiras e de Operações, ambas vinculadas ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), em conjunto com o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). créditos: correio24horas

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Facção MK entra na mira da polícia após morte de guitarrista do Afrocidade e alta de homicídios em Camaçari

Lideranças da facção foram reintegradas ao Baralho do Crime da SSP-BA Apesar das ações de sequestro, tortura e execuções da facção MK em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), ao longo dos últimos anos, a morte do guitarrista Fal Silva, que fazia parte da banda Afrocidade, e crimes mais recentes foram determinantes para ligar um alerta para a polícia. Tanto é que, nesta quarta-feira (27), três integrantes da facção passaram a fazer parte do Baralho do Crime da Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia (SSP-BA). Marivan Elias da Silva,o ‘Kila’, João Ivan Oliveira Rodrigues, o ‘Meiquinho’, são líderes da organização e, inclusive, já fizeram parte do Baralho. O segundo, de acordo com um policial, poderia ser o mandante da ação que acabou na morte do guitarrista Fal SIlva, da Afrocidade. O músico morreu no mês de maio, no bairro de Novo Horizonte, após ser espancado por um grupo de homens em uma área deserta nas imediações da Rua Bahia. Na noite do crime, vizinhos do local ouviram ‘gritos abafados’ da vítima. “Ele pode ser o mandante do crime porque os presos até o momento são da MK. As investigações estão em curso ainda, mas posso dizer que ele é suspeito. O que se avalia, no entanto, é que a ordem dada pelas lideranças da MK não foi de morte, mas sim de um susto. Fal tinha uma dívida, foram dar um susto nele e, por imperícia, acabaram matando naquele dia”, explica o policial, que não será identificado. Até o momento, a Polícia Civil trabalha com oitos suspeitos investigados e já confirmou que a principal linha de investigação em relação a motivação seria a existência de uma dívida de drogas do artista. Após o crime, no entanto, a facção seguiu agindo nas áreas onde tem domínio e homicídios continuaram a acontecer. Para o policial, a inserção de Kila, Meiquinho e Dom, um homicida que faz parte da facção, se dá para conter o avanço da organização na prática de crimes violentos. “O pessoal costuma chamar essas facções até de quadrilha e isso, de certa forma, pode diminuir a visão que se tem do perigo que elas representam. É claro que o Bonde do Maluco (BDM) e o Comando Vermelho (CV) são problemas maiores, mas registros como o da morte de Fal, que têm uma repercussão grande, e a continuidade de ações em outros crimes alerta que algo precisa ser resolvido”, completa. De acordo com dados do Instituto Fogo Cruzado, que monitora a violência armada na Região Metropolitana de Salvador (RMS), contabilizou 150 tiroteios e 144 mortos em Camaçari até o dia 26 de novembro de 2024. O número é a continuidade de uma situação que, em 2023, foi ainda pior. No ano passado, houve 196 tiroteios e 185 mortos. Dados influenciados, principalmente, pelas organizações criminosas. créditos: correio24horas

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Estudante de medicina morto pela PM em SP: o que se sabe e o que falta esclarecer

Ele foi morto durante uma abordagem policial na Vila Mariana, zona sul de São Paulo O estudante universitário Marco Aurélio Acosta, de 22 anos, morreu na madrugada de quarta-feira, 20, após ser baleado durante uma abordagem policial na Vila Mariana, zona sul de São Paulo. Imagens de câmeras de segurança do hotel mostram o momento da ação, mas ainda não está claro o que teria ocorrido antes da abordagem. A família da vítima reclama da falta de informações da polícia e cobra respostas do governo paulista. A Secretaria da Segurança Pública do Estado de SP afirma que os policiais envolvidos foram afastados e que a Corregedoria apura o caso. Nesta quinta, 21, ao Estadão, o Ministério Público disse que irá investigar o caso. Veja abaixo o que se sabe e o que ainda falta esclarecer: Como a ação ocorreu Imagens da câmera de segurança de um hotel da Vila Mariana, na Zona Sul da capital, onde o rapaz estava hospedado, mostram o jovem entrar no estabelecimento correndo. Ele é seguido por um policial militar que o puxa pelo braço, empunhando a arma. Um segundo policial aparece, dando um chute no jovem, que segura seu pé e o faz desequilibrar. Em seguida, o policial de arma em punho dispara na altura do peito da vítima. Família critica polícia e cobra respostas do governo Julio Cesar Acosta Navarro, pai de Marco Aurélio, contou ao Estadão que esteve no hotel após saber da ocorrência. Ele reclama da postura dos policiais, que não passaram informações, apenas disseram que seu filho tinha sido encaminhado a um hospital da região. Navarro ainda relata que esteve com o filho no hospital, antes do jovem ser encaminhado para o centro cirúrgico. “Uma luta no hospital para poder salvar a vida dele. Encontrei ele pedindo socorro, sofrendo”, disse ao Estadão nesta quinta. Cardiologista, o pai afirmou ter pedido à polícia informações sobre o disparo para tentar salvar o filho, mas diz que ninguém da corporação se pronunciou. Ele trabalha no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas, ligado à Faculdade de Medicina da USP, onde também atua como professor colaborador. “Todo esse bando de 16 policiais, com quatro viaturas, estavam já no hospital quando pedi informações para ver questões técnicas, que distância [do tiro], tudo importante para que o cirurgião tenha uma ideia melhor das consequências. Ninguém me falou nada.” O que diz a SSP Em nota, a Secretaria da Segurança Pública afirma que os policiais envolvidos na ocorrência prestaram depoimento, foram indiciados e permanecerão afastados das atividades operacionais até a conclusão das apurações. Toda a conduta dos agentes é investigada. As imagens das câmeras corporais que registraram o fato serão anexadas aos inquéritos conduzidos pela Corregedoria da Polícia Militar e pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). No boletim de ocorrência, os policiais relataram Marco Aurélio estaria alterado e agressivo e teria resistido à abordagem policial “entrando em vias de fato com a equipe policial e, em determinado momento, tentou subtrair a arma de fogo” de um dos policiais. Um dos agentes que estava na ação efetuou um disparo em direção ao estudante “a fim de impedi-lo”, diz o registro. O resgate foi acionado e rapaz foi socorrido ao Hospital Ipiranga, onde morreu horas depois. Ainda segundo o boletim, “todos os policiais militares portavam câmeras corporais.” As imagens registradas pelas câmeras corporais serão anexadas aos inquéritos conduzidos pela Corregedoria da Polícia Militar e pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Ouvidor diz que policiais não seguiram o protocolo O ouvidor das Polícias do Estado, Cláudio Aparecido da Silva, criticou a ação e disse que os policiais não seguiram o protocolo que prevê o uso progressivo da força, como determinam normas internas da corporação. “O uso excessivo da força foi feito e isso culminou com a morte daquele jovem abordado, porque (os agentes) teriam condições, sim, de fazer o uso gradativo da força e render aquele jovem e colocá-lo à disposição da autoridade policial”, afirmou. Segundo ele, a ouvidoria recebeu o caso com muita preocupação. “É mais um reflexo da lógica de polícia que está instalada no Estado de São Paulo”. A Ouvidoria das Polícias informou que também irá acompanhar o caso. “Vamos acompanhar a apuração dessa morte, sempre apelando para que as nossas forças policiais reduzam o nível de atuação com letalidade e garanta a vida das pessoas”, disse Silva. Segundo ele, o órgão irá solicitar acesso às câmeras corporais dos agentes envolvidos. O ouvidor afirma que as imagens da câmera da entrada do hotel mostram que os policiais estavam em número superior ao estudante “Essa pessoa abordada também estava sem camisa, desarmada, e os policiais não fizeram o uso progressivo da força, que está determinado por normas internas da própria Polícia Militar.” Quem era o estudante de medicina Marco Aurélio tinha 22 anos e estudava Medicina na Universidade Anhembi Morumbi. Era apaixonado por futebol e música. Os pais e o irmão afirmam que ele era um rapaz alegre, amoroso. “A alegria da nossa casa, da nossa família, foi embora. Meu melhor amigo foi embora”, escreveu Frank Cardenas, irmão de Marco, nas redes sociais. Ele integrava o time dos alunos de Medicina da Universidade Anhembi Morumbi, onde estudava, e nos campos era conhecido como “Bilau”. Em nota de pesar publicada nas redes sociais, a equipe afirmou que o estudante será lembrado com amor e carinho. O jovem também atuava como MC e, em 2021, divulgou o vídeo de uma música sobre “um amigo morto a tiros pela polícia na porta de casa”. A canção diz: “Quando um amigo morre, deixa um vazio na alma. Sentimos falta das conversas, momentos de risada. Ô, meu aliado, você vai deixar saudade. Amigos nós seremos, pra toda eternidade Inevitavelmente, o que aconteceu? Tremenda injustiça com um amigo meu. Morto a tiros pela polícia na porta de casa, ele era trabalhador e nem mexia em fita errada”. No medley, MC Boy da VM, como se apresentava Marco Aurélio, canta ainda sobre o caso ter virado estatística e o sofrimento

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Duas pessoas morrem durante festa em comunidade cigana na Bahia

Caso foi registrado em um condomínio em Vitória da Conquista; vítimas eram parentes Duas pessoas morreram e uma ficou ferida durante um ataque em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, na terça-feira (19). As vítimas eram parentes e foram identificadas como Joel Silva Lima e Bruno Silva Lima. O duplo homicídio aconteceu durante a festa de uma comunidade cigana em um condomínio próximo ao aeroporto da cidade. Joel e Bruno Silva Lima foram atingidos por disparos de arma de fogo e morreram no local. Estevão Lima, ferido, foi encaminhado ao Hospital Geral de Vitória da Conquista. O autor dos disparos foi identificado por testemunhas, mas fugiu do local. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios do município. Segundo a Polícia Civil, um familiar das vítimas foi preso em flagrante por porte ilegal de arma ao buscar informações sobre o crime.   créditos: correio24horas.com

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Homem é acusado de estupro e morto a pauladas pelo ‘tribunal do crime’ em Salvador

Namorada da vítima teria contado aos criminosos sobre delito sexual Um homem foi morto após ser agredido a pauladas pelo “tribunal do crime” em meio a acusações de ter estuprado a própria namorada em Salvador. Segundo a Polícia Civil, a companheira de Igor Oliveira Damasceno Lopes, de 28 anos, contou aos criminosos que foi vítima do delito sexual, o que motivou a agressão. O crime ocorreu na última segunda-feira (18), no bairro próximo ao Largo da Ventosa, no bairro de Pernambués. Igor deu entrada no Hospital Geral do Estado (HGE) após ser atingido na cabeça, tórax e braços. Ele foi socorrido por uma ambulância do Samu, mas não resistiu aos ferimentos. Policiais militares da 1ª Companhia Independente (CIPM/ Pernambués) foram acionados na manhã de terça (19) na Rua 30 de Setembro e, no local, encontraram a vítima sem sinais vitais. O local foi isolado até a chegada da perícia. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa investiga o homicídio e realiza ações para elucidar o caso. Guias para perícia e remoção do corpo foram expedidas. créditos: correio24horas.com

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Escritório de advocacia demite estagiária acusada de praticar atos racistas em jogos universitários no interior de SP

Jovem é estudante de Direito da PUC-SP. Ela e outros quatro colegas foram identificados em vídeos e fotos como sendo autores de ataques a alunos cotistas da USP, no último sábado (16). O escritório de advocacia Pinheiro Neto informou na manhã desta segunda-feira (18) que demitiu uma estagiária apontada por estudantes como uma das autoras de ataques racistas e classistas contra alunos cotistas da Universidade de São Paulo (USP), que ocorreram durante jogos universitários no último sábado (16). Por nota, a empresa lamentou o episódio e disse que repudia qualquer tipo de preconceito. “Informamos que a estagiária envolvida nesse episódio não integra mais o escritório”. A jovem é Tatiane Joseph Khoury, aluna de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). O g1 tenta contato com a defesa dela. Tatiane e outros quatro colegas foram identificados por uma “força-tarefa” de estudantes em vídeos e fotos feitos durante uma partida de handebol masculino realizada em Americana, no interior do estado. Enquanto as equipes das duas instituições se enfrentavam, torcedores uniformizados da PUC gritavam frases de cunho pejorativo contra estudantes cotistas da USP. Ao mesmo tempo, faziam sinal de dinheiro com as mãos, se referindo a situação socioeconômica das vítimas (veja vídeo acima). Segundo uma estudante que presenciou a cena, os ataques foram dirigidos a um grupo de estudantes negros. Dentre as ofensas proferidas, os autores teriam dito frases como “cotista filho da p***”, “manda o Pix da esmola”. Outros dois escritórios de advocacia, onde estudantes identificados estariam estagiando, também se manifestaram sobre o caso. O Machado Meyer informou que “fará as apurações necessárias e avaliará as medidas a serem tomadas”. Disse ainda que tem a diversidade como um de seus pilares essenciais e se empenha em garantir um ambiente profissional pautado pela ética e pelo respeito às diferenças. Já o Castro Barros Advogados informou que não admite atos discriminatórios praticado por qualquer um de seus integrantes, dentro ou fora do escritório. “Qualquer pessoa que ignore ou despreze esse fato não tem condições de fazer parte do Castro Barros”. Todos os identificados apagaram seus perfis profissionais na rede LinkedIn. O g1 apurou que, ao tomarem conhecimento do caso, as parlamentares Luana Alves (vereadora na capital), Letícia Chagas (codeputada estadual) e Sâmia Bomfim (deputada federal), todas do PSOL, fizeram uma denúncia ao Ministério Público de São Paulo pedindo a abertura de um inquérito para apurar os atos racistas praticados. Em nota conjunta, as diretorias das Faculdades de Direito e os centros acadêmicos de ambas as instituições repudiaram o que chamaram de “lamentáveis episódios” e se comprometeram a investigar o caso, visando responsabilizar os envolvidos. “Essas manifestações são absolutamente inadmissíveis e vão de encontro aos valores democráticos e humanistas, historicamente defendidos por nossas instituições. Diante disso, as entidades signatárias comprometem-se a apurar rigorosamente o caso, garantindo a ampla defesa e o devido processo legal, e a responsabilizar os envolvidos de maneira justa e exemplar”, diz a nota.   A reitoria da PUC também repudiou o episódio e disse que os fatos serão apurados “com o rigor necessário, a partir das normas universitárias e legais, promovendo a responsabilização e conscientização dos envolvidos”. Nota conjunta das faculdades de Direito   “As Diretorias das Faculdades de Direito da USP e da PUC-SP e os Centros Acadêmicos XI de Agosto e 22 de Agosto das duas instituições vêm a público manifestar repúdio aos lamentáveis episódios ocorridos nos Jogos Jurídicos de 2024. Durante o evento, um grupo de alunos da Faculdade de Direito da PUC-SP proferiu manifestações preconceituosas contra estudantes da Faculdade de Direito da USP, utilizando o termo “cotistas” de forma pejorativa. Essas manifestações são absolutamente inadmissíveis e vão de encontro aos valores democráticos e humanistas, historicamente defendidos por nossas instituições. Diante disso, as entidades signatárias comprometem-se a apurar rigorosamente o caso, garantindo a ampla defesa e o devido processo legal, e a responsabilizar os envolvidos de maneira justa e exemplar. Reconhecemos que a segregação social ainda é um desafio no Brasil, mas entendemos que o ambiente universitário deve atuar como um espaço de reparação e transformação. Incidentes como este reforçam a urgência de combatermos todas as formas de hostilidade no meio acadêmico. Festas e jogos universitários devem ser momentos de integração, congraçamento e solidariedade, não de ódio, violência e intolerância, como não raramente se vê. A luta pela superação de uma cultura de violência nesses espaços depende do engajamento de todos e todas. Além da responsabilização dos envolvidos, é indispensável avançarmos na direção de políticas preventivas e de acolhimento. Planejamos implementar protocolos que fortaleçam ouvidorias, promovam a prevenção e a educação antirracista e assegurem um ambiente inclusivo e respeitoso para todos os alunos e alunas. Essa é uma demanda frequente da comunidade acadêmica, que exige ações concretas e eficazes. Estamos determinados a transformar este episódio em um marco para o fortalecimento de uma cultura de respeito, equidade e inclusão em nossas instituições. As Diretorias das Faculdades de Direito da USP e da PUC-SP e os Centros Acadêmicos XI de Agosto e 22 de Agosto das duas instituições vêm a público manifestar repúdio aos lamentáveis episódios ocorridos nos Jogos Jurídicos de 2024. Durante o evento, um grupo de alunos da Faculdade de Direito da PUC-SP proferiu manifestações preconceituosas contra estudantes da Faculdade de Direito da USP, utilizando o termo “cotistas” de forma pejorativa. Essas manifestações são absolutamente inadmissíveis e vão de encontro aos valores democráticos e humanistas, historicamente defendidos por nossas instituições. Diante disso, as entidades signatárias comprometem-se a apurar rigorosamente o caso, garantindo a ampla defesa e o devido processo legal, e a responsabilizar os envolvidos de maneira justa e exemplar. Reconhecemos que a segregação social ainda é um desafio no Brasil, mas entendemos que o ambiente universitário deve atuar como um espaço de reparação e transformação. Incidentes como este reforçam a urgência de combatermos todas as formas de hostilidade no meio acadêmico. Festas e jogos universitários devem ser momentos de integração, congraçamento e solidariedade, não de ódio, violência e intolerância, como não raramente se vê. A luta pela superação de uma cultura de violência nesses espaços depende do engajamento de

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Saiba quem era o apóstolo Rina, fundador da igreja Bola de Neve que morreu em acidente

Pastor perdeu a vida em estrada de Campinas (SP) na noite desse domingo (17) Fundador da Bola de Neve, o apóstolo Rina morreu em um acidente na noite de domingo (17) em São Paulo, mas deixou um legado no âmbito religioso. Rinaldo Pereira Seixas fundou a igreja em 1994 e chamou atenção por usar uma prancha de surfe como púlpito. Ele, no entanto, estava afastado da liderança após polêmicas envolvendo agressão contra mulher. O homem, que era conhecido como Apóstolo Rina ou AP, nasceu em São Paulo e tinha 52 anos. O surgimento da igreja aconteceu após ele passar por problemas de saúde envolvendo hepatite e fortes dores. A causa da morte do pastor foi um acidente de moto em uma estrada em Campinas (SP). O perfil do Instagram da igreja publicou um texto lamentando a perda. “Neste momento de grande tristeza, nos colocamos em oração por sua família, amigos e toda a igreja que foi tão abençoada por seu ministério, deixando um legado que jamais será esquecido”, escreveu. Apóstolo foi acusado de violência doméstica Neste ano, o pastor passou a ser investigado por suspeita de violência doméstica contra a esposa. Em junho, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) concedeu uma medida protetiva para a pastora e cantora gospel Denise Seixas contra Rina. O nome “Bola de Neve” faz referência ao efeito de uma bola na neve, que começa pequena, mas, quando começa a rolar, cresce e toma grande proporções. “Virava uma avalanche”, diz a descrição do site da igreja. Atualmente há 560 igrejas em 34 países. Famosos, como Gabriel Medina, já chegaram a visitar uma das unidades. Os cultos são muito conhecidos por serem mais liberais e descolados. A denúncia envolve lesão corporal, violência psicológica, ameaça, injúria e difamação. O apóstolo deveria manter ao menos 300 metros de distância de Denise, seus familiares ou testemunhas do processo e chegou a ter uma arma apreendida por ordem da Justiça. Ele negava as acusações. Após as denúncias de agressão, a igreja Bola de Neve decidiu afastar o líder religioso de suas funções. Crédito: correio24horas.com

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Mulher é atacada com ácido no rosto por atual do ex-namorado em Salvador

  Vítima foi levada ao Hospital Geral do Estado Uma mulher foi atacada com ácido no rosto no bairro de Pirajá, em Salvador, na noite de domingo (17). Segundo a Polícia Civil, duas suspeitas – mãe e filha – foram presas por tentativa de homicídio. Elas aguardavam a vítima na rua e, ao avistá-la, lançaram ácido contra ela. A dupla passou pelos exames legais e segue à disposição da Justiça. Uma delas seria a atual namorada do ex da vítima, que foi socorrida por um amigo e levada ao Hospital Geral do Estado (HGE). Policiais da 9ª Companhia Independente (CIPM/Pirajá) atendeu a denúncia e a corporação confirmou que a mulher sofreu queimaduras no rosto. O crime aconteceu na Rua Marechal Castelo Branco. créditos: correio24horas

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Concurso da Ufba é anulado pela Justiça por amizade entre candidata e banca examinadora

Juiz considerou na decisão suspeição de parcialidade e falta de transparência Uma decisão da Justiça Federal anulou um concurso para o cargo de professor da Universidade Federal da Bahia (Ufba). No dia 6 de novembro, o juiz Avio Mozar Jose Ferraz de Novaes determinou a anulação da banca examinadora após verificar amizade entre uma candidata e membros examinadores. O concurso foi realizado com base no Edital nº 8/2022, e a vaga é para cargo na Faculdade de Educação da universidade (Faced). De acordo com a decisão do juiz, foi comprovada a existência de relação de proximidade entre uma candidata aprovada no concurso e dois examinadores. Em um caso, a amizade foi evidenciada por interações em redes sociais e por participação em eventos científicos. No outro, há, além da amizade, vínculo acadêmico: o examinador foi orientador da candidata em projetos anteriores. As relações foram consideradas pela Justiça como suficientes para comprometer a imparcialidade da avaliação, levando à anulação da banca e das etapas do concurso já realizadas. A ação judicial foi movida por um candidato que se diz prejudicado. O concurso está suspenso desde junho de 2023 por uma decisão liminar. Por isso, a candidata não tomou posse como professora da Ufba. A instituição informou, em nota, que não recebeu a intimação da sentença definitiva até então. “Assim que isto ocorra, a Ufba deverá tomar as medidas para sanar o motivo da sentença”, pontua. A universidade tem prazo de 15 dias para recorrer, a partir da publicação da decisão. A reportagem tenta contatar a candidata aprovada no processo seletivo e a direção da Faculdade de Educação da Ufba. A decisão do juiz Avio Mozar reconheceu que as relações da candidata com membros da banca ferem o princípio da impessoalidade e contraria o item 9.5 do edital do concurso, que exige isenção dos avaliadores. “A existência de amizade entre a examinadora e a candidata, nos termos do art. 20 da Lei nº 9.784/99, implica a suspeição da citada componente da banca examinadora, e, por conseguinte, macula de nulidade o concurso público”, pontuou. Além da intimidade entre as partes, o magistrado declarou nulo o item 12.1 do edital. Segundo o juiz, o direito dos candidatos de recorrer das decisões da banca foi impedido, comprometendo os princípios do contraditório e da ampla defesa. A decisão indica que a Ufba deve anular a composição da banca e dos atos praticados, além de formular o edital para assegurar maior transparência. créditos: correio24horas

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Funcionário que morreu em queda de elevador já tinha sofrido acidente e voltou a trabalhar há um mês

Filho de trabalhador criticou demora para resgate do corpo: ‘Se fosse algum barão que tivesse morrido, eles tinham fechado a rua e agilizado tudo’ Ariston de Jesus Santos, 61, uma das vítimas da queda de um elevador no Horto Florestal,em Salvador, voltou a trabalhar como carregador de mudança há um mês. Ele havia quebrado dois dedos do pé durante um acidente de trabalho, na Pituba. Ele era um dos dois funcionários que estavam no elevador que despencou, na manhã desta quinta-feira (14). As informações foram confirmadas por Diogo Maurício dos Santos, filho da vítima. Ele chegou ao local do acidente por volta das 12 horas. Em entrevista à reportagem, Diogo disse que os bombeiros ainda não tinham resgatado o corpo do pai, ao contrário do que informou a corporação. “Se fosse algum barão que tivesse morrido, eles tinham fechado a rua e agilizado tudo. Como é pobre, está assim”, desabafou. O Corpo de Bombeiros foi acionado às 10h21. Procurado, o Corpo de Bombeiros reafirmou que os dois corpos foram recuperados pouco antes das 13h, e aguardavam remoção e perícia pelo DPT. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) chegou no local do incidente por volta das 14h. Diogo Mauricio disse que ficou sabendo da morte do pai através de uma prima, que viu a notícia na televisão. Ariston de Jesus era amigo de Manoel Francisco da Silva, de 54 anos, a outra vítima da queda do elevador. “Minha prima me ligou, disse que um elevador caiu e tinha dois corpos dentro”, falou. Ambas as vítimas moravam em Paripe, em Salvador. A entrada de Diogo Maurício teve autorização demorada e ele ficou desesperado do lado de fora. “É meu pai que está aqui dentro!”, gritou, batendo no vidro do portão. “Abre, meu está aí dentro”, repetiu. Antes de ser contratado pela empresa Bom Preço Mudanças, há um mês, Ariston de Jesus estava afastado por questões médicas. Durante um serviço, em um condomínio na Pituba, ele foi atropelado por um carro. “A mulher veio de carro, de frente, e passou por cima do pé do meu pai com o carro. Disse que não tinha visto e que a culpa foi dele”, contou Diogo. Acidente O elevador estava no sexto andar e despencou cerca de 25 metros, na manhã desta quinta-feira (14). Dois trabalhadores que estavam dentro dele morreram. Eles foram identificados como Manoel Francisco da Silva, de 54 anos, e Ariston de Jesus, de 61. O prédio onde aconteceu o acidente se chama Splendor, e fica na Rua Waldemar Falcão. Os dois funcionários estavam no elevador de serviço. Eles eram contratados de uma empresa de mudança chamada Bom Preço. Lourival Santos, funcionário de outra empresa, que estava fazendo um serviço para moradores do mesmo apartamento, disse que não notou nenhum problema no elevador, que usou para transportar gesso. “A gente também pegou elevador, acredito que foi Deus mesmo, poderia ter acontecido com a gente”, afirmou. Ele disse que no momento do acidente o impacto foi grande. “Eu pensei que tivesse sido uma construção desabando, porque foi um impacto muito forte”. Os dois corpos foram recuperados pelos bombeiros e o Departamento de Polícia Técnica (DPT) chegou ao local por volta das 14h. Funcionários da Atlas, responsável pelo elevador, foram ao local. A empresa divulgou nota lamentando as mortes. “A empresa lamenta profundamente a fatalidade ocorrida em um edifício residencial em Salvador e se solidariza com as vítimas e familiares. Informa que está cooperando com as autoridades na investigação das causas do acidente, bem como trabalhando com o condomínio e todas as outras partes envolvidas. Reitera, mais uma vez, as profundas condolências à família das vítimas”, diz o texto. créditos: correio24horas.com

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