Anitta anuncia álbum em português com foco nos ensaios de Carnaval e as presenças de Ivete e Simone Mendes

ançar um disco para o Brasil em momento de visibilidade internacional pode surpreender, mas é ação natural, testada pela cantora no fim de 2022. ♪ Em dezembro de 2022, Anitta lançou EP com músicas em português, À procura da Anitta perfeita. Foi uma ação na época surpreendente porque, ao longo daquele ano de 2022, a artista carioca tinha emplacado o reggaeton Envolver no mercado latino de língua hispânica. Lançado em novembro de 2021, Envolver se tornou no ano seguinte o primeiro grande sucesso de Anitta no mercado internacional. Só que a edição do EP em português em nada prejudicou a escalada internacional da Girl from Rio em 2023. Por isso mesmo, o anúncio de que Anitta lançará em breve um álbum inteiramente cantado em português – notícia dada pela cantora à repórter Renata Capucci em entrevista exibida pelo programa Fantástico (Globo) na edição de, 24 de novembro – deve ser entendida como (mais) uma ação natural na trajetória da artista. O álbum se chama Ensaios da Anitta, sai em 5 de dezembro, é baseado nos ensaios carnavalescos da artista nas temporadas de verão e tem colaborações das cantoras Ivete Sangalo e Simone Mendes. Anitta sabe que é preciso atender as necessidades do mercado brasileiro, bem específicas. O álbum Funk generation (2024), por exemplo, foi pensado para os Estados Unidos. O funk ouvido ali foi reprocessado para os gringos com códigos do mercado musical dos EUA. Não é um disco para o Brasil. Já o álbum Ensaios da Anitta, cujo repertório incluirá abordagens de músicas conhecidas, vai mexer muito mais com o público brasileiro da cantora. É um disco de verão que chegará no embalo da temporada pré-carnavalesca. Pode parecer que não, mas Anitta sempre sabe o que faz. E é por isso que chegou aonde chegou. créditos: g1.globo.com

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Corte de gastos: entenda como as propostas do governo vão tramitar no Congresso até virar lei

Corte de gastos: entenda como as propostas do governo vão tramitar no Congresso até virar lei. Anunciadas nesta quinta-feira (28) pela equipe econômica do governo Luiz Inácio Lula da Silva, as medidas para controlar o gasto público e garantir o respeito ao arcabouço fiscal nos próximos anos não terão efeito imediato. Pelo que o próprio governo anunciou, todas as mudanças dependem do aval do Congresso. Parte do pacote exige mudanças na Constituição Federal – o que, em geral, significa uma tramitação mais demorada e uma exigência de mais votos para a aprovação. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, os projetos já estavam prontos na manhã desta quinta. Apesar disso, os textos ainda não foram divulgados e nem enviados ao Congresso. Os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), já indicaram em entrevistas que o parlamento deve apoiar o pacote e agilizar a tramitação. No entanto, ainda não há um calendário ou um cronograma muito certo para a votação. O governo gostaria de ver pelo menos parte do pacote aprovado ainda este ano – o que significa protocolar, analisar mudanças, negociar com a oposição, votar nos plenários da Câmara e do Senado e sancionar (ou promulgar) o texto em pouco mais de um mês. Emenda à Constituição: o texto mais complicado   Para conseguir cortar gastos, o governo vai ter que fazer mudanças na Constituição. Isso significa enviar os temas ao Congresso dentro de uma PEC – um texto que exige um número alto de votos para ser aprovado. Serão incluídas na PEC, por exemplo: mudanças no valor do abono salarial, pago hoje a quem recebe dois salários mínimos ou menos por mês; a prorrogação da Desvinculação de Receitas da União (DRU) até 2032; mudanças no Fundo Constitucional do Distrito Federal.   A tramitação normal de uma PEC prevê as seguintes etapas: Na Câmara A primeira análise é feita pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, que verifica a admissibilidade da PEC – ou seja, se o texto ofende algum princípio constitucional inviolável, as chamadas “cláusulas pétreas”. Se for admitida pela CCJ, a PEC passa às mãos de uma comissão especial na Câmara – que será criada especificamente para analisar esse texto. Os membros são indicados pelos partidos e têm um prazo para apresentar emendas (sugestões de mudança), e um prazo maior para votar. Aprovada pela comissão especial, a PEC vai ao plenário da Câmara. Lá, precisa de votos favoráveis de 308 deputados (3/5 do plenário) – é a chamada maioria qualificada. É preciso atingir esse placar em dois turnos de votação.   No Senado Uma vez concluída a votação na Câmara, o texto chega ao Senado. E lá, também passa pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que faz uma nova análise de admissibilidade. Passada a CCJ, no entanto, não há nova comissão especial. O texto vai direto ao plenário do Senado, onde precisa de 49 votos (de novo, a maioria qualificada de 3/5) em dois turnos.   Promulgação Diferentemente dos outros projetos de lei, a emenda à Constituição é promulgada pelo próprio Congresso. Ou seja, não passa pela sanção presidencial. Isso só pode acontecer, no entanto, se os plenários da Câmara e do Senado aprovarem o mesmo texto. Uma PEC pode ficar indo e voltando entre Câmara e Senado quantas vezes forem necessárias, até que se chegue a um acordo. Nem deputados, nem senadores têm a “palavra final”. Quando forem promulgadas, as novas regras passam a ser constitucionais. Com o mesmo status, aliás, das regras que estão em vigor desde 1988 – sem hierarquia. Projeto de lei complementar: as mudanças ‘mais simples’   Além da PEC, o governo vai enviar ao Congresso um projeto de lei complementar. Serão incluídas nesse texto: a nova regra de reajustes do salário mínimo; mudanças na verificação dos cadastros do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC); alterações no regime de previdência dos militares.   A tramitação é mais parecida com a de um projeto de lei “convencional”, mas há algumas particularidades. Entenda abaixo: Na Câmara Projetos de lei complementar enviados pelo Planalto começam a tramitar sempre pela Câmara. Os deputados também têm a palavra final, caso o texto sofra mudanças ao passar pelo Senado. A admissibilidade e a adequação financeira do projeto deverão ser analisadas, respectivamente pelas comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Finanças e Tributação. A Mesa Diretora pode definir, ainda, que o texto passe por outras comissões temáticas – como a de Trabalho ou a de Assistência Social, por exemplo. Se forem necessárias mais de três comissões temáticas, ou “de mérito”, o projeto é enviado para uma comissão especial – que é criada especificamente para isso e substitui todas as outras, inclusive a CCJ. Toda essa fase de comissões pode ser “pulada” se o plenário aprovar um requerimento de urgência para o texto. Passada a fase das comissões, o texto vai a plenário. Aqui, são exigidos 257 votos a favor – é a maioria absoluta, ou seja, mais da metade do total de deputados.    créditos: g1.globo.com

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Pai, mãe e filha são encontrados mortos com marcas de tiros dentro da casa onde moravam na Bahia

Vítimas foram identificados como André Luis Passos de Lacerda, de 66 anos, Renaildes de Oliveira Lacerda, de 68, e Tábata de Oliveira Lacerda, de 35. Três pessoas da mesma família foram encontradas mortas dentro da casa onde moravam, no bairro Cidade Nova, em Feira de Santana, a 100 km de Salvador, na quarta-feira (26). As vítimas são pai, mãe e filha e foram identificados como André Luis Passos de Lacerda, de 66 anos, Renaildes de Oliveira Lacerda, de 68, e Tábata de Oliveira Lacerda, de 35. Eles estavam desaparecidos há cerca de duas semanas e a Polícia Militar foi acionada por familiares. Ao chegar ao local, policiais pularam o muro da residência e encontraram os corpos em estágio avançado de decomposição. De acordo com a Polícia Civil, informações preliminares apontam André Luis Passos como autor do dos homicídios de Renaildes e Tábata. Após atirar contra a companheira e a filha, ele tirou a própria vida. Informações apuradas pelo g1 e pela TV Subaé, afiliada da TV Bahia na região, indicam que os corpos estavam próximos, no pavimento térreo da casa. O de Tábata foi encontrado no quarto dos pais, o corpo de Renaildes no banheiro do mesmo cômodo, e André na porta do banheiro. As vítimas vestiam roupas de dormir. Um revólver calibre 38 estava próximo ao homem, com cinco tiros deflagrados. No local também foram encontrados medicamentos de uso controlado. A suspeita é que as mortes aconteceram entre o dia 15 de novembro e a madrugada do dia 16. Nesse período familiares tiveram contato com as vítimas pela última vez. A polícia também investiga relatos de testemunhas que dizem ter ouvido tiros. O irmão de Renaildes relatou à polícia que o casal vinha tendo desavenças e que ela teria sinalizado o desejo de se separar do companheiro. André era empresário em Feira de Santana e proprietário de imóveis. Os corpos foram levados para o Departamento de Polícia Técnica (DPT). Familiares e testemunhas serão ouvidos na Delegacia de Homicídios (DH), que investiga a motivação e circunstâncias do crime. créditosg1.globo.com

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Idoso procura Defensoria para reconhecer paternidade de seis filhos de uma vez

Antônio Sena de Lima disse que nunca tinha registrado os filhos por falta de informação A Defensoria Pública da Bahia (DPE) divulgou um fato inusitado envolvendo um idoso de 85 anos. Ele queria reconhecer, de uma única vez, a paternidade de seis filhos, com idades que variam de 52 a 40 anos. Morador de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, Antônio Sena de Lima, 85 anos, disse que nunca tinha registrado os filhos por falta de informação. A Defensoria Pública da Bahia (DPE) divulgou um fato inusitado envolvendo um idoso de 85 anos. Ele queria reconhecer, de uma única vez, a paternidade de seis filhos, com idades que variam de 52 a 40 anos. Morador de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, Antônio Sena de Lima, 85 anos, disse que nunca tinha registrado os filhos por falta de informação. Ao todo, o idoso tem 13 filhos. Segundo a Defensoria, esses seis reconhecidos agora são fruto do segundo casamento de Antônio, que já dura mais de 60 anos. Ele afirmou à DPE que, como havia sido casado anteriormente, soube, de forma errônea, que não podia registrar a segunda leva de filhos, apesar de não ter dúvida sobre a paternidade. Por desconhecer seus direitos, ele pensou que, depois de tanto tempo, precisaria de exame de DNA para fazer o reconhecimento. Como não tinha como pagar pelo exame, nunca procurou resolver a situação, esclareceu a Defensoria. Foi uma das filhas que procurou a Defensoria e solicitou orientação sobre o caso. Como estava disposto a reconhecer a paternidade espontaneamente, não foram necessários exames de comprovação, e a DPE atuou extrajudicialmente para dar celeridade e resolver o caso. Na data agendada, todos os seis filhos, além da mãe, compareceram à Defensoria e acompanharam a assinatura dos termos. “Foi um momento de muita emoção e alegria entre a família. Todos estavam muito emocionados”, afirmou Jocilene Sampaio, assistente-social da DPE. Os termos de reconhecimento da paternidade foram ajuizados pela defensora Roberta Cunha. “No caso do senhor Antônio, uma pessoa hipervulnerável, atuamos não apenas para reforçar vínculos familiares de afeto, mas também acerca da herança biológica, da própria ancestralidade e genealogia familiar”, comentou, no material de divulgação do órgão. A defensora destacou ainda a importância da atuação interdisciplinar e extrajudicial da Defensoria no processo de assegurar direitos. “Esse resultado não seria possível sem o trabalho atento, diligente e cuidadoso do Núcleo de Assistência Psicossocial (NAP). O que fiz foi apenas dar a orientação jurídica para resolução mais célere e efetiva do caso”, afirmou.     créditos: correio24horas

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Sasha Meneghel mostra seu apartamento luxuoso em SP; confira

A filha da Xuxa abriu as portas da casa para o YouTuber Lucas Rangel Sasha Meneghel e seu esposo, João Lucas, abriram as portas do apartamento onde moram, em São Paulo. Durante sua participação no programa Pod Entrar, apresentado por Lucas Rangel, o casal mostrou todos os detalhes do imóvel. Segundo Sasha Meneghel, ela estava decidida a retornar ao Rio de Janeiro após concluir sua graduação e passar quatro anos em Nova York, mas foi convencida pelo marido a se mudar para a capital paulista. “Nos conhecemos, nos apaixonamos. Comecei a mostrar São Paulo pra ela e ela amou. Estamos nesse apartamento até o outro que compramos ficar pronto. É uma cobertura“, detalhou ele. A decoração do apartamento de Sasha e João é marcada por tons neutros e predominância de branco. Os móveis são modernos, com toques clássicos, como vasos de cerâmica, incluindo um que pertenceu à avó de Sasha, Alda Meneghel. Apaixonados por viagens, o casal, que oficializou a união em maio de 2021, revelou que adora decorar os ambientes da casa com objetos adquiridos durante seus passeios pelo mundo. “Ficamos fissurados em coisas pra casa. Amamos esculturas, velas…”, contou o cantor. Ainda durante o tour, Lucas também mostrou o closet do casal que conta com várias peças luxuosas, inclusive duas botas que eram de Xuxa. “Tenho muitas coisas dela, esse suéter ela usou quando estava na Fórmula 1 com Ayrton Senna”, detalhou. créditos: correio24horas

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6 motivos para não comprar um cachorro

Entenda por que a adoção é uma escolha mais consciente e benéfica para você e para os animais O cachorro, conhecido como o melhor amigo do homem, está presente em muitos lares brasileiros. Segundo o Censo Pet do Instituto Pet Brasil (IPB), os cães lideram o ranking de animais mais populares no país, com 58,1 milhões. Essa popularidade se deve à lealdade, ao companheirismo, ao carinho e à alegria que trazem ao convívio familiar. No entanto, a compra de cães tem sido cada vez mais desaconselhada por especialistas e ativistas ao redor do mundo, devido a diversas questões negativas associadas a essa prática. Veja abaixo! 1. Animais não são mercadorias Tratar animais como produtos comercializáveis desconsidera sua natureza sensível e emocional. Ao comprar um cachorro, perpetua-se a ideia de que eles são objetos, o que pode levar a maus-tratos e negligência. Adotar, por outro lado, reconhece o valor intrínseco do pet como um ser vivo que merece respeito e cuidado. 2. Incentivo à criação irresponsável A demanda por cães de raça estimula a proliferação de criadores sem ética, que priorizam o lucro em detrimento do bem-estar animal. Esses criadores frequentemente mantêm os animais em condições inadequadas, sem cuidados veterinários apropriados. Além disso, essa prática também resulta em filhotes com problemas de saúde. 3. Problemas de saúde em cães de raça Muitas raças puras são propensas a doenças genéticas devido à reprodução seletiva. Problemas como displasia de quadril, doenças cardíacas e distúrbios respiratórios são comuns, acarretando sofrimento para o animal e custos elevados para o tutor. 4. Superpopulação e abandono No Brasil, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 30 milhões de cães e gatos vivem em situação de abandono no país. Além disso, segundo o Instituto Pet Brasil, em 2019, o país tinha 370 ONGs de proteção animal, tutelando 172 mil bichinhos. Dessa maneira, ao optar pela compra, contribui-se para o aumento desse problema, enquanto a adoção ajuda a reduzir o número de animais sem lar e oferece uma segunda chance a eles. 5. Falta de controle sobre a procedência Ao comprar um cachorro, especialmente pela internet ou em feiras, é difícil verificar a origem e as condições em que o animal foi criado. Isso aumenta o risco de adquirir um filhote de criadores irresponsáveis, que podem ter negligenciado aspectos essenciais do desenvolvimento saudável. 6. Contribuição para o bem-estar animal Adotar um cachorro é um ato de compaixão que proporciona uma vida digna a um animal que, muitas vezes, sofreu abandono ou maus-tratos. Essa escolha promove o bem-estar ao pet e reforça valores de responsabilidade e empatia na sociedade. Isso porque optar pela adoção em vez da compra é uma forma de educar as futuras gerações sobre a importância do respeito aos animais e da responsabilidade na posse. créditos: correio24horas.com

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Fornecedor de armas é preso em Salvador por modificar armamentos para ocultar origem

Na operação, policiais também apreenderam ecstasy, haxixe, cocaína, balanças de precisão, celulares e máquinas de cartão Um homem apontado como fornecedor de armas foi preso na quarta-feira (27) por suspeita de modificar armamentos para ocultar sua origem. A prisão ocorreu em Periperi, no Subúrbio Ferroviário de Salvador, em meio a uma operação policial para desarticular um esquema criminoso. As informações são da Polícia Civil. A iniciativa teve como foco imóveis localizados nos bairros de Itapuã e Periperi, ligados a uma organização criminosa atuante na capital baiana. Após um trabalho de inteligência, os policiais identificaram uma mulher, esposa de uma das lideranças do tráfico na região. O homem está atualmente preso. No imóvel, localizado em Itapuã, foram encontradas drogas e materiais utilizados para armazenamento e venda, mas a proprietária ainda não foi localizada. Na operação, os policiais ainda apreenderam porções de ecstasy, haxixe, cocaína, balanças de precisão, celulares e máquinas de cartão. A operação foi conduzida pelas Coordenações de Repressão a Crimes Contra Instituições Financeiras e de Operações, ambas vinculadas ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), em conjunto com o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). créditos: correio24horas

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Facção MK entra na mira da polícia após morte de guitarrista do Afrocidade e alta de homicídios em Camaçari

Lideranças da facção foram reintegradas ao Baralho do Crime da SSP-BA Apesar das ações de sequestro, tortura e execuções da facção MK em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), ao longo dos últimos anos, a morte do guitarrista Fal Silva, que fazia parte da banda Afrocidade, e crimes mais recentes foram determinantes para ligar um alerta para a polícia. Tanto é que, nesta quarta-feira (27), três integrantes da facção passaram a fazer parte do Baralho do Crime da Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia (SSP-BA). Marivan Elias da Silva,o ‘Kila’, João Ivan Oliveira Rodrigues, o ‘Meiquinho’, são líderes da organização e, inclusive, já fizeram parte do Baralho. O segundo, de acordo com um policial, poderia ser o mandante da ação que acabou na morte do guitarrista Fal SIlva, da Afrocidade. O músico morreu no mês de maio, no bairro de Novo Horizonte, após ser espancado por um grupo de homens em uma área deserta nas imediações da Rua Bahia. Na noite do crime, vizinhos do local ouviram ‘gritos abafados’ da vítima. “Ele pode ser o mandante do crime porque os presos até o momento são da MK. As investigações estão em curso ainda, mas posso dizer que ele é suspeito. O que se avalia, no entanto, é que a ordem dada pelas lideranças da MK não foi de morte, mas sim de um susto. Fal tinha uma dívida, foram dar um susto nele e, por imperícia, acabaram matando naquele dia”, explica o policial, que não será identificado. Até o momento, a Polícia Civil trabalha com oitos suspeitos investigados e já confirmou que a principal linha de investigação em relação a motivação seria a existência de uma dívida de drogas do artista. Após o crime, no entanto, a facção seguiu agindo nas áreas onde tem domínio e homicídios continuaram a acontecer. Para o policial, a inserção de Kila, Meiquinho e Dom, um homicida que faz parte da facção, se dá para conter o avanço da organização na prática de crimes violentos. “O pessoal costuma chamar essas facções até de quadrilha e isso, de certa forma, pode diminuir a visão que se tem do perigo que elas representam. É claro que o Bonde do Maluco (BDM) e o Comando Vermelho (CV) são problemas maiores, mas registros como o da morte de Fal, que têm uma repercussão grande, e a continuidade de ações em outros crimes alerta que algo precisa ser resolvido”, completa. De acordo com dados do Instituto Fogo Cruzado, que monitora a violência armada na Região Metropolitana de Salvador (RMS), contabilizou 150 tiroteios e 144 mortos em Camaçari até o dia 26 de novembro de 2024. O número é a continuidade de uma situação que, em 2023, foi ainda pior. No ano passado, houve 196 tiroteios e 185 mortos. Dados influenciados, principalmente, pelas organizações criminosas. créditos: correio24horas

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Desembargadora do TJ-BA diz que cotas ‘vieram para dividir’ e ‘foi uma solução fácil’

Declaração foi dada em sessão de julgamento na quarta-feira (27) As falas de uma desembargadora do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) causaram polêmica após a magistrada afirmar, em uma sessão de julgamento, que as cotas raciais vieram “mais para dividir do que para unir a população” e “foi a solução mais fácil”. Rosita Falcão Maia também defendeu a meritocracia e lamentou que o nível das universidades públicas tenha caído. “Seja lá de que cor seja o candidato, é importantíssimo que tenhamos pessoas competentes no serviço público, nas universidades, nas faculdades de medicina, no direito. E isso não está ocorrendo nas universidades públicas”, opinou ela (leia fala completa abaixo). A declaração foi feita na quarta-feira (27), quando o julgamento estava suspenso e sem coleta de votos. Outros desembargadores se manifestaram a favor das cotas durante a audiência, cujo objetivo era enquadrar uma candidata aprovada em concurso do TJ-BA na lista de candidatos negros. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) repudiou as declarações da magistrada contra as cotas raciais. “Manifestações que afrontam direitos fundamentais não podem ser confundidas com liberdade de expressão, ainda mais quando emanadas por uma representante do Poder Judiciário”, afirmou, em nota. A instituição ainda caracterizou o discurso como elitista e racista e concretiza o discurso discriminatório, além de afrontar a Constituição Federal. O caso já foi encaminhado à Procuradoria de Gênero e Raça da OAB-BA. A reportagem procurou o gabinete de Rosita Falcão e o TJ-BA para ter um pronunciamento acerca das falas e encaminhamento da OAB-BA, e aguarda retorno. Confira a declaração: “Entendo que esse sistema de cotas veio mais para dividir do que para unir a população. Eu acho que a meritocracia nas universidades, nos concursos públicos é importantíssima. Seja lá de que cor seja o candidato, é importantíssimo que tenhamos pessoas competentes no serviço público, nas universidades, nas faculdades de medicina, no direito, e isso não está ocorrendo nas universidades públicas. O desnível nas universidades públicas, que tinha um nível fantástico, dizer que estudou na Federal. Hoje em dia não é tanto. Os professores comentam a falta de qualidade com o estudante que lá está, porque o nível abaixou. Temos uma dívida grande com os negros, mas não é por aí, essa foi a solução mais fácil, mas não é solução, pelo contrário, criou-se um grande problema. […] Infelizmente tem que cumprir a lei, e negros têm direito às suas cotas.” créditos: correio24horas

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Veja quando passará a valer a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, detalhou as propostas na manhã desta quinta-feira (2 Quem ganha até R$ 5 mil mensais e achou que estaria livre do imposto de renda já a partir da próxima declaração se enganou. A reforma do Imposto de Renda (IR) deve entrar em vigor em 1º de janeiro de 2026, conforme detalhou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira (28), no Palácio do Planalto, em Brasília. O detalhamento é feito após o ministro se pronunciar sobre o pacote de corte de gastos em cadeia nacional de rádio e TV, na noite dessa quarta (27). “A proposta será enviada como um projeto de lei e não como uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC). A medida não precisará de mais de dois terços para ser aprovada e, sim, de uma maioria simples. Por isso, ela deve entrar em vigor em 1º de janeiro de 2026”, explicou Haddad na coletiva. Ele disse ainda que a medida não terá impacto sobre as contas públicas porque será bancada com a taxação extra de quem ganha mais de R$ 50 mil mensais. É que a reforma do Imposto de Renda, que será enviada ao Congresso Nacional no ano que vem, vai prever uma taxação progressiva para quem tem renda total acima de R$ 50 mil por mês. A ideia é que as alíquotas comecem a subir a partir desse valor até chegar a 10% para rendas a partir de R$ 100 mil mensais, segundo informou o Estadão. Atualmente, a isenção é para quem ganha até dois salários mínimos (R$ 2.800). A medida pode beneficiar até 30 milhões de contribuintes. Supersalários O pacote de medidas fiscais apresentado pelo governo prevê que será submetida a uma lei complementar a lista de exceções ao teto remuneratório nacional, o que valerá para todos os poderes e todas as esferas, segundo o governo. A equipe econômica afirma que é preciso corrigir distorções existentes no Poder Público em relação ao resto da sociedade. A apresentação do governo não traz estimativa de economia com a medida. O plano de cortes de gastos tem como meta economizar R$ 70 bilhões até o fim da atual gestão. Em reuniões com líderes do Congresso ainda nessa quarta-feira (27), Haddad sinalizou que o pacote terá um impacto fiscal de R$ 308,5 bilhões entre 2025 a 2030. Serão R$ 29,8 bilhões em 2025, R$ 39,7 bilhões em 2026, R$ 47,1 bilhões em 2027, R$ 55,9 bilhões em 2028, R$ 63 bilhões em 2029 e R$ 73 bilhões em 2030. O objetivo do pacote é melhorar as expectativas sobre as contas do governo e dar mais confiança ao arcabouço fiscal, conjunto de regras cujo objetivo é controlar a trajetória da dívida pública. Hoje, há uma série de despesas que crescem acima do limite permitido pelo arcabouço, “espremendo” o espaço disponível para outros gastos, como investimentos e custeio. Esse cenário pode levar à paralisia da máquina pública. Ao longo do mês de novembro, o presidente Lula realizou uma série de reuniões com ministros e técnicos para fechar as medidas. Além de Haddad, Lula se encontrou com diversos ministros, para que as outras pastas pudessem “opinar e contribuir”. Porém, alguns deles se manifestaram publicamente contra as mudanças, expondo o racha dentro do governo. Uma estratégia diante desse cenário foi informar que as medidas também atingirão o “andar de cima”, a fim de mitigar as resistências. A pedido de Lula, a pasta da Defesa foi incluída no pacote, com mudanças na previdência dos militares. créditos: correio24horas.com

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