Líder de facção baiana é flagrado por policiais e usa esposa e filho como ‘escudos’

Homem foi localizado em São Paulo e tentou resistir à prisão   Um homem suspeito de liderar uma organização criminosa em Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo Baiano, foi preso dentro de casa em São Paulo (SP) na manhã desta quarta-feira (5). Segundo a Polícia Civil, ele tentou resistir à prisão, colocando seu filho e sua companheira defronte os policiais, com o objetivo de evitar a captura, mas mesmo assim foi detido. O suspeito é investigado por diversos homicídios, tráfico de drogas e armas na Bahia. O homem foi localizado na capital paulista por equipes das 1ª, 2ª e 3ª Delegacias de Capturas do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (DOPE/SP), durante a Operação Arlequina. Ele está á disposição da Justiça e deve ser recambiado para a Bahia. As ordens judiciais foram expedidas pela 1ª Vara Criminal e Júri de Execuções Penais de Santo Antônio de Jesus e cumpridas após meses de investigação e monitoramento realizados pelo Núcleo de Inteligência e Serviço de Investigação da 4ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/SAJ). créditos: correio24horas.com

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Traficantes expulsam moradores do Minha Casa Minha Vida

Imóveis são sublocados ou vendidos para comprar armas e drogas No início, um sonho. Mas com a chegada do crime organizado, a casa própria virou um pesadelo para alguns beneficiários do “Minha Casa Minha Vida”, programa do governo federal que atende milhões de famílias baianas. Muitos contemplados já foram expulsos ou já foram ameaçados para abandonarem os imóveis. Isso porque, traficantes não querem a permanência de parentes ou amigos de policiais e as unidades desocupadas são vendidas em sites de compra. Em Salvador, o problema acontece há pelo menos oito anos em cinco conjuntos habitacionais. Já fora da capital, os relatos dão conta de que a situação acontece em Simões Filho, Feira de Santana, Santo Amaro da Purificação e Jequié. “Eles entraram em meu prédio batendo em porta em porta, falando que aqueles que são policiais, que têm parentes policiais ou que tenham amigos policiais civis ou militares deveriam sair. Estavam fortemente armados, com fuzis e pistolas. Era um grupo enorme”, diz um ex-morador do Conjunto Residencial Fazenda Grande II, localizado em frente à Avenida Assis Valente e da Pedra de Xangô.  “O tráfico alugou o meu apartamento para um traficante chamado de ‘Menor’. E não estou trabalhando. Faço ‘bicos’ e pago R$ 540 de aluguel”, complementa a fonte, que hoje não reside mais em Salvador. Vazios, os imóveis são sublocados ou vendidos. “Tem muitos anúncios de venda no Facebook e no site OLX, apartamentos por R$10mil, R$ 15 mil, R$ 20 mil, que foram de pessoas expulsas. Esse dinheiro provavelmente deve ser investido na compra de drogas em armas”, diz a fonte. A reportagem esteve no Conjunto Residencial Fazenda Grande II, nesta terça-feira (28). A moradia é formada por 27 prédios, cada um com 20 apartamentos. As pessoas ouvidas concordaram falar no anonimato.  Segundo elas, a maioria das unidades hoje é ocupada por pessoas ligadas ao Bonde do Maluco (BDM).  “Estou aqui há dez anos e a cada dia que passa, o problema só aumenta. Logo no início, não havia isso. Mas depois, a coisa foi piorando de uma forma, que sabe da fama, não vem pra cá”, conta uma moradora. Os relatos apontam que líderes comunitários, síndicos, administradores nesses conjuntos sofrem ameaça diariamente. “Somos proibidos a ter qualquer tipo de contato com órgãos públicos. Se não tiver autorização prévia do crime organizado, não podemos solicitar um serviço de campinagem, roçagem ou qualquer outra atividade da Prefeitura sem antes comunicá-los. Se tiver algum problema familiar ou desentendimento entre vizinhos, ninguém pode chamar a polícia, caso contrário, a paga com a vida”, conta um morador. Mas estas não são as únicas determinações do tráfico. “Os moradores são obrigados a deixar a porta aberta ou então abrir a qualquer hora que for preciso, sempre que tiver uma operação policial no local ou quando eles (traficantes) estão fugindo”, relata outra fonte do local. Bromélia  A expulsão de moradores ocorre também no conjunto do MCMV do Bosque das Bromélias, às margens da rodovia Cia-Aeroporto.  Lá, o silêncio impera no centro do bairro, mas já na saída, longe do campo de visão dos “olheiros”, algumas pessoas detalham a opressão sofrida pela comunidade.  “Inocentes taxadas de ‘x-9’, caguete são ameaçadas com frequência. Minha filha, por exemplo, saiu, foi embora daqui, depois que a pegaram e levaram para a ‘boca’. Bateram, mas pouparam a vida dela, porque eu fui lá explicar tudo. Achavam que ela ligava para a polícia, quando, na verdade, falava comigo. A gente se falava quase todos os dias, tarde da noite, porque trabalho no Centro de Salvador”, relatava uma diarista. A mulher disse ainda que vai embora. “Estou deixando aqui, porque não dá pra viver assim, nessa tensão. Vou para o interior, para a casa de parentes, recomeçar. Já contratei o carreto. Já ameaçaram a minha filha. A gente fica com trauma”, diz ela, que emendou um pedido de socorro. “Precisamos de ajuda. Não dá pra ninguém viver. Aqui tem gente de bem, que não tem pra onde ir”, diz. Durante apuração, outra mulher, acompanhada de uma adolescente, veio em direção ao CORREIO e perguntou do que se tratava a reportagem. Ao saber do teor da apuração, ela negou a denúncia. “Aqui sempre foi um lugar pacífico. Acho estranho as pessoas falarem isso. É uma paz. Tem pessoas querendo vir para cá”, declara, antes de ir embora. A declaração dela vai de encontro a alguns episódios no bairro, mas o mais marcante aconteceu m janeiro de 2019, quando o corpo do estudante Jonas Ribeiros dos Santos Neto, 17 anos, foi encontrado no porta-malas de um carro. Na ocasião, um vídeo mostrou o rapaz retirado de um ônibus por homens armados no Bosque das Bromélias. O Planeta dos Macacos, em São Cristóvão, onde Jonas morava, é uma localidade dominada pela facção Comando Vermelho (CV), adversária do BDM, que atua no Bosque das Bromélias. Bate Coração  A situação não difere no MCMV de Bate Coração, em Alto de Coutos. Um homem relatou que, recentemente, uma família inteira teve que deixar o imóvel às presas. “Eles souberam que uma das crianças estuda ou estudava, não sei ao certo, num Colégio Militar. Só que ele veio passar uns dias aqui, com o pai e a madrasta, e a viram fardadas. O pai tentou justificar, mas não teve jeito. No mesmo dia, providenciaram o caminhão para a mudança”, relata. Ele disse ainda que o crime organizado “está vendendo a ‘área comum’ dos prédios”. “É uma área dos moradores, para o nosso benefício, mas estão anunciando por de R$ 10 mil a R$ 50 mil. Como é que pode? Já colocaram bar, salão e até depósito de reciclagem, mas ninguém fala nada porque tem medo de morrer”, declara. Em Salvador, problema é encontrado ainda em unidades do MCMV do Retiro e São Cristóvão. O tráfico está também sublocando ou vendedo imóveis na comunidade de Bate Coração, no Subúrbio Crédito: Arisson Marinho/CORREIO Posicionamentos   As pessoas ouvidas nesta reportagem disseram que já fizeram inúmeras denúncias anônimas a diversos órgãos, entre eles o Ministério Público Federal (MPF), mas sem sucesso. Procurado, o MPF respondeu que  atuação no MCMV

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Jovem morre após ser perseguido e baleado durante ação policial em Salvador

PM alega que Iuri dos Santos estava armado, porém familiares e amigos negam. Eles dizem que rapaz com deficiência intelectual era trabalhador e acusam militares de assassinato. Protestos marcaram o dia. Um jovem de 28 anos morreu após ser perseguido e baleado por policiais militares dentro de uma casa, na terça-feira (28), no bairro do Acupe, em Salvador. Familiares, amigos e vizinhos do rapaz acusam os agentes de assassinato, enquanto a Polícia Militar (PM) alega que ele foi atingido após trocar de tiros com os militares. Em nota, a PM informou que Iuri Almeida Conceição dos Santos estava armado, invadiu o imóvel e atirou contra oa agentes da Rondesp Atlântico, em uma tentativa de fuga. Segundo a corporação, o rapaz foi atingido na suposta troca de tiros, sendo socorrido e levado para o Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu. Com ele, conforme a ocorrência feita pelos policiais militares, foram apreendidos uma arma, drogas e dinheiro em espécie. Material que foi levado para uma delegacia da região, onde o caso foi registrado. A família, no entanto, diz que Iuri não tinha envolvimento com a criminalidade. Segundo moradores da região, ele tinha deficiência intelectual, era funcionário de uma borracharia e fazia pequenos serviços na comunidade. Pouco antes de ser morto, conforme detalham moradores da região, o jovem tomava café na casa de vizinhos e, ao sair, se assustou com a presença dos policiais na rua, retornando para o imóvel. Neste momento, conforme os amigos de Iuri, ele foi seguido até o terceiro andar do prédio, onde foi baleado. As marcas dos tiros ficaram em uma parede e em uma porta da casa. “Ele estava aqui de manhã e a força policial entrou [no bairro]. Como ele já tem medo, porque ele toma remédio controlado. Ele pegou e entrou. O policial já venho entrando, subiu e já foi matando o menino”, disse o entregador de gás Valdinei Santos, vizinho de Iuri.   Marcas de tiros ficaram na casa onde jovem foi baleado durante ação policial em Salvador — Foto: Reprodução/TV Bahia Ao longo do dia, moradores protestaram por causa da morte do rapaz. Pela manhã, logo após a ação, eles queimaram objetos em um trecho da Avenida Vasco da Gama, uma das principais da cidade. Já à noite, um grupo se posicionou em frente à pista, voltando a fechar a via. “Um menino direito, trabalhador e a Polícia chega e mata o menino. Como mata um menino inocente assim?”, afirmou o pai de Iuri, Adailton Conceição O caso será apurado pela Polícia Civil (PC). Leia nota da PM na íntegra 👇   “Na manhã desta terça-feira (28), policiais militares da Rondesp Atlântico apreenderam arma de fogo e drogas na Avenida Caetano, no Acupe. Durante policiamento na região, os militares avistaram vários elementos armados que, ao perceber a presença policial, atiraram e fugiram em direção a um beco. Em ato contínuo, os agentes continuaram em diligência, quando encontraram uma residência com um grupo de pessoas, nas proximidades, alegando que teve a casa invadida por um indivíduo armado. Os policiais progrediram no imóvel e foram surpreendidos com disparos, sendo necessário o revide. Após o cessar-fogo, o ferido foi encontrado caído com uma arma de fogo, sendo socorrido para o HGE, onde não resistiu aos ferimentos. No local, foram encontrados um revólver calibre 38 com três munições do mesmo calibre, 28 recipientes de maconha, 400 pinos de cocaína e dinheiro em espécie. Todo material apreendido foi encaminhado à Polícia Civil, pra medidas cabíveis”. créditos: g1.globo.com

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Pagodeiro ligado ao PCC é preso em praia da Bahia

Vagner Borges Dias, conhecido como ‘Latrell Brito’ estava foragido há nove meses O cantor de pagode, Vagner Borges Dias, conhecido como ‘Latrell Brito’, teve o cerco fechado em flagrante nesta segunda-feira, 27, na praia de Arembepe, no município de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. Foragido há nove meses, ele foi encontrado após apresentar um documento falso. A prisão é resultado de uma operação conjunta entre o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo (MPSP), o Ministério Público da Bahia (MPBA) e a Polícia Militar baiana (PMBA). Latrell Brito é apontado como o principal alvo da Operação Munditia, que investiga fraudes em contratos públicos realizados em benefício de empresas ligadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Fraudes em contratos públicos Segundo as investigações, empresas relacionadas a Latrell participaram de esquemas de corrupção para obter contratos com prefeituras, câmaras municipais e o governo estadual. O esquema incluía o pagamento de propinas a autoridades e a simulação de concorrências em processos licitatórios. O alvo tinha mandado de prisão emitido em São Paulo. Latrell Brito, conhecido no meio do “pagode proibidão”, tem quase 1 milhão de seguidores no Instagram. É lá que ele divulga vídeos de músicas autorais e covers, além de compartilhar sua rotina pessoal e familiar, frequentemente exibindo roupas de grife. Operação Munditia   A Operação Munditia é uma iniciativa do Gaeco paulista para desmantelar esquemas fraudulentos que favorecem organizações criminosas em contratos públicos. Após a prisão, Latrell foi encaminhado a uma delegacia em Salvador e deverá ser transferido para São Paulo, onde responderá às acusações de fraude, corrupção, uso de documento falso e associação com organização criminosa.   créditos: Atarde.com

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Enfermeira é investigada por amputar pé de idosa de 103 anos sem anestesia e com bisturi ‘cego’

Paciente reclamou de dor e teria ouvido que profissional estava tirando sua unha encravada A Polícia Civil do Distrito Federal (PC-DF) investiga o caso de uma idosa de 103 anos que teve o pé amputado sem anestesia e com um bisturi ‘cego’ dentro de um apartamento. A denúncia foi divulgada pelo Metrópoles. A amputação clandestina teria sido feita por uma enfermeira contratada para o serviço e que também foi responsável por descartar a parte do corpo após o procedimento. Depoimentos dão conta de que a paciente reclamou de sentir dor, mas ouviu que a ação era apenas a retirada de uma unha encravada. O procedimento ocorreu em 13 de dezembro do ano passado. A vítima era cuidada por técnicos de enfermagem contratados por familiares, mas a enfermeira investigada foi procurada apenas para a amputação. Em uma primeira tentativa, o bisturi teria ficado “cego” por causa da necrose. Ao conseguir realizar a operação, a mulher ainda teve dificuldades para o descarte e precisou da ajuda de um colega de profissão. O segundo envolvido não foi identificado. A coluna Na Mira apurou que idosa foi internada na última segunda-feira (27) para amputar uma outra parte da perna necrosada. Investigadores estiveram no hospital e pediram que familiares dela e funcionários fossem até a delegacia para serem ouvidos em termo de declaração. As investigações ocorrem em sigilo. créditos: correio24horas

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População protesta e fecha trecho da Vasco da Gama após morte de morador

Eles acusam PM de atirar em jovem desarmado Moradores estão fechando um trecho da Avenida Vasco da Gama, em Salvador, na tarde desta terça-feira (28). Eles protestam após a morte de um jovem chamado Yure Almeida, 28 anos, que segundo eles foi morto pela polícia no bairro de Brotas. Segundo as informações da comunidade, o rapaz não teria envolvimento com crime. Eles acusam os PMs de agirem com violência injustificada. “Umas 9h da manhã de hoje apareceram umas quatro guarnições aqui, entrou e matou um menino inocente, especial. Todo mundo gostava dele aqui. Cadê as câmeras nas fardas dos policiais?”, cobrou a moradora Silvia, falando na TV Bahia. “Se ele fosse envolvido (no crime) a gente não estaria aqui”. Ainda de acordo com a moradora, os tiros aconteceram em frente à casa de uma senhora que usa marcapasso e passou mal depois do episódio. A reportagem procurou a Polícia Militar a vai atualizar informações quando houver resposta. A Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador) informou que o trânsito está lento no sentido Dique do Tororó. Os manifestantes fizeram uma barricadas com lixo e entulho queimados na pista. O Corpo de Bombeiros está no local, assim como equipe da 28ª Companhia Independente de Polícia Militar.   créditos: correio24horas

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Carne estragada nas enchentes do RS é revendida como produto nobre do Uruguai em supermercados

Investigação aponta que frigorífico “maquiou” os alimentos e reembalou os produtos, que deveriam virar ração A Polícia Civil investiga o reaproveitamento de 800 toneladas de carne estragada que ficaram submersas durante a enchente no Rio Grande do Sul e foram revendidas de maneira fraudulenta. Uma peça de picanha ainda estava sendo vendida no mercadinho de um frigorífico em Três Rios, no Rio de Janeiro, na quarta-feira (22). A investigação aponta que a empresa Tem Di Tudo Salvados, localizada em Três Rios, RJ, esteve envolvida em um esquema de fraude, vendendo carne de qualidade inferior como se fosse nobre e originária do Uruguai. Segundo o G1, a companhia repassou carnes impróprias para consumo humano a um frigorífico, o qual já havia sido responsável por vender as 800 toneladas de carne estragada que deveriam ser descartadas e transformadas em ração animal. O material, de acordo com a polícia, foi lavado para remover os vestígios de lama e embalado de maneira a simular a origem uruguaia. Entre os produtos comercializados, uma peça de picanha, ainda em circulação em 22 de janeiro, fazia parte do lote de carne estragada que havia sido maquilada e oferecida como boa para consumo. A investigação teve início após o frigorífico que comprou a carne de volta relatar à polícia que havia adquirido o material impróprio para consumo, mas embalado como se fosse adequado. Quatro pessoas foram presas em flagrante. A polícia descobriu que o lote de carne foi enviado a um frigorífico em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, que então repassou para empresas de Minas Gerais. O material foi rastreado de volta ao Rio Grande do Sul, onde meses antes tinha sido submerso pelas enchentes. Fotos do produto indicam que, ao ser reencaminhado para o estado, a carne já apresentava sinais claros de deterioração. Através das embalagens e lotes, o produtor de Canoas reconheceu a mercadoria como sendo a mesma que havia perdido nas enchentes. O inquérito agora busca localizar outras empresas que, sem saber da verdadeira procedência da carne, a compraram e distribuíram por todo o Brasil. A polícia está rastreando as transações com a ajuda das notas fiscais apreendidas no frigorífico para identificar mais compradores do material. Além disso, a Tem Di Tudo Salvados tinha autorização para reaproveitar produtos vencidos, mas, ao invés de cumprir essa função com responsabilidade, foi flagrada vendendo carnes bovinas, suínas e de aves estragadas para açougues e mercados em diversas regiões do Brasil. O delegado Wellington Vieira explicou que a carne foi maquiada para esconder os danos causados pela lama e pelas águas das enchentes, sendo transportada para 32 carretas que seguiram para vários destinos no país. A polícia alertou sobre o risco à saúde gerado pela venda desse produto, frisando que o consumo de carne submersa em água pode causar sérios danos à saúde. As autoridades ainda descobriram que a empresa obteve um lucro exorbitante com o esquema. A carne, originalmente avaliada em R$ 5 milhões, foi comprada pela Tem Di Tudo Salvados por apenas R$ 80 mil, gerando um lucro de 1.000%. Os envolvidos no caso podem ser processados por diversos crimes, incluindo associação criminosa, adulteração de alimentos e corrupção, com repercussões em todo o país. créditos: correio24horas

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Empresário estupra criança de 11 anos em voo de Miami para o Rio

Pernambucano foi preso em flagrante pela PF no desembarque Um homem de 30 anos foi preso em flagrante por estupro de vulnerável contra um garoto de 11 anos, durante um voo que seguiu de Miami, nos EUA, para o Rio de Janeiro. Segundo a Metrópoles, o caso foi na quinta-feira (23) e o suspeito foi detido pela Polícia Federal quando desembarcou. O suspeito é um empresário pernambucano de Petrolina, de acordo com a reportagem. Ele teria praticado um ato libidinoso com o menino, sem consentimento – legalmente, mesmo se houvesse anuência, não seria considerada por se tratar de pessoa com menos de 14 anos. Foi o próprio garoto quem denunciou o caso para a mãe, já na área de desembarque. De acordo com o relato da vítima, durante o voo o empresário se aproximou puxando conversa sobre jogos e outros interesses em comum, buscando criar confiança no menino e prometendo dar a ele jogos. Em seguida, passou a abusar do menino. A PF não deu mais detalhes sobre como ocorreu o abuso, por se tratar de vítima menor de idade. A mãe e o menino procuraram policiais federais da Delegacia Especial da PF no Galeão para denunciar o crime. Na Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV), os agentes confirmaram os relatos da vítima e embasaram a prisão em flagrante do agressor. O empresário foi encaminhado a Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica. Ele vai responder pelo crime de estupro de vulnerável, podendo ser condenado a até 20 anos de prisão. créditos: correio24horas

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Caso Ferro-velho: Mais dois PMs são presos acusados de envolvimento na morte de jovens

Neste momento, a polícia está atrás de outros suspeitos Pelo menos dois policiais militares foram presos na manhã desta sexta-feira (24) acusados de envolvimento no desparecimento e morte dos jovens Paulo Daniel Pereira Gentil do Nascimento e Matusalém Silva Muniz. As vítimas foram vistas pela última vez entrando num ferro-velho de Pirajá, em 9 de novembro do ano passado. Os nomes dos PMs não foram revelados e nem as unidades onde estão lotados. Antes deles, foi preso também, durante a investigação do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), o cabo da PM Josué Xavier, solto da cadeia após o final do prazo da prisão temporária. O policial, que é lotado na 19ª Companhia Independente (CIPM/Paripe), vai ficar no setor administrativo. Salvador: morto por dizer expressão ligada à facção, tiros invadem residências e caso ferro-velho Segundo uma fonte da Secretaria de Segurança Pública (SSP), neste momento é realizada uma operação para captura de outros envolvidos e uma terceira pessoa também teria mandado de prisão cumprindo. Protegido por facção na Bolívia A Polícia Civil apreendeu o celular da mãe do ex-PM e empresário Marcelo Batista da Silva, apontado como mandante dos assassinatos dos dois funcionários. Ela usava o aparelho para falar com o filho. De acordo com fontes da Polícia Civil, a mãe confirmou que Marcelo está na Bolívia, numa fazenda de produção de cocaína, sob a proteção do Comando Vermelho. Agora, o objetivo é saber se outras pessoas estão ajudando o gerente, que tem mandado de prisão decretada por homicídio, ocultação de cadáver, grupo de extermínio, milícia armada e tortura. Organização Internacional de Polícia Criminal já foi acionada para que Marcelo seja preso no exterior. A lista pública da Interpol reúne foragidos da Justiça de diversos países. créditos: correio24horas

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Clonazepam e mais: medicamentos tarja preta são apreendidos pela polícia em Salvador

Remédios controlados eram vendidos sem receita e sem a autorização da Anvisa em farmácias A Polícia Civil apreendeu 1.495 unidades de medicamentos controlados vendidos sem receita e sem a autorização da Anvisa em farmácias de Salvador, durante a Operação ‘Farmácia Legal’ na segunda-feira (20). Dentre os produtos confiscados, estão antibióticos e medicamentos tarja preta, como o clonazepam – vendido sob a marca Rivotril, – e cefalexina – antibiótico que pode tratar uma série de infecções bacterianas. Os investigados serão ouvidos para procedimento no decorrer das investigações. A quantidade de cada produto não foi divulgada, pois está restrita para investigação. A ação tem como objetivo fiscalizar as farmácias e conta com a participação da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-Ba). “O intuito é vistoriar esses estabelecimentos comerciais, identificando a existência de irregularidades que possam interferir na saúde física e psicológica da população. É imprescindível que as farmácias comercializem seus medicamentos, conforme as normas do Código de Defesa do Consumidor”, destacou o superintendente do Procon, Tiago Venâncio. Integram a Operação ‘Farmácia Legal’, pela Polícia Civil, equipes do Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco); do Departamento de Polícia Metropolitana (Depom); da Delegacia do Consumidor (Decon); do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC); do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc); e do Departamento de Polícia Técnica da Bahia (DPT-BA). Os Conselhos Regional de Farmácia (CRF): e o Conselho Regional dos Representantes Comerciais no Estado da Bahia (CORE); além de técnicos da Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz_BA); do Procon-Ba; e da Anvisa. créditos: correio24horas

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