Helicóptero do presidente iraniano sofre acidente neste domingo

Raisi, um aiatolá de 63 anos, é presidente do Irã desde 2021 Um helicóptero da Presidência iraniana sofreu um “acidente” neste domingo no noroeste do país. Ainda não se sabe se o presidente, Ebrahim Raisi, estava a bordo, anunciaram os meios de comunicação oficiais. “Algumas informações não confirmadas indicam que o helicóptero que transportava o presidente Raisi sofreu um acidente na província do Azerbaijão Oriental”, disse a televisão estatal, acrescentando que operações para localizá-lo estavam “em andamento”. A agência de imprensa oficial IRNA informou depois que Raisi, assim como o ministro das Relações Exteriores, Hossein Amir-Abdollahian, estavam entre os passageiros. Raisi viajou neste domingo à província do Azerbaijão Oriental, onde inaugurou uma barragem ao lado do presidente do Azerbaijão, Ilham Aliev, na fronteira entre os dois países. A televisão estatal indicou que uma espessa neblina dificultava as buscas na região montanhosa. Raisi, um aiatolá de 63 anos, é presidente do Irã desde 2021. créditos:atarde.com.br

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Príncipe William atualiza estado de saúde de Kate; princesa trata câncer

Princesa de Gales revelou diagnóstico após meses de especulação do público O príncipe William da Inglaterra disse nesta sexta-feira (10) que sua esposa Kate Middleton “vai bem” após o diagnóstico de câncer, enquanto visitava as Ilhas Scilly. O Príncipe de Gales, também conhecido como Duque da Cornualha, visitou o Hospital Comunitário de St. Mary para conhecer a equipe e ouvir sobre uma nova instalação integrada de saúde e assistência social que será construída em um terreno adjacente de propriedade do Ducado da Cornualha. Ele também se reuniu com representantes de empresas locais, crianças em idade escolar e usuários do porto enquanto visitava o porto de St. Mary, a porta de entrada marítima para as ilhas de Scilly. Ele foi aplaudido por moradores locais e apoiadores reais ao parar no caminho para cumprimentá-los. A excursão às Ilhas Scilly fez parte de uma visita de dois dias à Cornualha. Créditos: cnnbrasil.com.br

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Biden sanciona lei que pode banir TikTok nos EUA

Projeto de lei ordena que rede social seja vendida para uma empresa de confiança dos americanos em até 270 dias. Se isso não acontecer, a plataforma será retirada do ar no país. O presidente dos EUA, Joe Biden, sancionou nesta quarta-feira (24) um projeto de lei que ordena que o TikTok, controlado pela empresa chinesa ByteDance, tenha um novo dono nos Estados Unidos. Com isso, a ByteDance terá 270 dias para encontrar um comprador das operações do TikTok no país. Esse prazo poderá ser renovado por mais 90 dias. Caso contrário, a rede social terá que deixar o mercado americano. Após a assinatura de Biden, Shou Zi Chew, presidente-executivo do TikTok, disse que “os fatos e a Constituição estão do nosso lado” e que espera reverter a decisão (leia abaixo). Os EUA alegam que o TikTok coleta dados confidenciais de americanos e que isso representa um risco à segurança nacional. O país teme que a China possa utilizar as informações de mais de 170 milhões de usuários americanos da plataforma para atividades de espionagem. O TikTok, por sua vez, nega a acusação. No sábado (20), a Câmara dos Estados Unidos aprovou a nova versão de lei por 360 votos a 58. O novo texto dava mais tempo para o TikTok encontrar um comprador. O Senado deu aval para o PL na noite desta terça-feira (23) e, para valer, só dependia da sanção de Biden. Caso a empresa não cumpra a decisão americana e não encontre um comprador, as big techs Apple e Google terão que remover o TikTok de suas lojas de aplicativo, App Store e Play Store, respectivamente. O presidente-executivo do TikTok, Shou Zi Chew, disse após a sanção de Biden que a empresa espera vencer uma contestação judicial contra a legislação. “Fiquem tranquilos, não vamos a lugar algum”, disse ele em um vídeo postado momentos depois que Biden sancionou a lei. “Os fatos e a Constituição estão do nosso lado e esperamos prevalecer novamente”, completou.   Pressão sobre o TikTok nos EUA é antiga O TikTok está na mira de autoridades americanas desde o governo Trump. Em 2020, o então presidente tentou impedir que novos usuários baixassem o TikTok e planejava banir as operações do app, mas perdeu uma série de batalhas judiciais sobre a medida. Além do TikTok, o bloqueio incluiu o We Chat, uma espécie de “WhatsApp” chinês. A ByteDance negou as acusações de Trump, dizendo armazenar os dados de usuários norte-americanos fora da China: nos EUA e em Singapura. Em 2021, Joe Biden assinou uma ordem executiva (uma espécie de decreto) que reverteu a decisão do antecessor de banir o TikTok e o WeChat. Mas determinou que o Departamento de Comércio do EUA investigasse como os aplicativos lidam com os dados dos usuários. Em entrevista à CNBC, Trump mudou o discurso sobre o TikTok, dizendo que ainda considera ele uma ameaça à segurança nacional. No entanto, os “jovens podem ir à loucura” com o banimento. Segundo ele, a decisão só irá beneficiar a Meta, dona do Facebook e do Instagram, que, para o ex-presidente, é uma empresa “inimiga do povo”. Créditos: g1.globo.com

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No Conselho de Segurança da ONU, Israel pede ‘todas as sanções’ contra o Irã, que afirma que agiu de forma legítima

No Conselho de Segurança da ONU, Israel pede ‘todas as sanções’ contra o Irã, que afirma que agiu de forma legítima O Conselho de Segurança da ONU se reuniu em caráter de urgência neste domingo (14), a pedido de Israel, um dia depois de o Irã disparar mais de 300 drones e mísseis para atacar Israel no sábado (13). O representante de Israel pediu para que o órgão aplique “todas as sanções” contra o Irã, que respondeu dizendo que agiu de forma legitima ao atacar o território israelense, direcionada apenas a alvos militares.   A ofensiva do Irã foi uma retaliação ao ataque israelense contra a embaixada iraniana na Síria. Rivais de longa data, Israel e Irã travam um duelo cuja intensidade varia conforme o momento geopolítico. O embaixador israelense na ONU, Gilad Erdan, convocou uma reunião “imediata para condenar de forma inequívoca o Irã por esta grave violação” e pediu ao Conselho “que aja para designar como organização terrorista” a Guarda Revolucionária, exército ideológico iraniano. Na noite deste sábado, o Irã disparou mais de 300 artefatos contra Israel em resposta a um suposto ataque israelense contra seu consulado na cidade de Damasco, na Síria. O bombardeio de 1º de abril destruiu o consulado iraniano em Damasco e matou dois altos oficiais da Guarda Revolucionária. O Irã responsabilizou Israel pelo ataque à sede diplomática, mas Israel não confirmou, nem desmentiu. Fala do representante de Israel   Gilad Erdan, representante de Israel na ONU fez várias comparações entre o Irã e o regime nazista: Comparou o regime do aiatolá ao 3º Reich, afirmando que o Irã não é diferente do regime nazista e que o aiatolá não é diferente de Hitler. Mencionou que o regime do aiatolá age como o regime nazista ao buscar hegemonia e exportar sua revolução. Comparou gritos de guerra do Irã (“morte a Israel, morte aos EUA”) ao “Sig Heil” nazista.   O representante de Israel na ONU afirmou que seu país tem o direito de retaliar o Irã após o ataque sofrido. Ele destacou que Israel não é passivo diante de ameaças e ataques: “Não somos sapos na água fervente, somos uma nação de leões” (ele refere-se à ideia de que os sapos em água não percebem que a temperatura está aumentando lentamente e não pulam para fora). Ele pediu ação do Conselho de Segurança da ONU para que imponha “todas as sanções” contra o Irã e passe a considerar a Guarda Revolucionária uma organização terrorista. Resposta do Irã   Logo depois, o representante do Irã na ONU, Saeed Iravani, se pronunciou. Ele afirmou que o país realizou uma operação legítima, conforme as regras da ONU, direcionada apenas a alvos militares.   Iravani falou da proteção dada a Israel por países como EUA, Reino Unido e França na Faixa de Gaza. Ele mencionou então o ataque contra as instalações do Irã em Damasco, ressaltando que o Irã notificou a ONU e agiu dentro do direito internacional ao responder. Fala de Guterres e do representante dos EUA   O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que o Oriente Médio “está à beira do abismo” e que há um perigo de um conflito em larga escala.   “É hora de reduzir e desescalar a situação e exercer o máximo de contenção”, dissse ele. Ele fez um breve relato dos acontecimentos desde o dia 1º de abril, quando o consulado do Irã em Damasco foi atacado, e disse que criticou tanto esse ataque como a resposta do Irã na noite de sábado (13). “Pedi um cessar imediato das hostilidades. É hora de recuar. Civis já estão pagando o preço mais alto. Temos uma responsabilidade compartilhada de evitar uma nova escalada. A paz e a segurança estão sendo minadas a cada hora. Não podemos suportar outra guerra”, disse ele. Robert Wood, representante dos EUA no Conselho de Segurança, disse que o intuito do Irã era causar dano e morte. Foi um risco para outros países na região. “O Conselho de Segurança tem a obrigação de não permitir que tais ações fiquem sem resposta”. Ele afirmou também que se o Irã ou seus aliados tomarem ação contra os EUA, o Irã será responsabilizado. Vasily Nebenzya, representante da Rússia na ONU, defendeu o Irã. Ele afirmou que o Conselho de Segurança não condenou o ataque ao consulado do Irã em Damasco. “O que aconteceu na noite de 13 de abril não foi no vácuo. O Irã agiu pela falta de ação do Conselho de Segurança”. Ele também criticou países do Ocidente que não condenaram aquele ataque: “Hoje testemunhamos uma mostra de hipocrisia e duplo padrão”. Líderes do G7   Os líderes do G7, grupo dos sete países mais industrializados do mundo, condenaram o ataque e disseram que trabalhariam para tentar estabilizar a situação no Oriente Médio. A Itália, que ocupa a presidência rotativa do Grupo dos Sete, agendou uma reunião virtual com os demais membros do grupo, que inclui EUA, Canadá, França, Alemanha, Inglaterra e Japão. Na declaração, os líderes demonstraram preocupação com uma possível escalada de tensões na região. Além disso, pediram cessar-fogo imediato em Gaza. “Nós, os líderes do G7, condenamos inequivocadamente e nos termos mais fortes o ataque direto e sem precedentes do Irã contra Israel. O Irã disparou centenas de drones e mísseis contra Israel […] Com as suas ações, o Irã aumentou o risco de desestabilização da região e corre o risco de provocar uma escalada regional incontrolável. Isto deve ser evitado”, disseram os líderes no comunicado. “Reforçaremos também a nossa cooperação para pôr fim à crise em Gaza, trabalhando para um cessar-fogo imediato e para a libertação de reféns pelo Hamas, e para aumentar a assistência humanitária aos palestinos necessitados”. Comissão Europeia   A presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, afirmou que o ataque do Irã a Israel pode provocar uma escalada de conflito na região e reiterou que isso “deve ser evitado”. “Ontem, o Irã lançou um ataque massivo contra Israel, usando drones e mísseis. Um ataque iraniano direto contra Israel não

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Jovem viraliza nas redes sociais ao vender ossos humanos

Aos 24 anos, Jon Pichaya Ferry soma mais de 23 milhões de curtidas em perfil no TikTok da sua empresa, JonsBones. O motivo pode ser inusitado: Ferry é responsável pela compra e venda de ossos humanos. A sua motivação, “desestigmatizar uma indústria estigmatizada”, faz parte da missão de sua companhia e a frase é exibida em seu portal oficial. Na página, Ferry destaca sua impressão de que “a indústria comercial de ossos estava fortemente associada ao conceito de morte” e muitas vezes era considerada tabu. Nos Estados Unidos, exceto nos estados de Louisiana, Georgia e Tennessee, a posse e venda de osteologia humana é legalizada, sem documentação ou licença necessária. Nesse caso, a empresa de Jon afirma estar empenhada em adquirir e receber os ossos de forma responsável. Origem do interesse de Jon Perry Quando o fundador da empresa, Jon Perry, ainda era criança, seu pai mostrou um esqueleto articulado de rato que havia montado na infância. A apresentação foi o início de um interesse em osteologia, incentivado pelos pais. “A capacidade de estudar restos de esqueletos é muitas vezes considerada como exclusiva para aqueles em laboratórios ou profissões históricas, mas JonsBones se esforça para tornar esta informação acessível a todos”, destaca a empresa. O espaço também apresenta a possibilidade de compras virtuais de esqueletos humanos, incluindo articulações. Um dos crânios disponíveis no site, preparado como ferramenta de ensino para estudantes de Medicina, é vendido por R$ 9,8 mil (U$1,980, no valor original). “A seleção de Jon é incrível, e seus preços são justos. Quando eu disse a ele que estava procurando um crânio, ele trabalhou pessoalmente comigo para encontrar a peça certa para meu orçamento e minhas necessidades”, descreve uma das clientes, indicada como Chris, especialista em cuidados com animais, na área de avaliações. créditos: Jornal correio  

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