Mulher morre afogada na praia de Jaguaribe, em Salvador

Incidente aconteceu no domingo, 23, próximo a um posto desativado Uma mulher, cuja identidade não foi revelada, que tomava banho na praia de Jaguaribe, em Salvador, no domingo, 23, acabou morrendo após se afogar junto com um homem. O rapaz conseguiu ser socorrido por equipes do Salvamento Marítimo (Salvamar), mas não há detalhes sobre o seu estado de saúde. Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e fez os atendimentos necessários. O afogamento foi registrado na 12ª Delegacia Territorial (DT) de Itapuã onde foram expedidas guias de remoção. A Secretaria Municipal de Ordem Pública (SEMOP) lamentou o falecimento e ressaltou a importância de seguir as orientações dos salva-vidas na prevenção de acidentes. créditos: Atarde.com

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“Identificamos quem ordenava”, diz delegada após ação contra facção

Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Reciclagem, desarticulando uma facção criminosa ligada a diversos homicídios em Salvador   Na madrugada desta quarta-feira, 19, a Polícia Civil da Bahia deflagrou a Operação Reciclagem, coordenada pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com o objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido em diversos homicídios na região de Jardim Cajazeiras. Ao todo, foram expedidos 31 mandados de prisão, dos quais 21 já foram cumpridos, incluindo cinco suspeitos mortos em confronto e sete que já estavam no sistema prisional. Uma mulher também foi presa em flagrante por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo. O grupo criminoso capturado era da Tropa do A, em coligação com a Katiara. Eles atuavam em parceria e cometiam crimes em nome dessas facções. O líder do grupo, identificado como Luís Cláudio dos Santos, vulgo “Do Lixo”, era o responsável por ordenar homicídios e outras atividades criminosas. O nome da operação, “Reciclagem”, faz referência ao apelido do criminoso. Investigações realizadas pelo DHPP apontaram que o grupo tem envolvimento nas mortes de Anderson dos Santos Nascimento Filho, ocorrida em março de 2023 em Vila Canária, a qual desencadeou a operação, de uma criança de 11 anos, em novembro de 2023 naquele mesmo bairro, de Cristiano Santos Reis, em São Marcos, e de Paloma Assis São Pedro, em Tancredo Neves. Joseci Alves dos Santos, Breno Yuri dos Santos de Jesus, Jeferson Santos de Jesus e Leonardo Souza Reis também foram vítimas da quadrilha. Os crimes ocorreram em 2024 e têm relação com o tráfico de drogas. Em Salvador, os mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos nos bairros de Vila Canária, Vale dos Lagos, Pau da Lima e Castelo Branco. Um dos líderes do grupo, Luís Cláudio dos Santos Passo, foi localizado na cidade de Presidente Tancredo Neves. Ele resistiu à prisão e morreu durante confronto com os policiais. A delegada-geral da Polícia Civil da Bahia, Heloísa Brito, explicou que a investigação não se limitou apenas à identificação dos autores dos crimes, mas também buscou compreender a cadeia de comando da facção. Segundo ela, a equipe do DHPP realizou um mapeamento detalhado da organização criminosa, identificando os responsáveis por ordenar as execuções. “Nós buscamos investigar não só o crime e quem o cometeu, mas também quem está por trás. Então, buscamos entender, naquela localidade onde estão ocorrendo outros homicídios, quem seriam as pessoas que estão determinando aquelas mortes e o motivo. A partir daí, ampliamos nosso raio de atuação.” A delegada detalhou que a investigação teve início após o assassinato de Paloma Assis São Pedro, ocorrido em 2023, quando ela levava os filhos para a escola. A apuração revelou que um dos envolvidos no crime havia sido contratado como executor. “Com base nessa premissa, começamos a investigar o homicídio de Paloma, uma mulher que foi morta em meados de 2023, quando levava os filhos para a escola. A partir disso, conseguimos, por meio da investigação, descobrir que um dos autores havia sido contratado para ser o executor.” A prisão desse suspeito ocorreu graças a uma abordagem da Polícia Militar, que desconfiou de seu envolvimento em atividades criminosas e acionou a equipe do DHPP. “Graças a uma abordagem feita pela Polícia Militar, que desconfiou que esse indivíduo poderia estar envolvido em algum outro tipo de atuação criminosa, a equipe entrou em contato com nossos colegas do DHPP, onde informamos que ele tinha um mandado de prisão em aberto em razão da investigação de Paloma.” “A partir desse momento, as equipes, sob a direção da doutora Andréa, centralizaram os esforços. Solicitamos autorização ao juiz para coletar os dados telemáticos e iniciamos uma investigação aprofundada sobre quem era esse indivíduo, qual era o seu contexto e se ele estava matando no bairro por ordem de alguém. Isso nos permitiu montar todo o organograma dessa organização criminosa, identificando o responsável, a liderança – que, inclusive, foi alcançada hoje no interior do estado –, o gerente e os indivíduos que faziam parte dos bondes.” O trabalho minucioso da polícia permitiu a identificação de outros homicídios praticados pelo grupo e culminou na solicitação dos mandados de prisão e busca e apreensão. A operação contou com o apoio de diferentes unidades da Polícia Civil, da Polícia Militar e da SEAP, já que alguns dos criminosos continuavam a dar ordens de dentro do sistema prisional. “Além dos homicídios que já tínhamos identificado como cometidos por eles, com certeza, a partir dos interrogatórios, esclareceremos outros crimes ocorridos naquela área.” “Nosso objetivo maior, e é importante frisar isso, é trazer tranquilidade para aquela região por meio da Secretaria de Segurança Pública e das instituições que a compõem. Estávamos acompanhando um conflito entre organizações criminosas pela disputa de território e pelo comando do tráfico de drogas local, que impunha o medo por meio de execuções violentas. Entendemos que, com essas prisões, traremos um pouco mais de segurança, já que esses indivíduos sairão de circulação.” Ao todo, foram expedidos 31 mandados de prisão. Até o momento, 21 suspeitos já foram capturados, entre eles detentos que já cumpriam pena no sistema prisional. Outras equipes seguem em diligência para localizar os alvos restantes. “Solicitamos 31 mandados de prisão e, até o momento, já alcançamos 21, entre aqueles que já estavam presos e alguns que resistiram. Ainda restam 10 mandados a serem cumpridos, pois algumas equipes ainda não retornaram à base.” créditos: Atarde.com

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Traficante ‘DoLixo’ mantinha comando de facção à distância; entenda

Foco da operação foi o combate a uma organização criminosa que agia de forma articulada entre facções, com atuação principal em Salvador   Na madrugada desta quarta-feira, 19, a Operação Reciclagem, deflagrada pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), desarticulou um grupo criminoso responsável por uma série de homicídios na região de Vila Canária. O foco da operação foi o combate a uma organização criminosa que agia de forma articulada entre facções, tendo como um dos principais líderes Luís Cláudio dos Santos Passo, o “DoLixo”, encontrado na cidade de Presidente Tancredo Neves. O indivíduo resistiu à prisão e morreu durante um confronto com a polícia. Ele era o líder da Tropa do A, uma facção criminosa que, em coligação com a facção Katiara, se estabeleceu em várias localidades, incluindo a área de Vila Canária. A operação resultou em 21 mandados de prisão, dos quais 5 criminosos morreram em confronto, e 7 foram presos, com outros detidos já cumprindo pena no sistema prisional. Segundo o delegado da Polícia Civil, Dr. Marcelo Calmon, Luís Cláudio, o “DoLixo”, apesar de estar fisicamente distante dos locais de crime, mantinha o comando da organização de forma eficaz. Ele utilizava diversos asséclas, indivíduos de confiança, que executavam sua gerência do tráfico de drogas e de armas em seu nome. Em entrevista, Dr. Marcelo Calmon detalhou como a liderança de “DoLixo” funcionava mesmo à distância. “Na verdade, o ‘doLixo’, que era um indivíduo e líder da organização criminosa que atuava no bairro Presidente Tancredo Neves, utilizava diversos asséclas, indivíduos ligados diretamente a ele, que ficavam no bairro de Vila Canária fazendo toda a sua gerência no tráfico de drogas em seu nome, distribuindo droga, distribuindo armas, recolhendo valores e dinheiro proveniente da venda de drogas, que eram repassados diretamente para ele. Mesmo à distância, ele continuava regendo todo o tráfico de drogas naquela localidade, determinando quem morreria, quando os bondes seriam montados, para quem seriam distribuídas as armas e as drogas.” Dr. Marcelo também explicou a dinâmica dos grupos que compunham o comando do tráfico. “Os puxadores de bondes estavam envolvidos nas execuções, sim, e os gerentes do tráfico de drogas também faziam a parte da gerência do tráfico. Alguns misturavam as funções, mas havia outros que se dedicavam apenas ao tráfico. No entanto, muitos exerciam essas duas funções, cada um com seu cargo.” A operação teve como nome “Reciclagem” em alusão ao apelido do chefe da organização.   créditos: Atarde.com

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Clínica e médico terão que indenizar família de mulher morta após cirurgia plástica? Entenda

Verusca Rendall de Carvalho, de 54 anos, morreu após realizar três procedimentos   A família de Verusca Rendall de Carvalho, 54, que morreu após ser submetida a três cirurgias plásticas de uma vez, poderá ser indenizada por danos morais e materiais na esfera civil. A vítima deu entrada na clínica Clinday, em Ondina, na manhã de segunda-feira (17), e sofreu uma parada cardíaca na madrugada de terça-feira (18). Segundo Nayhara Lamenha Lauria, advogada e professora de Direito, familiares podem buscar reparação na Justiça. Ainda é cedo para dizer qual foi a causa da parada cardíaca que Verusca Rendall sofreu após os três procedimentos estéticos. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) fará exames periciais para determinar o que provocou a morte da paciente. Independente do processo que deve ocorrer na esfera criminal, a clínica e o médico responsável podem ser alvo de processos indenizatórios. “O dano moral existe pelo sofrimento que foi causado à família. A indenização por dano material pode ser utilizada para cobrir despesas médicas e o funeral. Ainda é possível haver pensão por morte, se for comprovado que a vítima era provedora do sustento da família”, explica a advogada Nayhara Lamenha Lauria. A especialista ressalta que o processo na esfera civil ocorre separadamente da esfera criminal. “Uma criminalização sendo deferida ajuda no processo civil, se eles andarem ao mesmo tempo. Mas nada impede o direito de petição. A indenização vai depender da reunião de provas e avaliação do juiz”, completa. A Clinday disse, em nota, que possuía na unidade profissional médico e equipe de plantão. “A Clinday sempre ofereceu aos seus pacientes estrutura moderna, seguindo os mais rigorosos protocolos de qualidade, e contínuo compromisso com a segurança e qualidade no atendimento, visando assegurar que todos os processos sejam constantemente revisados para manter o mais alto padrão assistencial”, afirma. A clínica também informa que colabora com a investigação. “No momento, estamos colaborando integralmente com as autoridades para esclarecer os fatos com total transparência e que acompanhará de perto o acontecimento e todos os seus desdobramentos, a fim de garantir total conforto à família e a precisa elucidação do caso”, completa. Veja o posicionamento completo abaixo. O Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb) informou que instaurou uma sindicância sobre o caso. No entanto, a qualquer momento, a família pode fazer parte do polo ativo da demanda. “O Conselho irá dar prosseguimento aos ritos da apuração de acordo com o previsto no Código de Processo Ético-Profissional (CPEP). Esclarecemos ainda que todos os processos na autarquia federal tramitam em sigilo processual, respeitando o amplo direito de defesa e do contraditório. Por fim, havendo sanções públicas transitadas em julgado, serão disponibilizadas para conhecimento da sociedade”, finaliza a nota. Relembre o caso Verusca Rendall de Carvalho, de 54 anos, morreu após dar entrada em uma clínica de cirurgia plástica em Ondina, em Salvador, para realizar procedimentos estéticos. Três cirurgias foram realizadas no abdômen, mamas e pernas durante a segunda-feira (17). O procedimento teve duração de 15 horas. O marido da vítima foi avisado que a paciente teve uma parada cardíaca depois da cirurgia por volta das 5 horas da manhã de terça-feira (18). Ela foi internada às 9 horas do dia anterior para realizar os três procedimentos de vez. As cirurgias de abdominoplastia, prótese de mama e retirada de gordura das pernas eram um sonho da paciente. “Só o marido dela sabia que ela faria as três cirurgias de vez. Ela não quis contar porque sabia que o resto da família não iria aprovar”, contou Soraia Carvalho, irmã da vítima. O episódio ocorreu na Clinday, em Ondina. Segundo a família, Verusca não tinha problemas de saúde. A Polícia Civil chegou por volta das 10 horas da manhã para fazer a retirada do corpo, quando familiares aguardavam a chegada do Departamento de Polícia Técnica (DPT). Durante coletiva de imprensa nesta terça-feira (18), o perito criminal Edson Oliveira afirmou que a Clinday realizou os primeiros socorros adequados. “Eles [funcionários da clínica] utilizam os equipamentos de segurança, como desfibrilador, e medicamentos para tentar trazer a vítima de volta à vida. São profissionais habilitados para fazer esse tipo de procedimento, então, todo o esforço foi promovido”, disse. Veja a íntegra do posicionamento da Clinday “A CLINDAY vem a público manifestar seu profundo pesar pelo falecimento de paciente atendida em sua unidade na manhã de hoje, dia 18/02/2025. Com mais de 20 anos de atuação e mais de 10 mil procedimentos realizados, a Clinday sempre ofereceu aos seus pacientes estrutura moderna, seguindo os mais rigorosos protocolos de qualidade, e continuo compromisso com a segurança e qualidade no atendimento, visando assegurar que todos os processos sejam constantemente revisados para manter o mais alto padrão assistencial. A Clinday também esclarece, em contraponto ao que vem sendo noticiado em alguns meios de comunicação, que possuía na unidade profissional médico e equipe de plantão, os quais, na manha de hoje, já prestaram todas as informações à autoridade policial. No momento, estamos colaborando integralmente com as autoridades para esclarecer os fatos com total transparência e que acompanhará de perto o acontecimento e todos os seus desdobramentos, a fim de garantir total conforto à família e a precisa elucidação do caso. Nos solidarizamos com a família, oferecendo toda nossa atenção e respeito, reafirmando nossa dedicação à ética, à medicina segura e a deferência a todos que confiam em nossa instituição. Nos colocamos à disposição para os esclarecimentos que se façam necessários.”   créditos: Correio24horas.com

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Casos de disparo de arma de fogo em brigas em Salvador e RMS sobem 31%

34 casos foram registrados em 2024   O dono de bar Yuri Oliveira Silva, de 45 anos, se envolveu em uma briga de trânsito no bairro do Cabula, em Salvador, e acabou sendo morto com disparos de arma de fogo, no mês de outubro do ano passado. Tudo começou porque o autor do crime alegou que Yuri havia fechado a via para outros carros ao estacionar em uma vaga. Durante a discussão, o homem o executou. O crime, que chocou a família do comerciante, não foi isolado. Em Salvador e Região Metropolitana, os casos de disparos de arma de fogo em 2024 subiram 31% em relação ao ano anterior. Ao total, a capital baiana e a região metropolitana computaram 34 episódios de conflitos armados entre civis que não têm ligação com disputas entre grupos criminosos nem confrontos com a polícia, no ano passado. Em 2023, haviam sido 24 ocorrências do tipo. Para Tailane Muniz, coordenadora regional do Instituto Fogo Cruzado na Bahia, esse dado reflete a banalização do uso de armas em ambientes públicos e domésticos. “A alta letalidade policial coloca a juventude, sobretudo pessoas negras, na linha de tiro e interfere no ambiente escolar. Por outro lado, o amplo acesso às armas, aumenta exponencialmente as chances de situações de conflito evoluírem para a letalidade. O crescimento dos dados de disparos em briga mostra como uma política de armas com pouco ou nenhum rigor afeta a população”, afirma. Dudu Ribeiro, cofundador e diretor-executivo da Iniciativa Negra e integrante da Rede de Observatórios da Segurança na Bahia, analisa que a flexibilização do acesso às armas, graças a política adotada pelo governo Bolsonaro, promoveu a precarização da vida. “Nós estamos em um período de acentuação da desigualdade e de reação violenta dos aparatos de segurança pública, e isso tem movido episódios mais frequentes de violência”, aponta. Segundo ele, é necessário analisar se o Brasil não precisa de um movimento nacional de pacificação. Isso porque, apesar de o governo Lula já ter revogado alguns dos decretos de facilitação ao acesso de armas de fogo, os armamentos já obtidos pelos civis não foram recuperados. “A chegada dessas armas no mercado legal foi seguida de uma transferência para o mercado ilícito. Então, nós precisamos de uma retomada da ideia de que é necessário desarmar a população e que há necessidade de um controle de armamento para a boa convivência, já que a maior disposição de armas em nenhum momento ou circunstância significou mais segurança para as pessoas”, frisa.   créditos: correio24horas.com

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Homem é hospitalizado após sofrer ataque de abelhas na Pituba

Vítima estava em cima de um coqueiro quando foi atacado pelo enxame   Um homem foi hospitalizado no Hospital Geral do Estado (HGE) depois de ser atacado por um enxame de abelhas, em Salvador, na terça-feira (18). A vítima estava em cima de um coqueiro quando foi atacada pelos animais. Assustado, o homem pulou da árvore para tentar se salvar. O episódio ocorreu na Lagoa dos Patos, na Pituba. Um vídeo registrou o momento do ataque. As abelhas continuam ao redor do homem mesmo quando ele pula da árvore. “São muitas, ele não está dando conta. Pule no rio, não morra aí não”, grita um dos homens na tentativa de ajudar a vítima. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para prestar os primeiros socorros. “O local está sendo monitorado e os esforços empenhados para que a colmeia seja removida com segurança”, afirma a pasta. O risco de um ataque de abelhas varia a depender da gravidade das picadas, podendo haver uma uma inflamação local até uma reação alérgica grave, que pode ser fatal.   créditos: correio24horas

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Família vai processar banda Menos é Mais após morte de trabalhador antes de show em Salvador

Pedro Alves do Rosário, 40, trabalhava na montagem do evento   A família de Pedro Alves do Rosário, 40, trabalhador que morreu após sofrer uma descarga elétrica durante a montagem do show do Grupo Menos é Mais, em Salvador, vai processar a banda de pagode. Ele não utilizava os equipamentos de proteção individual necessários, segundo testemunhas. Procurada, a banda disse que cobra providências para que os direitos dos familiares da vítima sejam assegurados. O funcionário prestava serviço para uma empresa terceirizada, a B Leal Produções, quando foi contratado através dela para o show que aconteceu no dia 11 de janeiro. O Grupo Menos é Mais afirma que está em contato com a empresa responsável pela contratação de Pedro Alves. Brenda Alves do Rosário, 21, filha da vítima, soube da morte do pai enquanto estava no trabalho. “Eu recebi uma ligação de um colega dele dizendo que tinha tido um acidente. Quando eu cheguei lá, estavam fazendo massagem cardíaca, mas ele estava morto. Meu mundo caiu naquele momento”, conta. Além da B Leal Produções, que contratou o funcionário, e a banda de pagode, a família vai processar o Grupo Onda, que produziu a festa. Brenda Alves conta que o pai não tinha formação técnica para trabalhar com eletricidade. “Eu sabia que ele estava trabalhando no show, mas achei que fosse apenas com a montagem do palco. Sem a parte elétrica”, comenta. Testemunhas relataram que o trabalhador não utilizava os equipamentos de proteção adequados, como capacete, luvas e óculos de proteção. Pedro Alves usava apenas uma bota de segurança, que era de uso pessoal, segundo os relatos. O laudo pericial da morte deve sair nos próximos dias. Bruno Leal, responsável pela B Leal Produções, afirma que Pedro foi contratado para prestar serviços três vezes para a empresa, em eventos esporádicos. “A empresa preza pelo treinamento e exigência do EPI [Equipamento de Proteção Individual], seja empregado ou prestador terceirizado. Por enquanto, não temos informações de nenhum processo judicial, até porque as investigações caminham para uma auto responsabilidade”, disse Leal. Questionado se Pedro Alves apresentou alguma experiência na área antes de ser contratado para o serviço, Bruno Leal disse apenas que o trabalhador prestava o mesmo serviço para outras empresas. A vítima foi socorrida por uma ambulância do evento e levado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Itapuã, mas não resistiu. O caso foi registrado como morte acidental por eletroplessão na 12ª Delegacia (Itapuã). O termo técnico é utilizado para explicar mortes causadas por descargas elétricas acidentais. Questionada sobre a morte do trabalhador, a banda brasiliense Menos é Mais reproduziu o posicionamento enviado pelo Grupo Onda, que organizou o evento. Ambos afirmam que acompanham de perto a situação do acidente ocorrido durante a montagem da estrutura do evento em Salvador. “Reiteramos nosso compromisso com a segurança e o respeito a todos os profissionais envolvidos na realização do evento e permanecemos à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais”, dizem. Veja o posicionamento completo ao final da reportagem. Depois da morte, o único suporte recebido pela família foram os recursos para pagar o enterro de Pedro, arcados pelo dono da B Leal Produções. Os familiares também receberam o valor equivalente a quatro diárias de trabalho, cerca de R$1 mil, que não haviam sido pagas ao trabalhador. Show da banda de pagode aconteceu em Salvador em janeiro Crédito: Divulgação “Meu pai era o meu suporte, me ajudava em tudo que podia. Eu não perdi apenas meu pai, perdi um amigo, meu tudo. A empresa dizia que gostava tanto dele, mas não deram suporte algum, apenas ajudaram no enterro”, lamenta Brenda Alves, que tem uma filha de 1 ano e 9 meses. O advogado Gustavo Neiva, que representa a família, explica que o processo busca indenização por danos morais e materiais após a morte. “Ele não tinha qualquer aptidão para o desempenho das atividades que realizava quando veio a óbito. Todas as empresas que promoveram o evento têm interesse financeiro e são responsáveis pela execução do projeto. Por isso, deverão responder judicialmente”, avalia. Veja o posicionamento do Grupo Menos é Mais e do Grupo Onda “Informamos que seguimos acompanhando de perto a situação do acidente ocorrido durante a montagem da estrutura do evento em Salvador.  Desde o primeiro momento, estamos em contato com a empresa responsável pela contratação do prestador de serviços, cobrando as providências necessárias para que sejam assegurados todos os direitos dos familiares da vítima. Reiteramos nosso compromisso com a segurança e o respeito a todos os profissionais envolvidos na realização do evento e permanecemos à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais.” Ações na Justiça do Trabalho crescem 52% O número de ações trabalhistas na Bahia ultrapassou a marca dos 200 mil. Só no ano passado, foram 213.832 novos processos no Tribunal Regional do Trabalho 5ª Região (TRT5), órgão que atende ao estado. O número deu um salto, comparado aos últimos cinco anos, com um crescimento de 52%, quando saiu de 140.095 novos casos em 2020. Em 2021, viveu uma queda, ao somar 129.722 ações no TRT5. Mas voltou a crescer em 2022 e em 2023, com 134.213 e 179.252 novas ações, respectivamente.   créditos: correio24horas

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Pai infarta e morre ao tentar impedir que filho jogue caminhão contra casa

Dois filhos do morto foram levados para delegacia Um homem de 27 anos foi preso suspeito de tentar destruir a casa da família com um caminhão. Durante a confusão, o pai dele, de 67 anos, sofreu um infarto e morreu. O caso aconteceu na zona rural de Arinos, no interior de Minas Gerais, no domingo (16).   Segundo o G1, a Polícia Militar foi chamada ao local após uma briga entre o suspeito e seus pais. Ao chegarem, os policiais encontraram a mãe do homem tentando contê-lo e móveis quebrados dentro da casa. Quando chegaram à área lateral, foram informados de que o pai do autor estava desmaiado na cabine do caminhão, que havia colidido contra a residência. A vítima estava em parada cardiorrespiratória, e os policiais iniciaram o socorro até a chegada do Samu, que constatou a morte do homem.   O suspeito relatou à polícia que chegou em casa após usar drogas e iniciou uma discussão com os pais. Ele afirmou que, durante a briga, o pai foi até a casa de outro filho para pedir ajuda, e foi nesse momento que ele entrou no caminhão e colidiu acidentalmente com a casa. Depois da batida, o pai teria tentado assumir a direção do veículo, mas desmaiou sobre o volante. O suspeito negou ter se envolvido em uma luta corporal com o pai e alegou que o irmão o agrediu com um pedaço de madeira. Por outro lado, o irmão do suspeito disse à polícia que, ao ser procurado pelo pai, encontrou o irmão enfurecido e dirigindo o caminhão em direção à casa. Após a colisão, o pai tentou assumir o controle do veículo, mas desmaiou. O irmão então usou um pedaço de madeira para tentar tirar o suspeito de dentro do caminhão. Diante dos relatos, o homem foi preso por dano e o irmão dele, por lesão corporal. Ambos foram levados à delegacia.   créditos: correio24horas

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Clínica onde administradora morreu após cirurgia plástica nega ausência de médico de plantão

Médico responsável técnico pela Clinday, em Ondina, afirma que a equipe já prestou depoimento à polícia sobre  o ocorrido O diretor da clínica onde a administradora de imóveis Verusca Rendall de Carvalho, 54 anos, morreu depois de se submeter a três cirurgias plásticas, na última segunda-feira (17), emitiu comunicado em que afirma que havia médico e equipe de plantão na unidade. Em nota (leia comunicado completo abaixo) divulgada nas redes sociais da clínica, o médico Catulo Santana, responsável técnico pela Clinday, em Ondina, afirma que a equipe já prestou depoimento à polícia sobre o ocorrido. Verusca morreu após complicações depois de realizar três procedimentos de uma só vez: um no abdômen, um nas mamas e outro nas pernas. O procedimento teve duração de 15 horas. ‘No momento, estamos colaborando integralmente com as autoridades para esclarecer os fatos com total transparência e que acompanhará de perto o acontecimento e todos os seus desdobramentos, a fim de garantir total conforto à família e a precisa elucidação do caso’, diz a nota, que lamenta a morte da paciente. O marido da vítima foi avisado que a paciente teve uma parada cardíaca depois da cirurgia por volta das 5 horas da manhã desta terça-feira (18). Ela foi internada às 9 horas do dia anterior para realizar os três procedimentos de vez. As cirurgias de abdominoplastia, prótese de mama e retirada de gordura das pernas eram um sonho da paciente. “Só o marido dela sabia que ela faria as três cirurgias de vez. Ela não quis contar porque sabia que o resto da família não iria aprovar”, contou a irmã da vítima. O episódio ocorreu na Clinday, em Ondina. A Polícia Civil chegou por volta das 10 horas da manhã para fazer a retirada do corpo, quando familiares aguardavam a chegada do Departamento de Polícia Técnica (DPT). Em conversa com familiares após a morte, o médico responsável pelas cirurgias disse que Verusca Rendall havia realizado todos os exames pré-operatórios necessários para ser submetida aos procedimentos. Algumas horas após as cirurgias, quando já estava no quarto, ela teria passado mal e foi medicada. Pouco tempo depois, sofreu uma parada cardíaca e não resistiu, mesmo após a tentativa de reanimação. Exames periciais poderão definir qual foi a causa da morte. A mulher deixa uma filha de 16 anos, que mora fora do Brasil. A vítima não tinha problemas de saúde, segundo a família. Não foi o primeiro procedimento estético que ela realizou, mas, segundo parentes, os anteriores não haviam sido tão invasivos. A Clinday foi procurada para comentar a morte da paciente após as cirurgias, mas não se manifestou até esta publicação. A matéria será atualizada assim que houver posicionamento. A clínica, que fica localizada na avenida Milton Santos, foi fechada para visitantes e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado. Apenas familiares e pessoas autorizadas tiveram acesso ao local. O caso será investigado pela 7ª Delegacia Territorial de Rio Vermelho, segundo a Polícia Civil. Leia nota da clínica na íntegra: A CLINDAY vem a público manifestar seu profundo pesar pelo falecimento de paciente atendida em sua unidade na manhã de hoje, dia 18/02/2025. Com mais de 20 anos de atuação e mais de 10 mil procedimentos realizados, a CLINDAY sempre ofereceu aos seus pacientes estrutura moderna, seguindo os mais rigorosos protocolos de qualidade, e continuo compromisso com a segurança e qualidade no atendimento, visando assegurar que todos os processos sejam constantemente revisados para manter o mais alto padrão assistencial. A CLINDAY também esclarece, em contraponto ao que vem sendo noticiado em alguns meios de comunicação, que possuía na unidade profissional médico e equipe de plantão, os quais, na manha de hoje, já prestaram todas as informações à autoridade policial. No momento, estamos colaborando integralmente com as autoridades para esclarecer os fatos com total transparência e que acompanhará de perto o acontecimento e todos os seus desdobramentos, a fim de garantir total conforto à família e a precisa elucidação do caso. Nos solidarizamos com a família, oferecendo toda nossa atenção e respeito, reafirmando nossa dedicação à ética, à medicina segura e a deferência a todos que confiam em nossa instituição. créditos: correio24horas

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“Nunca se sabe, né?”, diz vizinho de empresário morto sobre desafetos

Uriel foi morto com pelo menos 10 tiros A motivação para a morte do empresário Uriel Amorim Vila Flor, 32 anos, na manhã desta quarta-feira, 12, em Mussurunga, ainda é um mistério para a polícia. Ele foi executado a tiros, por volta das 7h da manhã, quando chegava para abrir a oficina mecânica AVF Garage, de sua propriedade, na Rua K, Setor H. Sob anonimato, uma comerciante local contou que o crime foi praticado por dois homens, que estavam em um veículo de dados não anotados, que já o aguardavam na rua sem saída. Ao ser surpreendido pelos atiradores, Uriel conseguiu correr em direção à Rua Desembargador Wilde de Lima, a principal do bairro, mas foi alcançado em frente a um estabelecimento comercial e atingido por, pelo menos, 10 tiros. Ele ainda foi levado ao Hospital Municipal de Salvador, em Cajazeiras, onde já chegou sem vida. Também sem se identificar, um morador revelou que o empresário foi morto por uma dupla que estava em uma motocicleta. Ainda de acordo com ele, informações que circulam no bairro é que o crime foi motivado por vingança, já que Uriel tinha desavenças com alguns clientes. Na rua do crime, além de alguns carros estacionados de possíveis clientes, a sandália de Uriel com marcas de sangue | Foto: Andrêzza Moura “Conversava de boa com a gente, ele era uma boa pessoa. Mas, nunca se sabe, né? De vez em quando, a gente via umas discursões aí. Os clientes vinham e brigavam com ele porque não fazia o serviço”, afirmou o rapaz. Vários veículos, inclusive, alguns considerados de luxo, estavam estacionados na frente da oficina. Segundo o morador, pertencem aos clientes da vítima. Em consulta ao site do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ/ BA), o A TARDE verificou que existem 11 anotações em nome de Uriel. Em sete ele figura como réu. O último registro é de uma empresa de gases industriais e medicinais, onde a movimentação mais recente é de 05 de fevereiro deste ano. Até o início da noite desta quarta-feira, o corpo do empresário seguia no Instituito Médico Legal Nina Rodrigues (IMLNR) em procedimento. Em uma rede social, Uriel se definia como um marido dedicado e pai de duas princesas, além de um gearhead – entusiasta apaixonado por carros. Policiais civis da 1ª Delegacia de Homicídios, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), investigam o caso. créditos: Atarde.com

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