Homem é preso após manter mulheres reféns no Nordeste de Amaralina

Autor do crime seria um traficante identificado como Max Borges dos Santos A madruga de sábado, 12, foi de terror no Nordeste de Amaralina, em Salvador. Um suposto traficante identificado como Max Borges dos Santos, manteve a mãe e a amante reféns na rua Marcílio Dias. A Polícia Militar, através de agentes do Pelotão de Emprego Tático Operacional (PETO) da 40ª Companhia Independente , foi acionada por voltas das 2h30 quando avistaram dois indivíduos que entraram em uma casa ao perceber a presença da viatura efetuando disparos contra a guarnição. Um dos suspeitos fugiu e o outro fez duas mulheres de reféns. Os policiais isolaram a área e pediram apoio do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE). Após negociação, o criminoso libertou as vítimas e se entregou. No local foram apreendidos dez munições de 9mm, quatro cápsulas deflagradas 9 mm, dez munições de .45, um punho de arma, uma coronha de SMT, três porta carregadores de fuzil, telefone celular, seis capas de colete, duas balaclavas, sete fones de ouvido, um alicate, uma mochila, LSD adesivo, cocaína, quatro balanças de precisão e sete pacotes contendo embalagens para acondicionar drogas. O suspeito foi encaminhado para Central de Flagrantes nos Barris. créditos: Atarde.com

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Deputadas denunciam racismo em aeroporto: ‘É a cor da nossa pele sendo lida como ‘suspeita’

Elas denunciaram que foram vítimas de revista discriminatória no desembarque Três deputadas estaduais, duas de Minas Gerais e uma de São Paulo, registraram um boletim de ocorrência por terem sofrido prática de racismo no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos nesta sexta-feira (11) . Segundo as deputadas Ediane Maria (PSOL-SP), Andreia de Jesus (PT-MG) e Leninha (PT-MG), que são mulheres negras, elas foram vítimas de revista discriminatória no desembarque do grupo que representou o Brasil no Painel Internacional de Mulheres Afropolíticas, no Senado do México. A deputada Andreia de Jesus relatou em uma rede social que, entre centenas de passageiros no desembarque, ela e as outras duas deputadas foram as únicas selecionadas para uma revista pelos agentes de segurança da Polícia Federal (PF) no Aeroporto de Guarulhos. “O motivo nós já sabemos. É a lógica do “suspeito padrão” que continua operando com as pretas e pretos”, criticou Andreia, que lamentou que “aquele era um constrangimento que nenhuma pessoa merece passar. “Racismo é crime. E a gente vai seguir enfrentando a discriminação em todos os espaços, dentro e fora das instituições”, desabafou a deputada. Leninha também utilizou as redes sociais para denunciar o episódio e corroborou o depoimento da colega, afirmando que nenhuma outra pessoa ao redor foi selecionada para a revista. Ela classificou o episódio como racismo velado, por terem sido as únicas pessoas “sorteadas” para passar pelo procedimento. “Não é coincidência. É padrão. É a cor da nossa pele sendo lida como ‘suspeita’ em um país que ainda normaliza a violência racial disfarçada de protocolo. Mas estamos aqui para denunciar, resistir e lembrar: nenhuma humilhação será silenciada”, criticou. A deputada Ediane destacou que dentre todas as pessoas que estavam na fila, só elas, três mulheres negras, foram as escolhidas para a revista. A Agência Brasil entrou em contato com o Aeroporto de Guarulhos e com a Polícia Federal, mas não obteve retorno até o momento da publicação da reportagem. créditos: correio24horas 

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Três líderes de facção que ostentavam armas nas redes sociais são mortos pela polícia na Bahia

Ações aconteceram em Juazeiro e na Grande Salvador Três suspeitos apontados como líderes de facções criminosas foram mortos pela polícia na Bahia durante operações realizadas na sexta-feira (11). As ações, coordenadas pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco/Bahia) com apoio da Polícia Militar e da Polícia Federal, ocorreram nas cidades de Juazeiro e Simões Filho (RMS). Em Juazeiro, no norte do estado, um dos criminosos, conhecido por comandar assassinatos de rivais no tráfico de drogas, foi localizado e reagiu ao cerco policial. Ele disparou contra os agentes, foi baleado e morreu após ser socorrido. No local, foram apreendidas armas e munições. Já  em Simões Filho, na Grande Salvador, outros dois integrantes de uma facção foram interceptados na BA-526. A dupla também atirou contra as equipes policiais, foi atingida e não resistiu aos ferimentos, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP). Além de armas e munições, os policiais  encontraram e apreenderam celulares que seriam usados nas atividades criminosas. Os três mortos atuavam nas regiões Norte e Metropolitana de Salvador, onde comandavam execuções de rivais e até de usuários de drogas que não pagavam dívidas. Os criminosos ainda ostentavam armas em redes sociais, reforçando sua influência no crime organizado, destacou a secretaria. créditos: correio24horas

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Mulher é atropelada e morta a facadas na Bahia; filho, de 13 anos, também foi ferido

Buscas estão sendo realizadas para localizar o suspeito Uma mulher foi morta a facadas após ter sido atropelada na cidade de Irecê, no Centro Norte da Bahia. O filho, de 13 anos, também foi ferido no ataque e foi encaminhado para uma unidade de saúde. O suspeito já foi identificado pelas autoridades policiais. A vítima é Yasmin Andrade Pinheiro, de 30 anos. Segundo informações da ocorrência policial, ela e o suspeito, um homem de 55 anos, tiveram uma discussão, o que levou o investigado a atropelar Yasmin e esfaqueá-la na sequência. O crime ocorreu na noite de quinta-feira (10), no bairro Recanto das Árvores. O filho da vítima, um adolescente de 13 anos, também foi atingido pelos golpes de faca, foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) para o Hospital Regional de Irecê. Não há atualizações sobre o estado de saúde do jovem. A mãe morreu no local. O suspeito de cometer o crime já foi identificado. Buscas estão em andamento para localizá-lo. Um inquérito foi instaurado na Delegacia Territorial de Irecê para apurar a morte de Yasmin e a tentativa de homicídio contra seu filho. creditos: correio24horas  

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Justiça volta a decretar prisão de empresário por mortes em ferro-velho

Marcelo já havia sido alvo de mandado em novembro de 2024 O empresário Marcelo Batista da Silva voltou a ser considerado foragido após a Justiça da Bahia decretar novamente sua prisão. Ele é suspeito de mandar matar dois funcionários de um ferro-velho em Salvador: Paulo Daniel Pereira Gentil do Nascimento e Matusalém Silva Muniz. De acordo com informações da Tv Record, A nova ordem de prisão foi expedida no dia 1º de abril, mas só veio a público nesta terça-feira, 8. Marcelo já havia sido alvo de mandado em novembro de 2024, mas ganhou liberdade provisória em março deste ano. Outros envolvidos no caso também foram soltos, mas os detalhes da participação deles não foram revelados. O inquérito segue sob sigilo. Entre os investigados está o soldado da PM Josué Xavier, que voltou a atuar na corporação, agora em funções administrativas, após o término da prisão temporária. Ele é lotado na 19ª CIPM, em Paripe. Já o gerente do ferro-velho, Wellington Barbosa, conhecido como “Cabecinha”, também foi preso, mas cumpre prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica devido a um quadro de hanseníase. créditos: correio24horas

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Morre mulher que teve o corpo queimado pelo ex-companheiro cadeirante

Bianca de Souza Barbosa, de 25 anos, teve queimaduras graves em 70% do corpo e não resistiu aos ferimentos A mulher que teve o corpo queimado pelo ex-companheiro cadeirantemorreu nesta terça-feira, 8, no Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador. Bianca de Souza Barbosa, de 25 anos, teve queimaduras graves em 70% do corpo e não resistiu aos ferimentos. O crime ocorreu no dia 31 de março, no Jardim das Margaridas, em Salvador. O homem também chegou a ser atingido pelas chamas, foi socorrido para p HGE., onde ficou custodiado. De acordo com vizinhos, Bianca se separou do suspeito há três meses e saiu da casa onde os dois moravam juntos. No entanto, ela ia regularmente ao imóvel para fazer curativos no homem e mantinha outros cuidados que ele necessita, por ser cadeirante. Eles contaram ainda, na época, que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e sempre que Bianca ia até a residência, era ofendida e agredida fisicamente. Testemunhas relataram ainda que ele teria pedido a uma pessoa para comprar duas garrafas de álcool. Depois, esperou a chegada de Bianca no horário combinado e a trancou em um dos cômodos. Em seguida, ateou fogo ao imóvel, que foi destruído pelas chamas. Segundo a Polícia Civil, o caso é investigado como tentativa de feminicídio. créditos: Atarde.com

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Ex-candidato a prefeito de Itacaré tem prisão decretada pela Justiça

Decisão veio após descumprimento de medida protetiva da própria mãe A Justiça da Bahia decretou a prisão preventiva de Guilherme Tacini Ibanes Serra, conhecido como Guilherme da Vila Baiana, ex-candidato a prefeito de Itacaré (União Brasil). A decisão foi proferida pelo juiz Daniel Álvaro Ramos, após o ex-candidato descumprir uma medida protetiva solicitada pela própria mãe. De acordo com o processo, Guilherme teria violado a ordem judicial no dia 04 de abril de 2025, ao se aproximar da mãe e de outros familiares, em meio a uma disputa por imóveis, incluindo a Pousada Villa Baiana. As denúncias envolvem violência psicológica, física, moral e patrimonial. O Ministério Público da Bahia se manifestou a favor da prisão, destacando o risco à segurança das vítimas e o desrespeito às determinações legais. A Justiça acatou o pedido e expediu o mandado de prisão preventiva.   O caso é parte de uma briga jurídica familiar, que envolve acusações graves e medidas judiciais em curso. O processo segue em sigilo, e a prisão marca um novo capítulo no embate entre o ex-candidato e seus próprios familiares. créditos: atarde .com

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Nanan Premiações volta a ser preso e PMs viram alvos de operação contra lavagem de dinheiro

Grupo promovia rifas e manipulava resultados para organização criminosa O rifeiro Nanan Premiações, alvo de ação contra lavagem de dinheiro em setembro do ano passado, voltou a ser preso na Operação Falsas Promessas. Além do rifeiro, dois policiais militares viraram alvos na segunda fase da operação, que foi deflagrada nas primeiras horas desta quarta-feira (9). As prisões de Nanam e dos PMs são parte do processo que investiga um grupo por lavagem de dinheiro através de rifas ilegais. Ao todo, segundo informações iniciais, 22 pessoas já foram presas na operação. As duas peças-chave do esquema que são alvos nessa fase da operação são Nanan e a sua esposa, que são descritos pela polícia, que não os identificou, como um casal de rifeiros que lidera o esquema criminoso. Segundo informações da polícia, os dois foram presos nas primeiras horas das ações, em um condomínio de luxo, localizado na Estrada do Côco, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). No processo de investigação, foi apurado que o grupo utilizava redes sociais para divulgar rifas de alto valor, com resultados manipulados para beneficiar integrantes da organização. Empresas de fachada e pessoas interpostas eram utilizadas para ocultar a origem dos valores ilícitos. Não se sabe, até o momento, o papel dos policiais militares que viraram alvos nesta quarta-feira como membros do grup criminoso. A ação conduzida pelo Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco-LD), ocorre em Salvador, (RMS) e outras cidades do interior do estado. Dezenas de mandados judiciais, além de medidas cautelares diversas da prisão são cumpridos. Participam da operação cerca de 300 policiais civis, com o apoio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), da Coordenação de Operações de Polícia Judiciária, do Departamento de Homicídios e Proteção à pessoa( DHPP), do Departamentos de Polícia do Interior (Depin) , do Departamento de Polícia Metropolitana (Depom), do Departamento de e Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), do Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), do Departamento de Inteligência Policial (DIP), além do acompanhamento da Corregedoria da Polícia Militar. Operação anterior Na primeira fase da operação, em setembro do ano passado, os influenciadores Nanan e Ramhon Dias, que é seguido por 455 mil pessoas, estavam entre os presos da A ação aconteceu em Salvador, no interior da Bahia e nos Estados de Goiás Espírito Santo e Ceará. De acordo a PC, o grupo movimentou cerca de R$500 milhões através de rifas ilegais. A organização criminosa almejava aproveitar o poder de influência dos integrantes para burlar a fiscalização sobre a origem do dinheiro. Na ação, um dos suspeitos entrou em confronto com os policiais, foi atingido, mas não resistiu aos ferimentos. Ele foi identificado como Sueliton de Almeida Coelho, 50 anos. Sueliton possuía mandado de prisão por tráfico de drogas e organização criminosa, sendo apontado como uma das lideranças no bairro do Nordeste de Amaralina. Além das prisões realizadas na Bahia, outros sete mandados de prisão foram cumpridos nos estados de Goiás (5), Ceará (1) e Espírito Santos (1). A PC também efetuou 26 mandados de busca, com bloqueios ligados a 51 CPFs, que resultaram na apreensão de quarenta veículos, lanchas, motos aquáticas, celulares, passaportes e artigos de luxo. créditos: correio24horas

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Da chacina do Cabula ao Youtube: quem é Tchaca, PM preso em operação contra rifeiros

Lázaro Alexandre Pereira de Andrade é um dos alvos da Operação Falsas Promessas Preso na segunda fase da Operação Falsas Promessas, Lázaro Alexandre Pereira de Andrade, o Tchaca, é figura conhecida na Bahia. O PM foi alvo de denúncia do Ministério Público (MP) por participar da Chacina do Cabula, já teve a prisão militar decretada por usar as redes para propaganda partidária e acumulou, em meio a polêmicas, ao menos 130 mil seguidores nas redes sociais. Antes da sua prisão, a polêmica pública mais recente foi a punição que recebeu da Polícia Militar da Bahia (PM-BA) em maio de 2024. A situação teve início com a candidatura de Tchaca a vereador de Salvador pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Por conta de propaganda políticas nas redes, ele respondeu um processo administrativo na PM por irregularidades e acabou sendo preso, cumprindo 15 dias de detenção em um batalhão da polícia, em Lauro de Freitas. A punição dada a ele seguia a justificativa de que agentes da ativa não poderiam concorrer a cargos por questões éticas da PM. Mesmo com o processo administrativo, a candidatura de Tchaca foi confirmada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nas urnas, o PM conseguiu 5.103 votos, mas não foi eleito. Em 2020, ele também tentou a eleição, mas não obteve êxito. O processo administrativo instaurado pela PM no caso, no entanto, não foi o primeiro caso de investigação com Tchaca como alvo. Ele está entre os nove policiais militares envolvidos na morte de 12 pessoas no bairro do Cabula, em Salvador, caso mais conhecido como Chacina do Cabula. Na apuração da ação policial que ganhou repercussão nacional e foi motivo de protestos, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) chegou a concluir que os policiais planejaram o crime por vingança. Em meio a tudo isso, Tchaca mantém um podcast no Youtube e outras plataformas, que descreve como “o maior podcast policial da Bahia”. “Tudo sobre o dia a dia do policia, suas trajetórias, maiores operações e vivências dentro da instituição! Entretenimento puro, além disso vamos falar de política, atualidade e tudo”, diz a descrição do programa, que acumula mais de 60 mil seguidores. Na Operação Falsas Promessas, Tchaca está na lista das 22 presas na ação, que inclui ainda o rifeiro Nanan Premiações e mais quatro policiais. De acordo com investigação, o grupo movimentou cerca de R$ 500 milhões através de rifas ilegais. A organização criminosa grupo utilizava redes sociais para divulgar rifas de alto valor, com resultados manipulados para beneficiar integrantes do grupo. Empresas de fachada e pessoas interpostas eram utilizadas para ocultar a origem dos valores ilícitos. Não se sabe, até o momento, o papel de Alexandre Tchaca e os outros quatro policiais militares no desenvolvimento das ações criminosas. créditos: correio24horas

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PM suspeito de sequestro e extorsão é preso em flagrante na Bahia

Vítima, sequestrada e ameaçada, reconheceu um dos criminosos ao ir ao banco e acionou a polícia Um esquema de extorsão mediante sequestro foi desarticulado em Camaçari, quando um policial militar acabou preso em flagrante nesta segunda-feira, 31. O militar é apontado como um dos responsáveis por uma série de crimes na cidade, localizada na Região Metropolitana de Salvador. A vítima, uma mulher, foi sequestrada no dia 25 de março, na Praça da Embasa, por quatro homens encapuzados e armados, que usavam coletes e distintivos falsificados da Polícia Civil. Ela foi levada para um cativeiro, onde sofreu ameaças e foi coagida a realizar transferências bancárias. A Delegacia Especializada Antissequestro passou a acompanhar o caso após a denúncia da família e orientou sobre os pagamentos exigidos pelos criminosos. Mesmo após ser libertada, a vítima continuou sendo intimidada. Na segunda-feira, 31), ao ir a uma agência bancária, percebeu um veículo suspeito parado em frente ao local. Ao reconhecer o motorista como um dos sequestradores, acionou a Polícia Militar, que efetuou a prisão em flagrante. A PM da Bahia confirmou que o suspeito pertence à corporação e que ele foi encaminhado para a Coordenadoria de Custódia Provisória (CCP), no Batalhão de Polícia de Choque, em Lauro de Freitas. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, enquanto a Polícia Militar instaurou um Processo Administrativo Disciplinar para apurar a conduta do policial. créditos: Atarde.com

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